O
aborto, em muitos casos, está na raiz de grande número das moléstias
de etiologia obscura que arrasam o corpo feminino.
ANDRÉ
LUIZ
HEPATITE B ataca
Vírus ataca o fígado e predispõe ao câncer
As unidades básicas de
saúde, conforme programa do Ministério da Saúde, começaram a vacinar
gratuitamente, contra a hepatite B, pessoas com até 29 anos.
Anteriormente o procedimento limitava-se até a idade de 24 anos.
“Não é uma campanha. A dose para pessoas de até 29 anos agora
integra o calendário vacinal de rotina”, declarou Maria Carolina
Vincoletto, enfermeira da Vigilância Epidemiológica ao jornal. O
aumento da doença – uma inflamação do fígado que compromete seu
funcionamento – obrigou o Ministério da Saúde a rever seu plano de
vacinação. Em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) a dose é
aplicada gratuitamente. A forma de transmissão do vírus da hepatite
B ocorre principalmente por meio de relações sexuais com pessoas
portadoras do vírus. MUNDO DE EXPIAÇÃO E PROVAS É ASSIM:
o melhor a fazer é se vacinar. Não apenas contra o vírus da hepatite
B, meningite, HPV, mas também contra as influências maléficas – dos
visíveis e dos invisíveis – que nos levam à promiscuidade sexual, ao
descaso com o corpo e a alma, a práticas ociosas e egoístas, à
maledicência, à corrupção e outras virulências da alma. A vacina é
“O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec. Hoje é
encontrada em todas as livrarias, mas, principalmente, nos centros
espíritas. As máximas morais do Cristo, nele contidas, quando
colocadas em prática, nos preservam dos ataques que devastam a alma
e fazem perder preciosas encarnações. Eleja as Obras Básicas de
Allan Kardec seus livros. “Com certeza”, como repetem os jovens,
sua vida vai mudar – para melhor! (ALEX MONTEIRO)
Mafalda, de Quino
O Brasil fugiu da escola
- “Meninos e meninas tendem a ser alegres e
curiosos, em qualquer parte do mundo. Mas,
quando as caras feias e brigas se repetem,
impedindo a felicidade do jogo de ensinar e
aprender, a inocência do riso satisfeito com
o mundo, algo está muito errado e
preocupante. Nosso futuro encontra-se em
situação de vulnerabilidade e risco. À
revelia da classe professoral, muitos dos
alunos teimam em não aprender e insistem em
carnavalizar a aula, outrora sagrada”,
ressalta o professor doutor Sérgio Kodato,
autor de "O Brasil fugiu da escola".
Com a intenção de sensibilizar o leitor e
engajá-lo no ideal que abraçou – a
atualização e o aprimoramento do ensino
público –, Kodato optou por uma abordagem
direta, elencando observações a partir do
que ocorre nas salas de aula, onde um número
excessivo de alunos recebe educação
deficiente, ministrada por professores mal
remunerados e, na maior parte das vezes,
desmotivados e despreparados para o
exercício da profissão. Certo das
potencialidades do ser humano – alheias à
sua condição étnica ou social –, Kodato
retrata, em "O Brasil fugiu da escola", a
ausência de diretrizes e práticas voltadas
para o seu despertar, ao mesmo tempo em que
aponta soluções para revitalizar a vida
escolar.
Sérgio Kodato
- Graduado em Psicologia, mestre em
Psicologia Escolar e do Desenvolvimento
Humano e doutor em Psicologia Escolar e do
Desenvolvimento Humano pela Universidade de
São Paulo (USP). Professor doutor no campus
da USP de Ribeirão Preto (SP), é docente.
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