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Ratos domésticos

Mais da metade dos ratos de SP vive de comida humana

Jaqueline Falcão (para o Jornal Diário de S.Paulo)

Mais da metade dos ratos de SP vive de comida humana e ração. 55% dos roedores da Capital sobrevivem de alimento fornecido pelo próprio homem.
Comida para cachorros, gatos e aves; frutas, biscoitos e pães são itens que alimentam ratos em 55% de casas onde há roedores na cidade de São Paulo. Os dados constam de um levantamento feito pela Secretária Municipal de Saúde, após visita em 17 mil imóveis, para identificar o perfil dos roedores. O objetivo é combater esses animais e evitar doenças como a leptospirose.

Lixo, ração e comida
Técnicos da Coordenação de Vigilância em Saúde (Convisa) constataram também que em 32,57% dos locais, o lixo estava acessível aos animais. Em 30,7% das casas, as equipes de saúde verificaram que os ratos  consomem a ração para animais de estimação que estavam em potes. Outra fonte de alimento (24,4%) é a comida dos moradores, como frutas, biscoitos e pães deixados em locais de fácil acesso.
A forma de entrada dos ratos nos domicílios foi explorada na pesquisa. Segundo a analise, a maioria deles entra nos imóveis pelo alto, pelos cabos de eletricidade e telefonia. Outras rotas utilizadas são os canos de esgoto, por onde passam normalmente as ratazanas, e os buracos nos muros e paredes, adotados por qualquer das três espécies de ratos urbanos.

Abrigos preferidos
Em mais de 40% das casas e outros tipos de prédios visitados notou-se a oportunidade de abrigo para roedores nos vãos dos telhados. Os outros locais de moradia são frestas nas paredes (15,93%), objetos abandonados (15,78%), material de construção (10,94%) e entulho (8,91%). A coordenadora do Programa de Controle de Roedores da cidade, Maria das Graças Soares dos Santos, destaca que a população deve estar atenta aos cuidados, muitas vezes simples, que ajudam a afastar os esses animais.

Três tipos de roedores

A cidade de São Paulo convive com três tipos de roedores: a ratazana, o camundongo e o rato de telhado. Destes, o rato de telhado é o que mais preocupa as autoridades sanitárias. Este tipo vive em telhados e forros de casa e consegue andar sobre fios de luz e telefone, além de escalar paredes e subir em árvores.
Ração animal deixada em potes pela casa, frutas, biscoitos e pães são os itens preferidos deles.

Conheça os tipos de ratos urbanos

Rato de Telhado - Tem grandes orelhas e cauda longas. Habita locais altos como sótãos, forros e armazéns, descendo ao solo em busca do alimento e raramente escava tocas. Possui habilidades como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de árvores, além de escalar paredes, inclusive de tijolos ou blocos. Vive em média 1 ano e meio.
Ratazana - Costuma viver em esgotos, perto de galerias de águas pluviais e onde há lixo orgânico em abundância. Vive em média 2 anos. Fica adulta em dois meses e consegue ter uma ninhada de filhotes a cada 21 dias. Em cada ninhada nascem de oito a 12 ratos.
Camundongo - É o menor entre três espécies urbanas de ratos. Vive dentro de imóveis, costuma fazer ninhos dentro de armários, fogões e despensas. Vive cerca de um ano.

Como evitar os roedores em casa
Mantenha o lixo em sacos plásticos e em latas fechadas.
Coloque o lixo na rua perto do horário da coleta.
Faça uma inspeção em caixas de papelão, caixotes, atrás de armários, gavetas e em todo o tipo de material que possa servir de transporte ou abrigo para camundongos. Vede frestas ou vãos que possam servir de entrada aos ratos dentro de casa.
Evite alimentos expostos.


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