 |
|
SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
-
Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
 |
|
|
Crianças índigo e
doenças |
|
|
CRIANÇAS ÍNDIGO
ADOECEM DE FORMA
DIFERENTE DAS NORMAIS? - Meu filho vive doente! O meu
não saí dos antibióticos! Essa criança parece
que não sara nunca! O meu quase não adoece, mas em compensação...
Nestes vinte e oito anos de trabalho como médico de famílias
tivemos oportunidade de atender clientes de várias gerações.
Quando se fala em geração logo vem á nossa mente a divisão entre
pais e filhos ou a separação em décadas, porém no ritmo atual,
as crianças que nascem de um ano para o outro já manifestam
diferentes comportamentos e tendências.
Um
fato nos chama a atenção - Ouvem-se muitos
comentários afirmando que antigamente as crianças eram mais
saudáveis. Será que realmente as de hoje adoecem mais do que as
das gerações anteriores? Essa dúvida de tantas pessoas nos
despertou a curiosidade e resolvemos estudar antigos prontuários
comparando-os aos das atuais crianças. Nessa comparação entre
doenças infantis de ontem e de hoje, algumas suspeitas de
aumento de ocorrências puderam ser confirmadas; outras, não são
verdadeiras; apenas, há mais facilidade para diagnósticos e
tratamentos. É inegável que o sistema de saúde atual favorece
para boa parte da população a ida ao médico; desse modo,
situações e sintomas que antes passavam desapercebidos hoje são
focados como problemas e medicados. Como exemplo: o constante
escorrer do nariz de antigamente era tratado com chás; hoje é
diagnosticado como rinite e medicado com vários tipos de
remédios. Outro detalhe é que nos condicionamos a associar o uso
da tecnologia com resultados definitivos de cura. Quando criamos
muitas expectativas, verdadeiras ou não; há o perigo da
frustração, pois sempre há uma diferença entre o que se espera e
a realidade. Neste caso. A expectativa: a partir do momento que
os cuidados com a saúde infantil aumentaram com o pré-natal, a
puericultura, a vacinação em massa e o acesso ao médico pediatra
ficou mais fácil, seria lógico esperar crianças cada dia mais
saudáveis e que não dessem tanto “trabalho” aos pais, em se
tratando de doenças.
A
frustração - de forma genérica, realmente boa
parte das de hoje adoecem mais e mais seguidamente do que antes;
e naquela época havia menos recursos disponíveis. O que não deu
certo? Dentre outras coisas, o “nosso sistema de crenças” -
acreditamos que as doenças possam ser curadas num passe de
mágica pela tecnologia de diagnósticos e remédios; e que basta o
avanço nessa área para criar mais saúde e melhor qualidade de
vida.
Deslumbrados com a modernidade e o estilo de vida voltado para o
consumo, nos descuidamos no respeito às leis mais básicas que
regulam a vida no planeta.
Destruímos nosso habitat (o planeta) numa velocidade e
intensidade como nunca se viu. Poluímos terra, água, ar e o
nosso organismo está exposto a tantos produtos químicos que já
começamos a comprometer nossa sobrevivência. Além disso,
distraídos e encantados com a modernidade, em nossas conjecturas
não contávamos com aumento violento da ansiedade e do medo,
emoções que vem embutidas nas informações tão contraditórias
quanto excessivas. Especialmente nos últimos cinco anos tudo
mudou muito rápido, até as pessoas, as doenças e a própria cura.
Vivemos ciclos de satisfação/insatisfação em tudo, e nesse caso,
a incompatibilidade entre as expectativas e a realidade dos
resultados práticos quando se trata de saúde, doença e cura nos
desgasta, principalmente na doença da criança. Cada um sofre de
acordo com as suas circunstâncias: Ao médico cabe a preocupação
e a responsabilidade de acertar sempre; pois está recebendo para
executar essa tarefa. A família fica com a parte do estresse, do
medo de ocorrências mais graves e do temor da perda. A criança
sofre com as dores, o mal estar, e todos os outros
inconvenientes sintomas da doença.
Feito o diagnóstico, receita-se o remédio e prescreve-se uma
série de cuidados, e, se a doença ou os sintomas desaparecem
rápido todo mundo fica feliz e aliviado; o problema é que, daí a
algum tempo (cada vez mais curto), repete-se tudo de novo. O que
nos deixa mais insatisfeitos é que essa situação parece que não
acaba nunca e, o pior é que, não se trata de competência
profissional ou de falta dela; de remédio forte ou fraco; de
muitos ou poucos recursos de diagnóstico; senão seria muito
fácil e simples resolve-la. O problema está na forma como vemos
a moléstia e na maneira de nos relacionarmos com ela.
Na busca de minimizar as recorrências das doenças de nossos
pacientes passamos a nos dedicar a analisar onde se encontram as
falhas na busca da cura definitiva e encontramos algumas. Dentre
elas, qualquer intervenção externa ao indivíduo leva apenas a
uma cura temporária, à supressão dos sintomas ou à troca do
órgão de choque da doença.
As expectativas com relação aos nossos bate papos são modestas.
Nosso desejo é que, ao final os leitores saibam diferenciar uma
situação crônica de outra aguda. E consigam distinguir uma
doença aguda das crises de uma moléstia crônica; e mais
importante, que deixem de acreditar em curas mágicas.
Esperamos que uma das clássicas frases:
“Meu filho tem um resfriado que não sara nunca”, ao término da
leitura possa ser substituída por: “meu filho tem freqüentes
crises de rinite ou sinusite que é uma doença respiratória
crônica de fundo alérgico que exige esforço e cuidados para ser
curada”.
Um fato vem nos despertando a atenção já a alguns anos,
“crianças diferentes da maioria”, ás vezes aparecia um cliente
com esse perfil, lá de vez em quando outro, mas nos últimos
cinco anos e, acelerando, cada vez se tornam mais numerosas. Nas
mais antigas, a queixa principal dos pais era o fato da criança
estar fora dos padrões de normalidade (peso e altura,
principalmente o peso); mas havia um fato intrigante: elas não
ficavam doentes como os irmãos normais. Outra queixa dos pais
dessas crianças era o “problema” da alimentação – essa criança
não come nada! não sei como pára em pé! - a sorte é que
raramente fica doente! deve ter uma imunidade muito boa! - ah,
se ela comesse como o outro seria um touro indomável! Outro
conjunto de queixas envolvia o sono – essa criança não quer
dormir, luta contra sono! - não agüento mais! O comportamento
delas era uma fonte de sofrimento para os pais – essa criança
tem um gênio muito forte! só faz o que quer! não adianta bater!
Depois é que descobri que essas eram as crianças índigo,
chegando em número cada vez maior. Conforme veremos no decorrer
dos próximos bate papos, elas tem uma forma peculiar de adoecer
e de se curar. O que será comentado em cada tópico a ser
desenvolvido.
No primeiro bloco: As causas da doença crônica fazemos um
apanhado dos principais fatores que participam da construção da
doença.
No segundo bloco: Razões principais da falta de sucesso
na prevenção e tratamento comentamos os possíveis descuidos
tanto de pacientes e seus familiares quanto dos profissionais da
saúde.
No terceiro bloco: Estudo das soluções analisamos algumas
possibilidades simples e de baixo custo para resolver ou aliviar
o problema.
Quem se interessar por esse instigante assunto ainda dá tempo de
participar do 3° Seminário de Educação e Orientação ao Índigo
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/especial.htm,
no próximo dia 27 de maio, domingo, em Santo André - SP. Neste
evento podemos responder a algumas dúvidas, segundo nossas
observações.
Até lá...

Américo Canhoto
Leia outros artigos de Américo Canhoto:
A comédia da vida real...
A escola em pânico
1ª e 2ª parte...
A fonte da vida...
Álcool: porta de
entrada dos vícios...
Alzheimer: é
possível evitar...
Crianças índigo
e doenças...
Cuidado: vampiros hi-tec à solta...
Cuidar de
pobres é fácil...
Depois do Carnaval...
Eles começam mais
cedo...
Eram os deuses astronautas...
Espírita de
porco...
Ética na
guerra...
Felicidade na
vida profissional - Primeira parte...
Felicidade
na vida profissional - Segunda parte...
Haja paciência...
Mediunidade na
infância...
Notícias
perigosas...
O carnaval segundo...
O segredo da
vida longa...
Pânico à Luz do
espiritismo...
Porque os fumantes
são folgados...
Quem são as
crianças índigo - Primeira parte...
Quem são as crianças índigo -
Segunda parte...
Quem são as crianças índigo -
Terceira parte...
Quem são as
crianças índigo - Quarta parte...
Reconhecendo um derrame...
Ser morno é ser
medíocre...
Vacinação bioética...
Workshop: "Saúde ou doença, a escolha é
sua"...
Ver outros colunistas...
Ir
para página principal...
|
|
Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
Jornal
dos Espíritos - o seu jornal
espírita na internet
Copyright 2005 - Todos os direitos reservados.
redacao@jornaldosespiritos.com
Microsoft Internet Explorer - 6.0 - Resolução: 800 x 600 |
|