Prefiro assistir a
minissérie Amazônia que retrata uma das fases da história de
nosso país.
Prefiro ler um livro, ver um filme, bater papo com amigos ou
escrever a assistir o programa veiculado pela Rede Globo de
Televisão.
Gosto de empregar bem meu tempo.
Também não vou ficar com discurso de intelectual a rotular disso
ou daquilo quem assiste e se deleita com a atração.
Desde que respeite o semelhante, cada um tem o direito de fazer
suas escolhas, suas opções, e ninguém pode se julgar apto a
menosprezá-lo por isso.
Afinal, quem sou eu para rotular alguém?
Mas, reitero minha opinião; não gosto do Big Brother Brasil!
Em minha opinião é um desfile de futilidades.
Não gosto de assistir romances superficiais, armações, intrigas,
fofocas, isso não me acrescentará nada.
Cultua-se demasiadamente a beleza, o corpo físico; nada contra,
tudo a favor da beleza, todavia, o ser humano não se resume a
isso.
Penso que a jornada humana na Terra é muito mais ampla do que
uma luta desenfreada pelo sucesso e pelos holofotes que a mídia
proporciona.
Aplausos, elogios, reconhecimento, autógrafos, o pomposo rótulo
de estrela ainda causa ilusões!
Não raro, leva a disparates de todos os tipos.
É triste ver o marketing que se faz em torno da fraqueza
humana.
Mais triste ainda é ver pessoas se felicitando com as intrigas
causadas pelos aspirantes à estrela.
As mazelas infelizmente ainda continuam a vender barbaridade.
Por isso, reafirmo:
Não gosto do Big Brother Brasil, prefiro assistir Amazônia!

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