Imaginemos que somos amáveis homos sapiens, vivendo em cavernas, na
era pós-pedra polida.
Um dia, nos chega um confrade contando que viu um cidadão mais alto,
de testa mais larga, de musculatura mais desenvolvida e se apresenta
como homo sapiens sapiens.
Nós aceitamos isso como verdade, discutimos o assunto ou o rotulamos
de doidinho e não dispensamos maior atenção?
Bom, a raça humana evoluiu do sapiens para o sapiens sapiens mas
somente a ciência, de um futuro distante para a época, atestou a
evolução da espécie pela avaliação dos esqueletos e fósseis
encontrados.
Agora, fala-se de um novo salto evolutivo: os índigos.
Quem são estes coloridos seres? Claramente, não é a cor de sua pele
que os denuncia mas a de sua aura e, aí, temos o primeiro fator de
dúvidas afinal, quantos são videntes de fato?
Mas os índigos são seres com características muito especiais e
apresentam uma alta incidência das mesmas, ou seja,
estatisticamente, verifica-se uma prevalência de sinais e sintomas
numa determinada faixa da população.
Os índigos são seres de QI racional acima da média e de QI emocional
mediano. Têm dificuldades de lidar com emoções. São práticos,
objetivos, sonhadores, idealistas e extremamente distraídos, a um
ponto de se ter criado a DDA (doença do distúrbio da atenção).
Ou seja, um índigo empresta sua atenção até que algo ocorra, por
exemplo, uma mosca voe. Como é lindo ver, por exemplo, ver um lápis
rolar, enquanto a professora se esforça por explicar algum ponto de
história.
Para o índigo, a menor distância entre dois pontos é uma parábola.
Em compensação, a solução da fome mundial é um problema primário.
Lendo assim, parece uma brincadeira mas não é.
Os índigos são extremamente inteligentes, emocionalmente
complicados, distraídos, práticos e elaborados, amantes da natureza,
fortemente tendentes à depressão por se sentirem sozinhos e
não-compreendidos, hiperativos, barulhentos que se tornam taciturnos
em segundos.
Seu arquétipo é João Batista, o precursor porque eles vêm com a
missão de sacudir as estruturas que a atual humanidade criou para
que seja possível a transformação da vida neste planeta.
Sempre nasceram índigos na Terra, nesta atual raça humana.
Mas, notadamente, passaram a nascer a partir de 1987, após a
convergência harmônica, ou seja, quando a Terra entrou no cinturão
de fótons de Alcione, o Sol Central.
Quantas crianças, hoje, estão sendo levadas a neurologistas e
psiquiatras, devido ao mau aproveitamento escolar porque não se
concentram nas aulas e perturbam aos outros alunos? Quantas crianças
enlouquecem seus pais porque não param um minuto sequer? Quantas
crianças são verdadeiros inquisitores de seus pais, não aceitando
qualquer argumento como resposta?
Bom, crianças assim sempre existiram mas não com a freqüência de
hoje a ponto da perigosa indústria farmacêutica criar setores
específicos para drogas voltadas para estas crianças.
Até podemos culpar a televisão, os videogames, o computador por
distúrbios de comportamento, mas como explicar os bebês de hoje com
os seguintes sinais: implantação mais baixa do cabelo, mãos
quadradas, dedos e artelhos longos, desenvolvimento neurológico
acelerado, refluxo gastroesofágico (de leve a severo), dislexia,
distúrbios da atenção (em graus variados), rejeição à carne (no
Brasil, em número reduzido devido ao hábito carnívoro de nosso
povo).
Serão estes sinais todos apenas uma coincidência ou será que nós,
sapiens sapiens, estamos nos deparando com o próximo passo?
Os índigos existem. Há décadas existem estudiosos no mundo inteiro
que se dedicam a eles.
Há anos, videntes descrevem as auras anis.
Agora, por meio de Divaldo Franco, se ouve falar deles.
Serão eles uma invenção de ufanistas que esperam pela transição
planetária?
Imaginemos que estamos na sala de nossa casa e vemos um inseto
diferente entrar. Qual será nossa atitude: observar para ver no que
vai dar? Recolher e jogar fora porque não sabemos se é bom ou ruim?
Matar porque pode ser mau? Ignorar porque não conhecemos e nem
queremos conhecer?
Que atitude mental vamos tomar quanto aos índigos porque eles estão
bem no meio de nossa sala.
Relação
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