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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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Engravidei e
agora? |
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Nós espíritas estamos sendo
colocados na berlinda por sermos contra a discussão a respeito
da legalidade do aborto ou não. Nossa posição deve ser muito
clara: não somos contra a discussão, mas devemos alertar
fortemente as pessoas (especialmente os jovens) a respeito das
conseqüências do ato. É claro que somos contrários a qualquer
tipo de aborto e em qualquer circunstância seja ele legalizado
ou não.
Alerta aos jovens
A mais antiga e imediata conseqüência de uma relação sexual
é a gravidez (bastam nove meses ou cada vez menos para
recebermos o fruto do ato). Pode transformar-se numa fonte de
plenitude evolutiva e de alegria ou de graves problemas íntimos,
coletivos, familiares, obsessivos, enfim, de desatinos para
todos os gostos e escolhas. A gravidez pode ser desejada ou não;
pode seguir seu curso natural ou ser interrompida. Mesmo nos
dias de hoje quando se respira sexo o tempo todo, e com mil
artefatos quixotescos para tentar enganar as leis da natureza,
as pessoas ainda conseguem uma gravidez não desejada. É um tipo
de descuido de momento, de embalo, que custa muito caro em
termos de futuro e, sempre envolve muitas pessoas, pois na vida
em família, problema de um é problema de todos. A gravidez não
desejada representa uma carga maior para os jovens do que para
os pais? O dia a dia mostra que não, pois a criança no estilo de
vida atual acaba sobrando para os pais cuidarem (um convite á
reflexão sobre o sistema educacional - gravidez não desejada
assim como o aborto no fundo é falta de educação).
Gravidez não desejada
Uma jovem no embalo engravidou sem o desejar: muitas são as
possibilidades de desdobramento dessa gravidez em curso, a
primeira vítima é ela mesma: o estresse emocional de um atraso
de menstruação pode detonar tendências e predisposições de
doenças físicas e ou desequilíbrios emocionais. Suponhamos que
ela sabe com certeza quem é o pai, embora, provavelmente, nunca
o tenha estudado mesmo que estejam de “rolo” há anos, não tem
idéia da sua reação à notícia de ser pai. O passo seguinte, é
comunicar a ele e aguardar sua decisão. E daí? O que fazer?
Sobrou para o resto da família, amigos, etc. Deixa-se a gravidez
seguir seu curso? Parte-se para um casamento pró-forma? Ou para
o cruel e covarde assassinato, para o aborto legalizado ou não?
Tanto faz que haja permissão legal, pois para a justiça da vida
(nada a ver com justiça humana) impedir o renascimento é um
crime sem justificativa à aguardar a reparação; quando as
pessoas estiverem mais evoluídas (educadas espiritualmente) o
aborto será discutido sob o amparo da ética humana verdadeira. A
equivalência total entre ética e legalidade depende da evolução
de quem pratica a justiça e de quem sofre a ação dela (nosso
maior problema no País).
Abortar, é assassinar com todas as conseqüências conhecidas e
desconhecidas (consertar os estragos gerados por um aborto pode
levar séculos e séculos – milênios até). No entanto, se algum
dos leitores já participou de alguma forma de um aborto, ativa
ou passivamente, não se infernize com culpas, remorsos, etc.
Pois terá eternamente a chance da reparação, como a tem,
qualquer pessoa que tenha cometido qualquer tipo de delito
frente às leis da vida. Aborto, é um assassinato sem chance de
defesa, nada mais do que matar alguém através das inúmeras
formas modernas de usar o conhecimento, o poder, etc. Se a opção
for a de deixar a gravidez seguir seu curso natural vem à tona a
questão: O pai vai assumir as responsabilidades? Caso deseje,
tem condições de fazê-lo tanto financeiras quanto de maturidade
psicológica? E a futura mãe, quais suas condições para assumir a
maternidade? Mesmo numa situação que acabe em casamento, com
certeza não dará certo (segundo nossos atuais conceitos de
felicidade), tudo já começa errado, ou de trás para a frente,
pois o clima inicial de romance do casamento termina antes de
começar e, os problemas psicológicos se avolumam em todos os
envolvidos. Lógico que a criança gerada nessas condições terá
mais chances de ser problemática em termos de comportamento,
porque não vai ser amada desde o princípio, a rejeição da mãe,
do pai e do resto da família vai afetá-la, independentemente da
bagagem evolutiva do ser que vai recomeçar sua tarefa evolutiva,
claro que na seqüência dos meses e dos anos os adultos
aprenderão a amá-la.
Filhos-netos
Lógico que a gravidez fora de hora é um sério problema,
embora alguns consigam superá-lo apenas amando do seu jeito e
segundo suas possibilidades. Vai sobrar problemas para toda a
família de ambos os lados, de psicológicos a financeiros;
muitas vezes, os pais da mãe ou do pai da criança (avós) tem que
arcar e assumir a educação dela, é como assumir um filho que não
pediram nessa hora e nessas condições; o pior dessa situação, é
que eles não tem condições psicológicas nem preparo para educar
uma criança na atualidade, além disso a responsabilidade tende a
afrouxar, o comprometimento do pai ou da mãe é maior do que do
avó ou da avó, a maior vítima será a criança e o rescaldo vai
sobrar para todo mundo até para a sociedade. Toda gravidez
deveria ser desejada e pensada, mas sem os descuidados da vida a
fila para a oportunidade da existência seria imensa; porém essa
questão deve permanecer em aberto: vai sobrar para quem cuidar
da educação do espírito que retorna? Jovem, observe com mais
cuidado os desdobramentos do uso da sua sexualidade, pois pode
afetar profundamente a vida das pessoas que não tem soberania
emocional com relação a você. Fique ligado e vigilante, não
custa nada aprender do jeito fácil, hoje essa experiência pode
ser desnecessária e descartada da sua evolução espiritual.
Proteja-se, pense, use sua inteligência espiritual.
ABORTO - É bom que se diga e
repita: a conseqüência mais funesta da gravidez não desejada é o
assassinato de um ser indefeso, mas que depois pode tornar-se um
cruel obsessor. Jovem, fique alerta com relação às pessoas que
tratam esse problema como se a criatura que está sendo impedida
de viver a experiência nessa dimensão da vida fosse uma coisa
descartável. O argumento do inegável livre-arbítrio que a mãe
tem sobre o seu corpo, além de pobre em compreensão da vida e
suas leis é extremamente egoísta, as pessoas desta Era não podem
mais imaginar que suas escolhas interessam apenas a si mesmas e
que não afetam a vida das outras pessoas de forma intensa, a ás
vezes até cruel. Não importa tanto se o aborto possa ser
considerado legal ou não, isso é apenas um detalhe técnico
perante as leis da vida; aliás pouco do que é legal é ético. Não
interessa onde, como, por quem e em que circunstâncias seja
feito. O aborto sob qualquer justificativa ou desculpa é um
crime indefensável, embora muitas situações especiais possam
servir de atenuantes para a própria consciência, mas, apenas num
determinado momento e a reparação do compromisso assumido é
inevitável. Mesmo quando a gravidez foi decorrente de uma
violência ou de uma relação não consentida, pois desconhecemos
nosso passado.
Não acredite na legalidade do aborto. Nada a ver com argumentos
de religião, ninguém que se humanize apenas um pouquinho pode
aceitar esse crime contra a vida como algo natural ou legal.
Recomendo ao jovem ler tudo sobre o tema, segundo várias
correntes de pensamento e de opinião para formar a sua própria,
para que um dia não precise viver esse tipo de experiência
macabra. Apenas alertamos para não usarem a desculpa do
livre-arbítrio da mãe, uma justificativa “sem noção” para muitos
que já seriam capazes de discernir.
Vale a pena refletir sobre a seguinte situação: e se tivéssemos
sido nós os abortados? Como teríamos nos sentido? Quais teriam
sido nossas reações? De perdão ou de vingança?
Juízo moçada...

Artigos
sobre aborto:
Governo oculto, Américo Canhoto...
Abortar o
aborto, Wellington Balbo...
A política do aborto, Luiz Carlos D.
Formiga...
Aborto não, Wellington Balbo...
Diga sim à vida, Marcelus Casciano...
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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