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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora) 

 

Quem são as crianças índigos

AMÉRICO CANHOTO

QUEM SÃO OS ÍNDIGOS - SEGUNDA PARTE - Como dissemos na primeira parte, há algumas décadas vários grupos vindos de muitos lugares e dimensões tiveram seu DNA modificado e estão nascendo espalhados por toda parte, numa velocidade crescente. Dentre esses grupos, estão as crianças índigo, assim chamadas pela irradiação azulada de sua aura. Suas características de pensar, sentir e agir revelam um comportamento que as diferenciam muito das normais. Embora não sejam gênios nem seres iluminados; apenas trazem consigo certas habilidades e um tremendo potencial para desenvolver aprendizagem.
Algumas características das crianças índigo - Nancy Ann Tappe, uma estudiosa americana que identifica a missão planetária das pessoas através da cor de suas auras, foi a primeira a referir-se a esse tipo de crianças como índigos, pois via ao seu redor a cor azulada. Várias pessoas estudam essas crianças tentando definir uma tipologia psicológica e comportamental básica, de modo a servir de guia para orientar pais e adultos que lidam com elas. A cada dia novas são agregadas, o que enriquece o processo. Felizmente ainda não há “autoridades no assunto” (uma das coisas que os índigos detestam, pois eles identificam muito bem e rápido quem deseja apenas aparecer dos que realmente querem contribuir), o que torna a troca de experiências e de vivências mais interessante e promissora. Mesmo o leitor que se identifique como índigo ou que tenha ao seu redor alguma pessoa com essas características pode participar de alguma comunidade de bate-papo sobre o assunto.
Nesta nossa conversa, usamos como referência o livro “Crianças índigo” de Lee Carrol e Jan Tober editado pela Butterfly Editora - SP e “Educando crianças índigo” de Egídio Vecchio publicado pela mesma editora e neste bloco, na intenção de posicionar o amigo leitor sobre o assunto, apenas transcreveremos literalmente os conceitos.
Segundo os autores de “Crianças índigo” Lee Carrol e Jan Tober, as características mais comuns das crianças índigo:
- Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres.
- Acreditam “merecer estar neste mundo” e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira.
- Não tem problemas de auto-estima. Costumam dizer com freqüência aos pais “quem são”.
- Tem dificuldades em lidar com autoridade absoluta (sem explicação ou possibilidade de questionamento).
- Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em fila, por exemplo, é algo difícil para elas.
- Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas ou rituais repetitivos em que não possam usar a criatividade.
- Costumam identificar maneiras eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (não se adaptam a qualquer tipo de convenção).
- Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontram ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas em termos sociais. Não respondem a técnicas de disciplina associada á culpa (“espere só até seu pai chegar em casa para ver o que você fez”).
- Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
Segundo a The National Foundation for Children ( Fundação Nacional de Crianças com Habilidades Especiais) uma organização sem fins lucrativos cujo principal objetivo é identificar e ajudar crianças especiais. Muitas das índigos estão sendo prejudicadas pelo sistema público de educação e classificadas como TDAHs.
A lista de características dessas crianças fornecidas pela Fundação pode ser útil aos pais:
- Demonstra sensibilidade acima da média.
- Tem excesso de energia.
- Entendia-se com facilidade e parece ter dificuldades de concentração.
-
 Necessita da presença de adultos emocionalmente estáveis e seguros ao seu redor.
- Resiste a qualquer tipo de autoridade que não seja exercida de maneira democrática.
- Tem métodos próprios de aprendizado, especialmente no que se refere a leitura e matemática.
- Frustra-se facilmente quando suas grandes idéias não podem ser colocadas em prática por falta de recursos ou de compreensão por parte das pessoas.
- Aprende pela própria experiência, recusando-se a seguir metodologia repetitiva ou passiva.
- Dispersa-se facilmente, a não ser que esteja envolvido em alguma tarefa que lhe desperte grande interesse.
- É muito emotivo e teme a perda ou morte das pessoas a quem ama.
- Traumatiza-se com seus erros e pode desenvolver bloqueios permanentes de aprendizado.
Continua na terceira parte...

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Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


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