 |
|
SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
-
Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
 |
| |
|
|
Mediunidade na infância |
|
|
Conforme nos alertou Jesus: “Nos últimos tempos, espalharei meu
espírito sobre toda a carne; vossos filhos e filhas profetizarão;
vossos jovens terão visões, e vossos velhos terão sonhos”. (Atos,
capítulo 2, versículo 17 e 18). Quando pensamos em mediunidade
logo nos vem á cabeça a de prova, aquela de compromisso de
tarefa espiritual, esquecemos que ela é um atributo natural e
fisiológico nosso.
A mediunidade nos primeiros anos de vida sempre foi mais
evidente, e a explicação é simples, as ligações entre o corpo
físico e o espiritual são bem mais flexíveis permitindo que a
criança veja e converse com desencarnados ou mesmo elementais
que estão ali, mas que os adultos não são capazes de perceber.
Pessoas desavisadas atribuem isso à imaginação fértil e, logo
passam a ignorá-las e até a criticá-las; deixam a criança
falando sozinha e, essa atitude pode trazer uma série de
problemas psicológicos em breve futuro. O correto é indagar
estimulando-as a reportarem seus diálogos quando ocorrem e a
pedir-lhes que descrevam o que estão vendo e, a dar-lhe crédito;
lógico que o senso crítico de cada um define até onde isso pode
levar e a buscar ajuda adequada quando se faça necessário. Um
problema da mediunidade, no caso a vidência infantil, é o terror
noturno em virtude das formas-pensamento geradas pelos adultos
da casa. Expliquemos: nossos pensamentos repetitivos coagulam-se
formando telas (ideoplastias), a maior parte de nós tem pouco ou
nenhum cuidado em vigiar os pensamentos como nos recomendou
Jesus, e daí, os filminhos onde somos os diretores, roteiristas
e protagonistas, e que as crianças são obrigadas a assistirem á
noite, as deixam apavoradas. Se nossos filhos estão com medo de
dormir, opa, é hora de rever com muito cuidado e carinho, como
anda nossa reforma íntima. Outro fato comum é a facilidade com
que muitas crianças acessam os arquivos de vidas passadas; nesse
caso também é preciso que se dê atenção e que o senso crítico
defina a conduta posterior. Normalmente essas são fases curtas,
e o adulto deve aproveitá-las para aprender, pois á medida que
os interesses da criança vão se materializando mais essa
mediunidade tende a desaparecer (exceto quando é tarefa
combinada antes do nascimento). Na colocação de Jesus sobre os
“sonhos dos velhos”, a explicação é muito parecida com o que
ocorre na infância, a ligação entre o corpo físico e o
perispírito fica bem mais flexível permitindo que o idoso ou o
doente grave apresente manifestação mediúnica (raramente eles
incorporam – pois seus mentores não permitem, apenas relatam,
conversam, transmitem recados, misturam fatos de vidas passadas
com a atual). Quem tiver a oportunidade de vivenciar
experiências desse tipo deve aproveitá-las ao máximo para
aprender e até para reciclar seus projetos de vida. Recomendo,
vale a pena.
Será que a mediunidade explícita na infância está mesmo
aumentando?
Os tempos já são chegados? Os sinais precursores já estão
ocorrendo?
É inegável que sim. E o melhor exemplo é o nascimento em larga
escala das crianças índigo e cristais. Principalmente no que
tange á mediunidade, as cristais, o são de forma ostensiva. Mas,
nada das mediunidades de prova, de tarefa, elas não incorporam
nem psicografam, apenas usam seus abundantes recursos
espirituais naturais. Pode ser que outros tipos as sucedam para
provocar mudanças significativas na vida do homem: para induzir
a um cada vez mais rápido progresso evolutivo. Então, Bendito
seja o final destes tempos e todas as suas acelerações! Que
surjam cada vez mais crianças índigo, cristal e sucedâneas que
nos mostrem e provem com absoluta traquilidade as finalidades do
existir. Que esses “veneráveis e sábios” seres ainda infantis,
esfreguem na nossa cara “normal” as “verdades Divinas”.
Bem-vindos sejam todos esses amigos das estrelas que nos visitam
com mais frequência e intensidade de hora em diante... Aleluia.
Para nós que labutamos no eterno aprendizado na seara espírita
essa turma de novas crianças nos trouxe muitas dúvidas e alguns
problemas de ordem funcional. Vejamos: Há idade cronológica para
manifestações espirituais? Idade certa para aplicar passes? Hora
de trabalhar em prol do próximo? Participar das entrevistas,
para aconselhar segundo o Evangelho de Jesus na Casa Espírita?
Quem pode garantir que, apenas a partir de tal idade um índigo
ou um cristal possa aplicar passes ou aconselhar alguém? Quem se
atreve a responder? Tudo isso, é bom ou ruim? Amigos, num
simples parágrafo; melhor ainda; numa simples palavra é possível
resumir o incrível aumento da mediunidade infantil que sempre
existiu: evolução. Apenas o inexorável progresso. Que dentre
muitas outras coisas, esses fatos nos levem a analisarmos nossos
conceitos sobre mediunidade. Revisemos tudo. Critiquemo-nos
Desconfiemos de nós mesmos, pois o que é o tempo na quarta e nas
outras dimensões? Qual o papel que represento como médium? Um
espírito com a tarefa de apagar a luz pode vestir-se de bonzinho
e encher a cabeça das pessoas com frases e colocações melodiosas
por séculos. Que interesses nos movem verdadeiramente nas nossas
tarefas?
A mediunidade infantil merece muito estudo e considerações,
lançamos apenas uma dúvida: Qual a relação entre mediunidade e
educação? Para as pessoas interessadas recomendamos que estudem
as características das crianças índigo e das cristais.
Segunda-feira, dia 29 de janeiro, no 2°Seminário sobre
crianças índigo, certamente muitas explicações interessantes
podem surgir.
Até lá.
Muita Paz
Américo Canhoto
Leia outros artigos de Américo Canhoto:
A escola em pânico
1ª e 2ª parte...
Álcool: porta de
entrada dos vícios...
Alzheimer: é
possível evitar...
Cuidar de
pobres é fácil...
Eles começam mais
cedo...
Felicidade na
vida profissional - Primeira parte...
Felicidade
na vida profissional - Segunda parte...
Pânico à Luz do
espiritismo...
Porque os fumantes
são folgados...
Quem são as
crianças índigo - Primeira parte...
Quem são as crianças índigo -
Segunda parte...
Quem são as crianças índigo -
Terceira parte...
Quem são as
crianças índigo - Quarta parte...
Reconhecendo um derrame...
Ver outros colunistas...
Ir
para página principal...
|
|
Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
Jornal
dos Espíritos - o seu jornal
espírita na internet
Copyright 2005 - Todos os direitos reservados.
redacao@jornaldosespiritos.com
Microsoft Internet Explorer - 6.0 - Resolução: 800 x 600 |
|