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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora) 

 

Felicidade na vida profissional

AMÉRICO CANHOTO

Aprendendo  a   identificar    nosso   padrão   de   atitudes  na  vida profissional - e - nos outros momentos...
Feliz 2007 - Ano que vem usaremos o mesmo álibi para continuarmos com as mesmas atitudes dos anos anteriores no trabalho: nossa insatisfação? – é provável - daí: “vê bem”; se estás contente com teu emprego? segura-o; mas, não te esqueças de deixar “a porta entreaberta” para novas buscas. Estás descontente? então, prepara-te para arrumar um melhor; mas antes de tudo, abre bem a porta da tua alma – mas, vigia e ora para que saibas determinar quem vai entrar ou quem vai sair por ela. Não estás de bem com quem no teu trabalho? Colegas? Chefia? – Estás aflito com grandes problemas? - mas, talvez sejam coisas tão miúdas; ás vezes basta relevar! Será que consegues suportá-los? – Porquê te sentes assim?– Para resolvê-los para sempre, estás disposto à verdade ou  a fingir que - à ira ou à tolerância? O que te impede? És ávido? - teus desejos te matam? - trocas de emprego como se troca de roupa? - de amigos e amores também? sempre dás o melhor de ti para quem “paga mais”? qual é a paga? quando o cofre estará cheio? para quê? a que preço? quanto custa tua dignidade como espírito eterno? sabes o que é isso? alguém já te falou? Conheces Jesus? – não? - então busca saber... Mandei currículos?  Foram me chamar? Então, devo seguir as recomendações do Mestre: “eu vim de lá pequeninho, mas alguém me avisou para pisar nesse novo chão, devagarinho” – Mas, serei humilde ou capacho? – Qual a diferença? – são coisas muito, mas muito diferentes mesmo, mas se, ainda não sabes: estuda o Evangelho.  Ainda desempregado? – Antes de qualquer coisa; vai para a frente do espelho e, olhos nos olhos, analisa os motivos pelos quais fostes despedido - vê bem; analisa com honestidade de princípios e de propósitos para criar em ti mesmo, na tua intimidade como ser eterno, novas condições de trabalho - corre atrás; mas antes de tudo, recicla- te; mas, nada a ver apenas com pós – isso ou aquilo; vai buscar aquele emprego que hoje te parece tão longe – o que te dará a maior satisfação em praticar; mas faz isso já mudado como espírito. Estar bem ou mal no trabalho, feliz ou infeliz, empregado ou na rua da amargura do consumo, tudo isso é tão relativo - reflete as atitudes que nosso espírito vem mantendo, desde lá sabe-se quando. Qual a origem de nossos problemas ou felicidades? - apenas uma: as atitudes que cultivamos ou deixamos de cultivar ontem, hoje, amanhã. Pois, mesmo sem perceber; cada um de nós mantém um padrão de atitudes que se repete de forma subliminar (sabia que não temos consciência nem de 5% do que pensamos, sentimos e fazemos?). Por isso, o ignoramos, mas ele é perfeitamente identificável por pessoas atentas. Embora tenhamos sido treinados a tentarmos manter diferentes padrões em diferentes situações existenciais, como se fosse único, olhos atentos e mentes ativas podem nos desvendar com muita facilidade – tal e qual hoje fazem conosco as crianças “índigo” e mais fortemente ainda as “cristais” que as sucedem; e que, desnudam nossas verdadeiras intenções de forma assustadora. Para evitar esses vexames, bem que Jesus tentou nos avisar (...”sois lobos em pele de cordeiro...”), mas, como em muitas outras verdades que nos trouxe, Ele foi acintosamente ignorado. A realidade é que, fruto da educação formal nos esforçamos muito para manter um padrão de atitudes doméstico, social, religioso e profissional bem diferenciados. No entanto, para um observador bem treinado esses diferentes padrões se fundem e confundem num único e real: nossa identidade pessoal. Quer queiramos ou não, por linhas diretas ou tortas estamos cada dia mais transparentes, inevitavelmente a lei de progresso nos atropela. Os departamentos de RH das empresas já contam com profissionais que usam muitos recursos de todos os tipos – desde os muitos simples até os mais sofisticados para tentarem saber quem é aquela pessoa que será contratada, mantida ou demitida. Tomemos cuidado, muito cuidado, pois nos ajustamos, ou não, ao meio familiar, social, profissional, num determinado momento e, nossa qualidade pessoal se refletirá nas “atitudes”. Claro que não é nada fácil falar sobre qualidade pessoal e profissional, devido à sua ambigüidade, relativismo e temporalidade. Neste bate papo, levaremos em conta apenas nosso descontentamento pessoal, a forma como nos sentimos com relação a nós mesmos; pois embora, o foco seja a mudança no padrão da qualidade profissional, fica claro que ela depende de forma direta do padrão de qualidade pessoal.
Como nos percebermos melhor?
“Não se enxerga – não?” - Essa dica, por exemplo, é de graça. “Para bom entendedor meia palavra basta!”, também não custa nada – as duas são sabedoria de domínio público, eficientes ao extremo. Porque não as praticamos? São ambíguas, difíceis de entender? Veja como não. Enxergamos sempre através da nossa visão interior. Com o que vemos por dentro, julgamos os aspectos de fora. Pelo que sentimos, examinamos os sentimentos alheios, e medimos a conduta dos outros pela nossa própria forma de atuar. Devemos estar sempre atentos a como somos vistos. O que dizem de nós os que compartilham conosco a existência? Sempre nos avaliam de forma direta ou nas entrelinhas –  Devemos executar essa observação, completamente desarmados de todo o tipo de pré-conceitos, guardando o egoísmo e o orgulho na gaveta. Veja como dessa forma, torna-se tão simples esse estudo. Para ilustrar, observe como vale a pena anotarmos o que dizem de nós quando estão irados ou com despeito, pois nesses momentos, sempre somos muito mais verdadeiros uns com os outros. Amigo, muitas são as formas e os recursos para nos conhecermos melhor; mas nós somos adeptos da técnica do “conhece-te a ti mesmo” através das coisas simples do dia a dia, usando o vigia e ora.
Como sou na vida profissional?
Muitas são as nossas desculpas e justificativas para continuarmos na mesma: precisamos do emprego; no mercado de trabalho as coisas funcionam assim; se eu não fizer o outro faz; as pressões são de todos os tipos. Não adianta nos iludirmos, é fato, nem sempre nossa atitude profissional condiz com nosso sistema de crenças sobre ética e valores aplicados nas outras áreas da vida. Uma das armadilhas são os conceitos de normalidade: Se todo mundo do meio profissional faz, é uma conduta normal. Para abrandarmos a “varredura no nosso padrão de atitudes no exercício da profissão, tentamos fixar a discussão do problema da “atitude profissional” apenas nos limites da ética e da Psicologia social que é um comportamento plástico e mutável. Cada profissão tem seu conjunto de normas ou código de ética que rege ou aponta a conduta a ser adotada no exercício da profissão tanto na relação entre os profissionais quanto na relação com o meio social e os clientes. A dúvida é: será que em se tratando de evolução espiritual, isso basta?...
A intenção destes bate papos, é a de apenas favorecer o auto – descobrimento de quem você é - para que depois - faça o que bem entender consigo mesmo, com sua profissão, atitudes profissionais, salário, desemprego, etc. A idéia é mostrar que nossas atitudes afetam nosso comportamento e personalidade - são formadas e aprendidas - daí, podem ser mudadas, quando se queira. – Seja para manter o emprego ou arrumar outro ou para melhorarmos nossa condição humana através da reforma de nosso padrão de atitudes diário – Nossos métodos são bem simples e ao alcance de todos. Até a próxima.

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Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


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