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Índigos: Ritalina não resolve

Estão usando a Ritalina como se fosse água

VALDENIZA SIRE SAVINO (PARA A REVISTA ESPÍRITA ALÉM DA VIDA)

Aumenta em São Paulo a demanda de Ritalina (nome comercial do metilfenidato), medicamento utilizado para controlar as crianças: um milhão de caixas foram consumidas no Brasil em 2005. “A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como sói acontecer, com a única, mas capital diferença de que uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um espírito mais adiantado e propenso ao bem.”, capítulo 18 de "A Gênese" (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira", de Allan Kardec. A marcha do progresso tem sido acelerada. Como falta ao homem o equilíbrio necessário para incorporar tantas  transformações ao seu modo de viver, observamos, em paralelo a esse crescimento da tecnologia, o desrespeito à natureza e ao próximo. No Ocidente, onde o conhecimento da vida espiritual ainda não é disseminado, isso aconteceu de forma mais acentuada, provocando tantos desequilíbrios sociais. Neste início de século, estamos diante de grandes transformações que se fazem sentir e que abalam convicções solidamente arraigadas. Não obstante a largueza de recursos tecnológicos, a farta disponibilidade de dados e informações, a vasta bibliografia científica e o preconceito muitas vezes ainda fala mais alto. Cada vez que ocorre um determinado fenômeno que desafia os padrões estabelecidos, exigindo pesquisa e análise criteriosa, na maioria das vezes, a questão se não descamba para o terreno do maravilhoso, do sobrenatural, ao sabor de multidões de místicos que se alimentam de fantasias, é rechaçada por quem se apresta a tirar conclusões apressadas, desconsiderando a necessidade de aprofundar sua apreciação. Existem aqueles que, de outra forma, recusam-se mesmo a considerar a realidade que está a um palmo dos seus olhos. Fazem vista grossa àquilo que não se enquadra nos seus conhecimentos acadêmicos ou está fora do alcance de sua cultura. Esse é, justamente, o caso das crianças índigo. As notícias que a mídia estampa, além de confirmar essas colocações, causam-nos grande preocupação e estão, aos poucos, mobilizando pais, professores e profissionais da área da saúde conscientes da importância de entendemos o que está, de fato, acontecendo. O jornal O Estado de S.Paulo em sua edição de 2 de outubro último lançou uma denúncia: “Desafio: controlar a droga antiagitação” (veja o box). Segundo a reportagem, que ouviu o depoimento da psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney, 70% dessas crianças não precisariam tomar o remédio. A mãe (M. T. F.) de um garoto acusa as autoridades médicas: “Estão usando esse medicamento como se fosse água”. Seu filho, depois de um mês de “tratamento” com Ritalina parou de tomar a medicação, vítima de fortes dores de cabeça e náusea. Muitas dessas crianças, diagnosticadas como portadoras do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) são na verdade crianças índigo, ou seja, seres diferentes, cujo comportamento não se enquadra nos padrões conhecidos. À parte considerações religiosas e místicas, o chamado índigo não é um ser “iluminado”. Possui inteligência e sensibilidade aguçada. São espíritos em evolução, ainda em débito com a contabilidade divina, mas apresentam características próprias de seres que avançaram mais do que nós. Como qualquer um de nós, estão à mercê do meio-ambiente onde reencarnam. Sendo assim, não prescindem do amor de seus pais, do aconchego do lar, do equilíbrio familiar. Sua adaptação entre nós, seu aprimoramento moral depende desse ponto de partida: um lar equilibrado. É claro que todas as crianças necessitam viver bem em família para se desenvolver e progredir. No caso dos índigos essa necessidade é ainda mais acentuada: para desenvolverem suas qualidades, os recursos psíquicos de que dispõem, necessitam de aceitação, apoio e disciplina. Em nosso trabalho clínico observamos o comportamento, as características e necessidades dessas criaturas que pudemos identificar como índigos. O livro “Crianças índigo”, de Lee Carroll e Jan Tober, e “Educando crianças índigo”, de Egidio Vecchio, ambos editados pela Butterfly Editora, são de grande utilidade prática em nosso trabalho. Se Lee Carroll e Jan Tober fazem uma grande reportagem sobre os índigos, Egídio Vecchio se presta a identificá-los, compreendê-los, amá-los e educá-los. Seu livro também apresenta questionários e pré-avaliações que facilitam a assistência aos índigos, o que não podemos deixar de destacar. Se a incidência de nascimento de índigos é maior hoje do que em outros tempos, por contingência das necessidades planetárias de transformação, sua presença foi notada há décadas. Um desses casos, que passou por nosso consultório, foi o de M. V., 34 anos. Em busca de uma terapia que o ajudasse a superar problemas de ordem afetiva, procurou-nos por indicação. Em seus relatos, afirmou que sempre foi capaz de perceber o que as pessoas verdadeiramente sentiam, mas não recebeu nenhum estímulo a desenvolver essa percepção. Seu pai, já desencarnado, não enxergou o valor do filho, seu empenho em sentir-se amado. Em virtude dessa rejeição e de outros problemas paralelos, derrapou para o mundo das drogas. Passou por muitas dificuldades, mas despertou, em si mesmo, a vontade de recuperar-se. Internou-se numa clínica e venceu a dependência química. Descreveu esse período com extremo bom humor e humildade. Lá conheceu muitas pessoas que o ajudaram e tornaram-se seus bons amigos. Desempenhou muitas tarefas e, em razão de sua facilidade para se expressar, foi convidado a falar de suas experiências, sua luta contra o vício. Hoje, distante dessa época, trabalha por conta própria, fala inglês fluentemente. Faz suas próprias regras e horários, não suporta a rotina. Sua maior dificuldade é justamente trabalhar, mentalmente, com as informações de que dispõe sobre os sentimentos de outras pessoas. Involuntariamente, sente o que está por trás das aparências e das atitudes daqueles que o cercam. Essa é uma das características marcantes dos índigos. No caso de M. V., nota-se que não foi preparado para viver suas potencialidades, que nem sequer foram explicadas ou mesmo reconhecidas por aqueles que o educaram. Esse descompasso, do qual esse exemplo é uma amostra, se amplia sobremaneira em outros casos, os quais tivemos a oportunidade de registrar. Generalizando, muitas pessoas rebatem: “Isso pode acontecer com qualquer um” ou “É mais um caso de mediunidade que não foi desenvolvida”. Dependendo delas, se forem profissionais da área da saúde, tratarão desses pacientes com medicamentos paliativos do tipo da Ritalina. Esse é o erro que muitos estão cometendo. E quanto aos efeitos colaterais? O diferencial observável no índigo é que muito cedo se percebe sua dinâmica de personalidade: seu senso de bondade, igualdade, fraternidade, cooperativismo, caridade, e, acima de tudo, a consciência de que é ele mesmo quem deve corrigir seus erros. É muito comum notar que adolescentes índigos, solicitados a escrever histórias, revelam no conteúdo de seus relatos a preocupação com esses valores – intrínsecos à sua personalidade – alheios à maioria dos jovens nessa faixa etária. Estamos apenas no começo. Muito há ainda por fazer. Poderíamos relatar inúmeros outros exemplos se tivéssemos espaço para tanto. O que é mais importante nesse momento, no entanto, é entendermos que estamos vivendo uma nova era, um novo momento da nossa consciência planetária. Precisamos dar suporte a esses espíritos que estão reencarnando porque faz parte do nosso aprendizado comum. Aqueles que afirmam que os índigos são fruto da nossa imaginação não sabem o que dizem. No crescer dessa realidade, no avançar dos tempos, mudarão de opinião diante das constatações que estamos à beira de alcançar. Preocupam-nos apenas essas crianças que se apagam, melancólicas, entorpecidas por medicamentos, para se incorporar à triste sociedade de consumo que têm nos shopping centers o altar de sua adoração. Os tempos são chegados. Façamos o nosso papel de pais, de educadores. Vamos nos dedicar, de corpo e alma a esses pequeninos, lembrando-nos das palavras de Jesus: “Todo aquele que não receber o reino de Deus como uma criança, nele não entrará”. Educar com amor é entender a diversidade e conviver com ela, talvez o maior desafio do nosso século.

Estão usando a Ritalina como se fosse água
Mais de 1 milhão de caixas de Ritalina foram consumidas no Brasil em 2005. Um aumento de 25% em relação ao ano anterior. A quantidade assusta a psicanalista e professora da Universidade de São Paulo (USP) Kátia Forli Bautheney. Para ela, em muitos casos as crianças são apenas reflexo da família. ‘Temos de nos preocupar se a criança tem os sintomas ou é uma criança sintoma’, diz.
Ela conta que 70% das crianças com diagnóstico de TDAH que atende não precisariam tomar o remédio. Com M.F., de 14 anos, não foi diferente. Após ter o problema identificado na escola e com um mês de tratamento, parou de tomar o remédio por conta dos efeitos colaterais que causou. Nesse período, o garoto teve dores de cabeça diárias e seguidos casos de náusea.
A solução veio com uma consulta a uma psicopedagoga e com a mudança de escola. ‘Estão usando esse medicamento como se fosse água’, diz a mãe do garoto, M.T.F.”
(Trecho transcrito da reportagem “Desafio: controlar a droga antiagitação”, publicada na edição de 2 de outubro de 2006 no jornal O Estado de S.Paulo).

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Educando crianças índigo

VALDENIZA SIRE SAVINO

É com grande satisfação que vem a público, através da editora Butterfly o livro “Educando crianças índigo”, de autoria do eminente psicólogo e psicopedagogo Dr. Egídio Vecchio.
Pouco material de pesquisa sobre esse tema tem chegado ao nosso conhecimento, além de fontes como a internet e o livro “Crianças Índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), de  Lee Carrol e Jan Tober; porém, agora, grande incentivo temos para desenvolver melhor o estudo de assunto tão importante, a partir da obra do Dr. Egídio, que vem trabalhando há alguns anos com índigos no Portal do Índigo (RS).
Iniciei o prefácio do livro afirmando que "A natureza da criança tem mudado muito nas últimas décadas" e em conseqüência, todos os que estão envolvidos com elas, pais, professores e profissionais das mais diversas áreas, necessitam analisar suas próprias posturas para educarem/conviverem melhor com essas crianças cujo comportamento ainda não foi classificado pela psicologia.
Trata-se de uma obra séria e de cunho científico.
O autor aborda esta questão com muita seriedade e responsabilidade, desenvolvendo, a partir da sua prática, teorias e orientações que merecem respeito, crédito e estudo.
Expõe de maneira bem didática sua metodologia:
- inicia pela reflexão quanto aos papéis que competem à escola e à família;
- desenvolve sua teoria sobre a questão fisiológica;
- esclarece quem são as crianças índigo;
- lista 134 características dos índigos (baseada em seu trabalho com eles)
- avaliação do índigo;
- os índigos em relação às inteligências múltiplas;
- biotipologia;
- analisa correntes pedagógicas como a Waldorf e Montessori;
- apresenta-nos a pedagogia de valores baseada na paidosofia;
- sugere técnicas para o desenvolvimento desta pedagogia;
- inclui vários questionários que visam identificar potencialidades/ necessidades dos índigos; condutas parentais positivas/negativas, etc.
A questão fisiológica, uma das fundamentais, elaborada pelo pesquisador, refere-se ao DNA:
“O DNA  capacitado do índigo é um dos maiores desafios para a ciência pesquisar”.
“A expressão que adotamos DNA  capacitado, significa simplesmente que esse DNA apresenta um potencial a ser desenvolvido. O índigo não é, portanto, um ser superior, mas uma criatura que dispõe de um grande potencial que pais e educadores devem ajudar a desenvolver”.
“O índigo constitui, pois, um novo tipo de criança que vem ao mundo com um DNA diferente, com predisposições cromossômicas para manifestar comportamento diferente e superior a tudo o que conhecemos como próprio do ser humano”.
“O índigo não é um doente inadaptado, psicológica ou socialmente. Essas crianças chegam com uma saúde psíquica jamais vista”.
O autor parte do pressuposto de que “Mudar o código genético do qual depende a natureza dos humanos é possível”.
Sobre essas crianças ele ainda afirma:
“Suas células são diferentes, o código genético é diferente; e a psique é diferente porque sua biologia também é diferente. Sua condição antropológica é diferente, a energia é diferente, a freqüência vibracional é diferente”.
Outra questão tão importante quanto a anterior refere-se à pedagogia de valores que é baseada na paidosofia.
Você provavelmente nunca ouviu falar em paidosofia, ou já?
Pois bem, o emérito doutor explica-nos de maneira muito simples e de fácil  compreensão o significado dessa abordagem, sobre a qual mencionaremos só o mais importante:
“A paidosofia ensina que o objeto da educação é a conduta humana em sua inter-relação".
“Na educação paidosófica o índigo aprende a utilizar sua Inteligência  emocional para lidar com os próprios valores, conhecimentos e acontecimentos, com também aprende a lidar com os conhecimentos, valores e fatos referentes a condutas dos outros. Isto, para os paidosóficos, é educar”.
A partir daí, desenvolve-se a pedagogia de valores que tem como principal valor a justiça, derivando dele outros vinte e sete valores complementares, como por ex: honestidade, verdade, liberdade, amor, poder, etc.
Além de explicar o que é cada valor, o autor sugere formas para se trabalhar com eles, porém existe flexibilidade para que se possa criar outras maneiras que melhor se adeqüem às necessidades.
Estes itens que aqui citei são apenas alguns pontos desse maravilhoso trabalho que não está fechado, segundo o próprio autor deixa evidente. É uma pesquisa genuinamente brasileira, elaborada a partir da prática do Dr. Egídio.
É importante que estejamos atentos para sabermos tratar com bom senso e respeito essa questão, sem valorização excessiva ou então banalização. Em relação a isso, o autor faz questão de desmistificar “fantasias divulgadas sobre a natureza e o comportamento dos índigos, para as quais não existe nenhum fundamento”.
Ler, estudar, avaliar as teorias desenvolvidas neste livro, é apenas o começo do conhecimento que ainda será adquirido sobre a natureza destes seres. Estamos todos de certa maneira envolvidos; então vamos aproveitar esta oportunidade e aprendermos a partir deles, contribuindo com a nossa parte de amor, assim como o próprio autor disse tê-lo escrito.


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As crianças índigo existem

VALDENIZA SIRE SAVINO (PARA A REVISTA ESPÍRITA ALÉM DA VIDA)

As crianças índigo  existem  realmente, não  há  como   negar. Faço essa afirmação baseada na minha prática profissional, nos estudos e pesquisas que estou desenvolvendo e também no meu contato com professores, testemunhas muito próximas dessa realidade. Ao descrever o padrão de comportamento dos índigos aos professores, eles imediatamente identificam entre seus alunos aqueles que se enquadram nessa condição, até porque a convivência diária nas salas de aulas permite essa avaliação.
A existência dos índigos, essas crianças que apresentam um comportamento diferenciado, ainda não classificado pela psicologia, não é do conhecimento da maioria dos professores. Há necessidade de um trabalho de divulgação nesse sentido, o qual eu acredito irá abrir, ainda mais, novas possibilidades de entendimento. Quanto à existência dessas crianças, sua constatação não é tão recente: grupos informais trocam informações e experiências na Internet já há alguns anos.
No meio espírita, Ana Gaspar, fundadora e conselheira do Centro Espírita Nosso Lar e das Casas André Luiz, em São Paulo, referiu-se às crianças índigo em palestra proferida nessa instituição, durante a qual abordou, com ênfase, o aspecto orgânico, em especial o DNA, das crianças índigo.
Na cidade de Porto Alegre (RS), o doutor Egídio Vecchio – autor dos livros “Índigos, as crianças da nova era” e “Índigos, fantasias e segredos” – desenvolve, há oito anos, um trabalho de estudo, pesquisa e orientação aos índigos, pais e professores, na Associação Pró-Índigo e no Portal do Índigo. Nesse momento, seu trabalho está especialmente voltado para a educação do índigo, que exige um tratamento diferenciado, ainda em vias de desenvolvimento.
Não há como não vislumbrar no horizonte espiritual os contornos dessa nova era que está se delineando, o mundo de regeneração. As crianças dessa nova era – índigos, ou como queiram chamá-los – são parte importante desse mundo novo e para isso foram preparadas na espiritualidade. No livro “Momentos de Harmonia” (Bahia: Editora Leal), o Espírito Joanna de Angelis, psicografada por Divaldo Pereira Franco refere-se a elas: “(...) dá-se neste momento a renovação do planeta, graças à qualidade dos espíritos que começam a habitá-lo, enriquecidos de títulos de enobrecimento e de interesse fraternal”. A citação, a qual reproduzo, é do nosso companheiro de seara espírita, o escritor Alkindar de Oliveira, sempre atualizado e participante.
A doutora Ercília Zilli, presidente da Associação Brasileira dos Psicólogos Espíritas (ABRAPE) declarou recentemente: “Como espírita, acredito que estejamos no limiar de uma nova era, a qual chamamos de regeneração. Para que haja regeneração, é necessário que a evolução dos espíritos que ainda aqui estagiam  aconteça e que outros, mais preparados, reencarnem na Terra. Creio que é nessa premissa onde se encaixam os espíritos que estão reencarnando e sendo denominados de índigos. Para que haja renovação, é fundamental que as coisas sejam feitas de uma maneira nova”. O livro “Crianças índigo” (São Paulo: Butterfly Editora), dos norte-americanos Lee Carroll e Jan Tober é, naturalmente, um ponto de partida, não uma obra definitiva, embora apresente informações e depoimentos consistentes. Acredito que na esteira dessa publicação, outras obras aprofundem esses estudos, é só uma questão de tempo.
Cabe à imprensa espírita abrir espaço para o debate dessa questão, que nos interessa de perto, movimentando opiniões e disponibilizando estudos e estatísticas – iniciativa pioneira da nossa Revista Espírita Além da Vida – e não contestá-lo de cátedra, a qual, aliás, não têm condições de ocupar. O papel da imprensa, acredito, é justamente esse, ampliar o alcance das informações, remetê-las ao leitor. A imprensa espírita que pretendemos atuante, deve aprofundar-se em suas investigações e não simplesmente proferir opiniões para as quais não dão respaldo. Essa colocação deve valer não só para a questão das crianças índigo, mas também para outros temas que merecem, igualmente, da nossa parte, considerações fundamentadas na consistência da praxis e do conhecimento, distante dos preconceitos e das paixões.

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VALDENIZA SIRE SAVINO, psicóloga clínica licenciada em pedagogia, expositora espírita e diretora de ensino e psicologia do Centro Espírita Elos de Amor e também da assistência psicológica do Grupo Espírita Geam, ambos localizados na Zona Norte da cidade de São Paulo. Contato: valdenizasavino@terra.com.br, Rua Força Pública, 22 (Santana), São Paulo/SP  CEP 02012-80, telefone (11) 6221-0198.


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