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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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É o fim da
picada... |
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Casos de dengue
aumentam 82% no Estado de SP |
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AMÉRICO CANHOTO |
Nem Shakespeare
tomando um chopinho no Leblon ou no boteco da esquina, numa
tarde quente pensaria nisso; "né" garota de Ipanema? Que tal uma
picada deste inseto nessa sua tatuagem?
Aí que delícia - quisera eu ser o inseto da picadura
(consciência). Ao pé do ouvido do outro: Isso vai dar letra de
samba; pode até ganhar o próximo carnaval; falou! – é isso aí
mano! – boca de siri – presta atenção na notícia cara. – Vai
mais um chapeado e um pingado? - Vai mais uma, bem geladinha?
Sabe a última do Bush? – E a do papagaio que bebia todas? - Se
você falar alto isso do Lula; vai apanhar – cara não percebeu
que está do lado do posto do INSS?
Viu o que aconteceu na novela?
E quem você acha que está ficando com quem no big brother? –
minha mãe acha que isso é tudo “armação” da Globo; mas eu já
peguei “ela” assistindo; escondido...
Baseados e embasados cientificamente nos mais importantes
aparelhos já desenvolvidos pelas nossas ciências sociais
brasilianistas: o ouvidômetro, o gersomêtro, o médiumnometro e o
achômetro (aparelhos aprovados pelo imquemetro); achamos a
resposta da sociedade brasileira ao problema da dengue: uma
farra; um carnaval de achismos.
Essa conjuntura é alvo da nossa divertida incursão ao mundo da
sociologia e da letrologia tupiniquim ou da sociedade do
“ouviram do Ipiranga” quando se tenta definir e delimitar algo
sério. Nosso universo de pesquisa é amplo e ilimitado; pois
ouvimos boa parte, das várias camadas sociais, sobre a análise
das causas do problema às soluções.
Deu na folha de SP – 14 de março de 2007 – Casos de dengue
aumentam 82% nos últimos dez dias no Estado de SP (com certeza
também passou em todos os jornais do rádio e da TV). Com certeza
absoluta, raros leitores telespectadores e ouvintes pararam para
refletir um segundo sobre isso, também pra que? O negócio é se
divertir!
Como um espírito chato e índigo (dizem as más línguas das minhas
amizades videntes); adoro colecionar as pitacas das pessoas de
manhã na hora do café nas padarias, nas filas, enfim por aí.
Sobre a dengue retive na memória algumas pérolas do pensamento
brasiliano de gente como a gente que desejo dividir com os
amigos.
Nada contra as estatísticas e resultados de pesquisas. Mas como
a voz do povo é a voz de Deus aqui nem papai Noel, branca de
neve e seus amigos deputados (setecentos anões) confiam nas
pesquisas e nas estatísticas nesta terra abençoada; mas justiça
seja feita; talvez nos outros lugares mais desenvolvidos seja
pior; aqui não são confiáveis pela preguiça e desleixo (problema
do clima tropical que dá um sono danado na capacidade crítica),
nos lugares mais desenvolvidos por interesses mais escusos como
invadir a casa de alguém tomando posse com a justificativa de
que ali se procriava o mosquito inimigo da liberdade e da
democracia (olá Bush).
Fiquem tranqüilos camaradas e companheiros; a coisa não é tão
feia como parece. E cada um dos componentes da fauna
brasilianista tem na ponta da língua o santo remédio: a vacina.
Para os amantes do futebol – como o bicho é listrado de branco e
preto – em Sampa basta uma tatuagem do Palmeiras ou do São Paulo
que o bichinho morre de medo ou foge. No rio e nos outros
Estados basta...
Para os que pensam naquilo o tempo todo: basta enfeiar-se para
evitar a picadura do mosquito...
Para o presidente basta editar uma MP para acabar de vez com o
problema.
Para os políticos basta normatizar a incidência do bicho,
definir os lugares onde ele pode atuar e picar á vontade ou não.
Para os profissionais da justiça apenas pobres, pretos e...
podem ser picados a não ser que entrem com habeus corpus...
Brincadeiras á parte; gente! O bicho vai pegar alguns dias após
a temporada de chuva passar. Em abril quando começa a maior seca
do século até o índice oficial vai lá para as infinitas alturas.
Qual a sensação de pegar uma dengue?
Na primeira vez a vontade é de morrer pra acabar com o sofrer,
pois haja mal estar e dor. Da segunda em diante, a paciência de
Deus se esgota e já corremos o risco de vazar desta dimensão –
bem feito? Neste nosso país o que atrapalha a educação é que
logo vamos requerer a aposentadoria por dengue crônica...
Nossa intenção com essa brincadeira, é alertar e oferecer aos
amigos uma oportunidade de atenuar o problema com um remédio
homeopático que tem a cara da dengue (é assim que os
medicamentos homeopáticos agem; o que o remédio cura; tem que
ter a cara do que pode causar no homem saudável). Confesso que
lutei e discuti muito em pensamento com os amigos da
espiritualidade sobre a relação custo benefício de espalhar a
notícia sobre esse preventivo e curativo medicamento.
Não seria melhor deixar que os mal educados em todos os sentidos
possíveis e imagináveis experimentassem na pele a doença para
ajudar na educação dos renitentes?
Disseram que não - e os motivos não diremos para não causar
pânico.
Então, lá vai:
O nome do medicamento é Eupatorium perfolatium CH 6. Como
preventivo: tome 5 gotas direto na boca ou diluído em água 1vez
por dia. Se pegar a doença tome 5 gotas de hora em hora enquanto
acordado durante 3 dias. Não há efeitos colaterais de crianças a
idosos (o único é manter a preguiça de pensar e não ajudar em
nada na educação em todos os sentidos). Quem quiser tomar que
tome. Quem quiser curtir os sintomas da dengue (busque na net –
me recuso a repetir) para tomar vergonha na cara em termos de
evolução que o faça, mas não deixe de cumprir com suas
obrigações nem falte no trabalho se puder...
Faço uma rogativa ao amigo leitor: se pegar dengue; não se torne
um dengoso em termos de saúde de pública, continue trabalhando
meu! Mesmo com quarenta de febre, e para se prevenir curtindo:
escolha já o tema de seus delírios febris. Tá dito, mas confesso
que meus amigos espirituais ainda não conseguiram me convencer:
continuo entendendo que dicas desse tipo devem ser usadas apenas
em crianças bem pequenas e idosos; nós os teimosos os São Tomes
devemos pagar caro para comprovar.
Boa febre.
Lindos delírios febris...

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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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