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GEOBIOLOGIA e a cura
do câncer |
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Existe uma poluição invisível causadora de câncer |
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SALVATORE DE SALVO |
Desde tempos
imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a
preventiva. O grande alquimista Paracelso insistia:
"Não se deve tratar a doença; deve-se tratar a
saúde". Repetindo o que pode parecer óbvio ululante:
o melhor meio para não se apanhar uma doença,
consiste em... se manter saudável. Ou seja, proteger
o sistema imunológico, de forma a bloquear qualquer
germe ou vírus que tentar invadir nosso organismo.
Pode-se pensar que seja fácil atingir tal objetivo,
através de uma boa dieta, escolhendo alimentos de
baixo valor de colesterol, reduzindo o consumo de
carne, abstendo-se de consumir açúcar, realizando
exercícios físicos... enfim, submetendo-se a tudo
aquilo que uma propaganda insistente e invasiva nos
impinge.
Mas como explicar, nesse caso, o elevadíssimo número
de pessoas que seguiram estritamente tais
instruções, julgando estar assim protegidas contra
os perigos das doenças... para, nalgum triste dia,
descobrir que seu organismo estava sendo minado pelo
câncer?
No início, constatar estar doente de câncer deixa o
paciente assustado, atordoado e incrédulo. Mas a
doença já está instalada, encaminhando-o na pavorosa
rota da dor e do sofrimento.
Como terá sido isso possível? Qual é a razão? Ou
quais são as razões?
As respostas a estas perguntas, que afligem milhões
de seres angustiados, passa pela Geobiologia.
O que é Geobiologia?
Geobiologia é uma ciência recentemente desenvolvida,
especialmente na Europa e que pertence a um grupo de
ciências conhecidas como Medicina Holística, que
está experimentando crescimento explosivo em todo o
mundo. Geobiologia é uma extensão da Biologia,
porque estuda as inter-relações energéticas entre o
planeta (Geo) e os fenômenos vitais (Biologia).
Existem evidências que indicam que o conhecimento
dessas inter-relações energéticas entre a Terra e os
organismos viventes que a habitam já era utilizado
desde os tempos mais remotos.
Há milênios e até hoje, sabe-se que os chineses não
constroem uma habitação, se, no subsolo, existir uma
ou mais "veias do dragão" ou água corrente.
Por sua vez, os romanos, antes de construir uma
campo fortificado ou fundar uma nova cidade,
deixavam ovelhas pastando na área durante um ano. Ao
final desse prazo, sacrificavam os animais e
observavam os fígados; se estes fossem brilhantes, a
cidade ou a fortificação seria erguida; caso
contrário, se os fígados fossem opacos, a área era
simplesmente abandonada.
Os templos dos celtas e de seus sacerdotes, os
Druidas, sempre eram construídos em lugares onde as
emanações terrestres eram mínimas e, sobre as ruínas
desses templos, os romanos erguiam os seus.
Muitos desses locais abrigam hoje as Catedrais
Góticas da Idade Média, como as de Notre Dame e a de
Chartres.
Isto demonstra que os "antigos" conheciam muito bem
a "Energia da Terra" e se esta era destrutiva e
negativa. Ainda mais importante: sabiam como
detectá-la e medi-la.
Estamos apenas redescobrindo o que os antigos sempre
souberam.
Na nossa época, os caminhos da Geobiologia têm sido
traçados por precursores como o doutor Curry e o
doutor Chretien (França), o doutor Von Pohl, da
Alemanha e, mais recentemente, pelo doutor Hartmann,
também da Alemanha.
De acordo com essa ciência, a superfície terrestre é
coberta por uma rede de radiações cosmo-telúricas.
Esta rede cria zonas de perturbações para a saúde
dos seres viventes, tanto vegetais, como animais.
O resultado global dessas interações constitui um
vasto conjunto geométrico de paredes energéticas
vibratórias, invisíveis e onipresentes, que
representa as linhas nervosas da Biosfera e liga
esta última ao restante do mundo.
As paredes verticais energéticas da Rede H (Hartmann)
têm 21 cm de espessura e, por serem constituídas de
energia pura (energias virtuais), não sofrem
qualquer interferência por parte da matéria, sendo
possível detectá-la a vários milhares de metros de
altura, após ter atravessado verticalmente os mais
altos arranha-céus.
Essas paredes estão orientadas nas direções
geomagnéticas do globo, repetindo-se de dois em dois
metros no sentido norte-sul e de 2,5 em 2,5 metros
no sentido leste-oeste, formando retângulos de 2 por
2,5 metros.
No interior desses retângulos, existe uma zona
neutra e um microclima altamente saudável. Os pontos
de cruzamento das paredes formam o que chamamos de
ponto geo.
A rede Hartmann perturba o campo global resultante
das influências cosmo-telúricas e da radiação do
fundo do solo (radioatividade natural) bem como da
Ressonância Schumann (da ionosfera). Esse campo
sofre variações, com as condições meteorológicas,
com a natureza do solo, com o clima, com a radiação
cósmica e com as induções artificiais geradas pelas
atividades industriais, no ar e no solo.
Todas as anomalias geobiológicas, detectáveis
através de métodos geofísicos e biofísicos, são tão
mais patogênicas, quanto mais se sobrepõem à Rede
Hartmann global. Existe, portanto, um efeito
cumulativo, um efeito sinérgico, que pode gerar um
ponto geo particularmente virulento e agressivo
(anomalias tais como nos subterrâneos, falhas,
fendas, veios minerais, filões metalíferos, jazidas
de gás natural, etc).
Se alguém dormir ou permanecer longas horas sobre um
ponto geo, resultará uma doença no órgão mais
afetado. Se se trabalhar sobre um ponto geo,
aparecerá stress, cansaço, desânimo, dificuldades de
concentração, disritmia do ritmo cardíaco, etc.
As regras que devem ser conhecidas são:
aEm zona neutra,
no interior do retângulo,
saudável: nada acontece;
aSobre uma linha
H: pode aparecer algum problema de pequena monta,
algumas dores, mas nada muito sério;
aSobre um ponto geo:
muito perigoso e ofensivo à saúde. Corre-se sério
risco de gerar um câncer ou outro tipo de doença
grave (infarto, derrame, esclerose múltipla,
paralisia progressiva, etc).
Investigações cuidadosamente conduzidas por
cientistas, médicos e físicos, na Europa, revelaram
uma sólida conexão entre stress geopatológico e
esclerose múltipla, artrite, reumatismo, disfunções
cardiovasculares e, principalmente, câncer em suas
várias formas. Dependendo da localização da
residência, o stress geopatológico do ponto geo pode
ser agudamente destrutivo sobre o mecanismo
homeostático do homem.
O doutor Hans Nieper, oncologista e diretor do
Silversee Hospital de Hannover (Alemanha), alerta
seus pacientes para que mandem checar as áreas
agressivas, em suas residências. Em seu famoso
livro: "Revolution in Technology, Medicine & Society"
("Revolução em tecnologia, medicina e sociedade"), o
doutor Nieper afirma: "de acordo com os estudos que
eu iniciei, pelo menos 92% de todos os pacientes
cancerosos que ingressavam no Hospital tinha
permanecido, por longos períodos de tempo em camas
colocadas em zonas geopatogênicas" (ADS Journal,
1998).
Resultados idênticos foram obtidos pelo doutor
Mersmann, que estudou mais de 200 casos relatados em
seu livro: "Sleeping Location in the Genesis of
Illness" ("O local de dormir na Gênese das
doenças").
A rede Hartmann não é fixa como um mineral, mas pode
flutuar como uma entidade vivente e suas dimensões
podem variar de 1,8 a 2,3 metros na direção
norte-sul e de 2,4 a 3,2 metros na direção
leste-oeste. Sua agressividade também segue um ritmo
horário, variando entre um mínimo e um máximo.
O que se deve considerar atentamente são os
resultados experimentais. As mais recentes pesquisas
em medicina holística e em física moderna além de
anos de experiências práticas em investigações
médicas e ambientais mostram que:
Existe uma poluição invisível, que representa um
problema global, que afeta a todos a à qual é quase
impossível escapar.
Torna-se necessário medir o stress ambiental, que é
preciso evitar, para proteger nossa saúde, antes que
nosso sistema imunológico entre em colapso.
Sendo esse tipo de poluição uma das principais
causas de câncer, se não a principal, deve-se
prestar atenção ao seguinte:
Por exemplo, um paciente doente de câncer,
normalmente, é internado num hospital, onde é
submetido ao tratamento clássico de quimioterapia ou
radioterapia ou cirurgia, separadamente ou em
conjunto. Em muitos casos, o câncer é extirpado ou
regride. Ao obter alta do hospital, o paciente volta
à sua residência e volta a dormir em sua cama. Com
isso, acaba sendo submetido novamente à ação
sinistra das energias que geraram o primeiro câncer.
E apanha o segundo. Mas, desta vez, o organismo
devastado pelo tratamento recebido, não consegue
reagir à doença, matando o paciente rapidamente.
Esta situação é parecida à que ocorre quando alguém
da família ocupa a mesma cama em que morreu um
canceroso.
Estas energias são letais e não perdoam,
inutilizando todos os esforços dos médicos
para curar o paciente. É
por isso que a Geobiologia está se convertendo num
poderoso auxiliar à medicina.
Antes do paciente retornar à sua residência, é
preciso efetuar um levantamento da mesma,
individuando os pontos geo de maneira a evitar que o
paciente volte a sofrer novamente a ação nefasta
dessas energias.
Na Europa, onde a Geobiologia é mais conhecida,
vai-se mais longe. Quando um lote é destinado à
construção de um prédio, o Governo contrata um
técnico em Geobiologia, que marcará, no terreno, os
retângulos da Rede Hartmann. Os arquitetos
transferem isso para a planta do projeto, colocando
o lugar correto das camas dos futuros habitantes do
prédio. Em seguida, projeta-se o edifício. Isto é
chamado Aquitetura Vital. O projeto começa pelas
camas! É uma técnica inteligente, pois este prédio
não matará seus inquilinos. O custo é absolutamente
desprezível em relação ao custo do edifício. Deixar
de fazê-lo submeterá os inquilinos ao perigo e quem
paga será o paciente... e a reputação do médico.

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SALVATORE DE SALVO
é formado em engenharia industrial e química. Há
mais de trinta anos pesquisa a geobiologia, área que
lhe rendeu o título de "Cientista Internacional do
ano de 2001 em Geobiologia", concedido pelo
International Biographical Center, de Cambridge,
Inglaterra, onde concorreu com mais de dois mil
candidtos. É reconhecidamente um dos mais
importantes pesquisadores da ufologia brasileira.
Autor de "Sinfonia da energética" e "A energia
cósmica e você". |
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