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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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Eles começam mais cedo |
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É inegável, a cada
dia as crianças são mais precoces, aprendem tudo mais rápido;
fazem coisas que os pais não conseguem, dominam artefatos da
modernidade que para os adultos parecem enigmas indecifráveis;
os pais “babam de felicidade”, imaginam terem sido contempladas
com um gênio e até adoram dizer para todo mundo que a criança se
alfabetizou sozinha que faz isso e aquilo sem que ninguém a
tenha ensinado; disfarçam, mas não conseguem esconder o orgulho
e o contentamento.
Quais as razões?
As explicações para tal fato são muitas, variadas,
contraditórias, algumas são interessantes; grande parte delas
baseia-se no volume de informações que a criança recebe desde o
nascer.
Uma forma simples de abordar esse comportamento precoce tanto
psicológico quanto orgânico, baseia-se no fato de que até os 3
anos de idade quem comanda a vida da criança é o subconsciente,
dos 3 aos 7 ele vai cedendo lugar ao raciocínio lógico. O
subconsciente pode ser comparado a um scanner de computador que
absorve e incorpora o que lhe é apresentado sem capacidade de
triagem; lógico que o volume de informações tanto adequadas
quanto perniciosas a que a criança hoje está submetida é
incrivelmente maior a cada dia que passa.
O espaço não permite discorrer sobre o assunto queremos apenas
lançar algumas dúvidas urgentes e inquietantes sobre questões
que nos preocupam, e muito.
O que fazer com o número crescente de crianças rotuladas de
hiperativas e DDA? Vamos dopá-las ou “domá-las” com remédios? O
que será da sociedade futura? Será que esse tipo de
comportamento hoje rotulado de problema; não será em breve
considerado um padrão normal?
A antiga criança tristonha de ontem e futuro depressivo na
maturidade deu lugar à já depressiva com direito a todos os
sintomas e manifestações que antes era prerrogativa do adulto;
que colorido e sabor terá a vida dessas crianças?
Os medrosos de ontem deram lugar à criança em pânico com direito
a peripaque que acaba em medicação no P.S.; o que esperar dessas
para si mesmas e para a coletividade?
Quais as perspectivas para uma criança que já fala com todas as
letras em tirar a própria vida? O que terá levado o suicídio
infantil a preocupar sociedades de todo o mundo?
Qual a qualidade de vida de uma menina de 7/8 anos que já
menstrua? Como e quando será seu climatério? O que fazer com
crianças grávidas? Vão brincar de bonecas com os filhos? E se no
ritmo que as coisas caminham elas menstruarem com 4/5 anos? (não
é fantasia). Vamos colocar anticoncepcional nos alimentos?
Breve não dará mais para ignorar os estupros entre crianças não
registrados em B.O. Que motivos levam ao crescimento tão rápido
da violência sexual de todos os tipos nas escolas?
Numa sociedade onde já predominam obesos, o que será considerada
obesidade mórbida? Cirurgias de redução do estômago farão parte
da rotina da vida infantil?
Como resolver o problema da insônia das crianças? Vamos usar
drogas?
Elas cada vez mais apresentam doenças que antes só atingiam os
idosos; o que vamos fazer com elas, aposentá-las antes de
entrarem no mercado de trabalho?
Caso continuemos nessa política de vida de não planejar para
depois sair correndo atrás de pagar o prejuízo, as crianças de
hoje terão poucas chances de vida longa.
Planejar significa antever ou enxergar adiante.
Convidamos a sociedade a uma reflexão urgente a respeito de tão
importante assunto.
Boa parte dos mestres tem filhos ou pretendem tê-los, segundo
esse foco sugerimos alguns temas para reflexão e algumas medidas
de emergência.
Um ponto crucial: a educação na atualidade está voltada para a
profissionalização. De que adianta um cada vez mais jovem e
promissor profissional, se mesmo antes de começar a produzir e
colher os frutos de tanto investimento de tempo e recursos de
todos os tipos já se encontra em depressão, angustiado, em
pânico ou travado no desempenho?
O que desejamos de fato para nossas crianças?
Como medida preventiva ou um tipo de quebra-galho, sugerimos uma
drástica redução dos estímulos mentais e emocionais;
especialmente à noite. O uso dos recursos eletrônicos deve ser
objeto de instituição de normas rígidas na vida em família.
O uso do corpo deve ser estimulado; “cuidar da mente e do corpo”
é um paradigma que deve ser levado ao pé da letra.
Para quem duvidar, observe, desarme-se do “nada a ver” que é o
recurso mais simplório de fuga que usamos para deixar tudo na
mesma, preste atenção á sua volta; cuidado também com a atitude
de escape: sempre imaginamos que isso ou aquilo nunca vai
acontecer na nossa casa, só na dos outros.
Para que a pressa? Quem disse que estamos aqui apostando
corrida?
De que vale ser um aluno brilhante, um profissional promissor,
morto de forma precoce ou inválido como brilhante profissional?
Tenhamos calma e juízo...

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vícios
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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