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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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A comédia da vida real |
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A
vinda de Bush ao Brasil - Na maior parte do
planeta o sentimento anti Estados Unidos, é muito forte e as
atitudes do Bush só o fazem aumentar. Mas os velhos e orgulhosos
romanos de volta ("A caminho da Luz", do Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier) é que são os
responsáveis por isso, e não os que são tratados como bárbaros
atrasados e sanguinários (resto do mundo). Mesmo que a já
tumultuada vida do paulistano tenha sido azucrinada por essa
visita não tão bem vinda assim, nos comportamos de forma
razoável como povo, com a civilidade possível nestas condições
de vida que temos e merecemos, fora a turminha dos sem tudo, que
tentou criar um tumulto na Avenida Paulista com a ajuda da nossa
sempre despreparada polícia até que saímos legal aos olhos dos
vídeos do mundo; na TV os gringos apenas sentiram falta dos
bumbuns, do rebolado e dos peitos de fora. Ratas desse tipo
acontece, bem que tentaram e foram bem pagos para isso (olá
Chávez tudo bem?) mas não conseguiram (até que estavam bem
ensaiados e com as roupinhas combinando), mas o impacto esperado
não foi atingido e, o Lula vai ter que rebolar quando no final
do mês for prestar contas ao chefe, desculpe ao Chaves (foi sem
querer querendo). Tomara que ele tenha melhor sorte com os
argentinos preparando uma violenta recepção ao Bush por tabela,
pois ele estará visitando o Uruguai. Bem isso são apenas gags da
comédia, deixa pra lá. Qualquer pessoa que pense um pouco sabe
das razões que trouxeram aqui o presidente americano: tentar
anular a influência do Chavéz na região. Usar o artifício dos
acordos de cooperação para amarrar a tecnologia de extração de
etanol a outros interesses.
Mas, vamos ao que nos interessa: o que nos deixa com raiva é ver
e ouvir o Lula querendo virar estadista dos pobres, dando a
entender que podemos exportar nosso modelo de gerar energia
renovável para a África e o Caribe, como se nós fossemos um
oásis de paz, justiça social e prosperidade. Qual é presidente
pirou? Os africanos já têm problemas demais – não queira jogar a
cana para eles chuparem o bagaço como acontece com o povo
brasileiro. Antes de imaginarmos que o biocombustível vai
resolver os problemas do Brasil e do mundo, alguns pontos
precisam ser esclarecidos e debatidos; antes devo dizer que o
amigo está perdendo a memória (melhor procurar um médico) nem
posso escrever aqui o que na época de sindicato dizia a respeito
do perdão do governo aos empréstimos feitos pelos usineiros.
Quem lucra com isso e quanto? – Não venha com essa falácia de
Pib balanço comercial e outros bichos – nós o povão, não comemos
nem respiramos Pib nem balanço comercial.
Sabia que grandes empresas estrangeiras estão comprando todas as
usinas dos antigos usineiros que davam calote oficial e abrindo
outras? Pois, esse é um negócio da china - O que isso importa? –
Muito, pois custará a destruição do meio ambiente - Sabe quanto
custa uma multa pelo corte de árvores e de depredação de
nascentes? – uma merreca, então eles estão destruindo tudo, vão
plantar a mardita cana até nos telhados das casas.
Quantos novos empregos são gerados? – Poucos, muito poucos.
Se eu tivesse terra para alugar para as usinas talvez fizesse o
mesmo. Mandaria meus empregados embora que só enchem o saco,
finge-se de doentes, não gostam de trabalhar dão despesas
sociais inúteis – sabe quanto custa ter um funcionário,
presidente? Plantar cana? Negócio da china, substituo toda a
trabalheira produtiva pelo aluguel da terra e nem tenho que
agüentar essa turma da polícia ambiental, Ibama e outros bichos
– tudo vira um mero contrato de locação por cinco anos no mínimo
– E depois? – O futuro a Deus pertence (estarei com o pé de
meia, feito) – será?
Seus conterrâneos que vinham cortar cana na época da safra estão
perdendo o emprego para as máquinas colhedeiras – menos mal pois
vão continuar nos seus locais de origem sendo mantidos pelas
esmolas oficiais; daí não mais engrossarão o índice de
criminalidade decorrente do sistema – é simples explicar: ao
final da safra muitos ficam amontoados nas periferias e basta um
dia num boteco o convite para um assaltozinho, se der certo o
primeiro – trabalho nunca mais – o final da história até você
que parece alienado sabe: prisões lotadas, balas perdidas.
Amigo presidente, que tal pegar um carro e sair da capital em
direção a qualquer ponto do estado de São Paulo? Sabe o que vai
ver: alguns focos de laranja e depois cana, cana, cana, cana.
Abro o jornal local de hoje e me deparo com as seguintes
manchetes da área: lavouras empobrecidas – Produtor quer evitar
concentração de renda na mão das indústrias...
Não quero mais encher sua paciência presidente, desejo encerrar
este desabafo com uma história: dia destes (deu no jornal) numa
cidade vizinha, um vô de 78 anos na cidade teve que lutar
bravamente com uma sucuri para salvar o neto que estava sendo
engolido – sabe porque os bichos do mato estão invadindo as
cidades? – estão sendo expulsos pelos executivos das
multinacionais que estão defecando para nossas necessidades.
Chefe do estado: perdão pelo desabafo – mas se nem ao menos a
porcaria da eliminação da sobre taxa dos americanos ao nosso
etanol, da cana que compram de nós você não conseguir – tomara
que... 
Américo Canhoto
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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