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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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Notícias perigosas |
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Notícia do New York
Times, de terça-feira, 6 de fevereiro de 2007: Para
adolescentes, o carro é o maior risco á saúde.
A reportagem mostra que nos Estados Unidos da América as
colisões em veículos motorizados são a principal causa de morte
na faixa etária entre 16 e 20 anos. Aqui no Brasil não ficamos
atrás quanto ao volume dos acidentes e á gravidade dos mesmos. A
diferença é que, aqui por estas bandas do planeta, a principal
causa de morte dessa faixa etária são os assassinatos. A maior
parte dos nossos jovens morre vítimas da violência, mas essa é
outra história. Saindo da periferia para o centro do assunto,
preocupa-nos as referências que são feitas a medicamentos,
especialmente quando são citados os nomes comerciais (costuma
ter jabá no pedaço). Na análise das possíveis causas dos
acidentes ali comentadas nada a reparar. As tentativas de
profilaxia também são dignas de elogios. Mas, “uma dose de 50
miligramas do anti-histamínico Benadryl tem maior efeito sobre o
desempenho ao volante do que um nível de 0,01% de álcool no
sangue, de acordo com o estudo”. Quando o articulista cita o uso
do medicamento não ficou claro se as pessoas em tratamento com
esse tipo de medicamento deveriam evitar dirigir ou se os jovens
usam o Benadryl junto com álcool para ficarem baratinados. Esse
e outros remédios vendidos até sem receita médica foram e
continuam sendo usados por jovens nas suas festas e baladas;
tanto lá quanto cá e talvez no mundo.
Outro ponto da reportagem que merece ressalvas: “um medicamento
que ajuda a melhorar o desempenho ao volante é o estimulante
metilfenidato, conhecido comercialmente como Ritalin, quando
usado por adolescentes que sofrem de distúrbios de deficiência
de atenção. O medicamento reduz a possibilidade de acidentes
causados pela desatenção”.
Jovens e até velhos leitores desatentos podem começar a tomar
Ritalin achando que seu desempenho ao volante vai melhorar. Para
alguns setores da mídia científica tudo pode ser resolvido com
pílulas. Desse jeito, breve o jovem ao sair para as baladas com
a namorada vai tomar um Ritalin e um Viagra, depois; antes de ir
para casa toma um Rivotril para dormir e ao acordar toma um
analgésico para a dor de cabeça, um digestivo e um
anti-depressivo; está pronto para começar um novo dia, e que
venham os desafios.
Não somos contra os medicamentos, essa atitude seria falta de
bom senso. Somos contrários ao uso sem critérios que se faz
deles e a banalização das indicações pela mídia a serviço da
indústria. O Ritalin está na moda tanto lá quanto cá e uma das
vítimas desse marketing é a criança índigo mal diagnosticada e
tratada como se fosse TDAH. Pessoas com déficit de atenção
importante podem beneficiar-se, mas para muitos a relação custo
benefício será muito negativa; cada dia mais.
Longe de dar uma de vidente ou de profeta; mas dando,
preparem-se para a rápida perda assombrosa de memória e da
capacidade de atenção. No trânsito, por exemplo, estamos no
farol esperando que ele se abra para atravessarmos o cruzamento,
tudo bem o farol abriu, o outro motorista que ia cruzar a
avenida está tão absorto em seus pensamentos, tão distraído que
não vai ver nem farol muito menos a cor e, vai bater em nós. O
que já tem de panelas queimando nas casas é demais; a pessoa
chega em casa, põe uma panela no fogo e vai mexer com outra
coisa, quando é que vai lembrar-se disso; quando sentir o cheiro
de queimado ou o bombeiro chamado pela vizinhança batendo na
porta. Cuidado ao atravessar a rua, vai olhar para um lado e
esquecer de olhar para o outro e toma, mais um atropelado para
aumentar as estatísticas. Qual o motivo? São muitos, mas dentre
eles o excesso de informações tão inúteis quanto desnecessárias
que trazem consigo um aumento infernal de ansiedade e medo. Há
solução? Claro, mas, pode tomar baldes por dia de Ritalin que
não vai resolver o problema. Outro problema, boa parte dos anjos
da guarda e mentores estão com a carteira de habilitação vencida
e ela não será renovada, até que as regras mudem; até porque
muitos dos maus motoristas serão transferidos de planeta. Não
confie mais naquela mãozinha mágica. Muito menos ouviremos
coisas do tipo: "Nossa, escapou sem nenhum arranhão, parece
milagre!"
Cuidado.
Em trânsito pela vida obedeça a todas as leis.
Não se torne mais um número nas estatísticas.
Forte abraço.
Américo Canhoto |
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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