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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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Quem são as crianças índigos |
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QUEM SÃO OS ÍNDIGOS - PRIMEIRA PARTE -
Ninguém pode com a vida das crianças de hoje! Não vejo a hora de
me aposentar! Se soubesse não teria filhos! Não sei como educar
os meus! Também não adianta jogar a toalha. Não sei mais o que
fazer! Pois, é impossível desistir: filhos são para sempre. A
primeira impressão ao pararmos para pensar sobre o assunto, é
que as crianças e os jovens estão cada vez mais problemáticos.
Engano nosso, pois podemos encontrar essas mesmas dúvidas: O que
será dessa juventude? Quase com as mesmas palavras em Sócrates,
Platão e outros bem anteriores a eles. Em todos os tempos,
sempre houve dificuldades nas relações entre as gerações. Que
hoje o problema é mais complexo é inegável. No entanto, a
resposta para explicar as dificuldades crescentes de
relacionamento entre adultos, crianças e jovens na vida
contemporânea é simples: poucos se prepararam para este momento,
que é de instabilidade e de mudanças rápidas. E, é difícil
encarar a instabilidade com bom humor, pois a falta de controle
sobre os fatos, os acontecimentos e as perspectivas acende o
medo, que alimenta a ansiedade, e as pessoas quando perdem o
controle sobre o medo e a ansiedade cometem todo tipo de
desatinos; dentre eles tentar repassar a educação dos filhos
para a escola. Como vivemos uma acelerada fase de transição,
caminhamos a passos largos para um mundo de regeneração. Por ser
ela uma delicada e cirúrgica mudança de padrão vibratório que
pode afetar toda a galáxia, essa mudança na Terra e seus
habitantes desperta o interesse de todos os que trabalham em
prol da paz e da harmonia no universo. Portanto, tem gente nova
no pedaço.
Quando dizemos que algumas crianças são maluquinhas, pois sabem
quem são, o que fazem aqui e dizem que não são deste mundo;
pior, não aceitam nossas regras, nossos paradigmas e paradoxos,
ninguém pode com a vida delas. Dentre essa turma de novos seres
reformadores e transformadores em potencial estão as “crianças
índigo”, aquelas que detonam com as antigas estruturas da
família e da escola. Elas são uma realidade, estão por aí em
todas as famílias e escolas. Como educá-las? (talvez seja melhor
dizer como enquadrá-las na normalidade).
A questão é: o que ensinar a elas? Lógico que não vamos falar
apenas de crianças índigo, pois a educação delas não é nada
diferente da que as normais devem receber; acima de tudo, toda
criança necessita de atenção, cuidados, respeito: amor. Apenas
alguns cuidados devem ser redobrados, pois a responsabilidade em
encaminhar para a vida uma criança com “tamanho potencial
cognitivo” é muito maior. O quê fazer para nos adequarmos? Só
queremos o melhor possível para nossos filhos. É lógico que
desejemos e planejemos para eles o melhor: saúde, paz,
prosperidade, alegria. Tentamos educá-los para que sejam os
melhores, os mais saudáveis, os mais prósperos, os mais felizes.
No entanto, isso, é uma ilusão, uma fantasia, pois não temos
clareza do que seja: felicidade, saúde, paz, prosperidade,
harmonia. Nessa busca de darmos o melhor, todo cuidado é pouco
para não projetarmos neles nossos desejos e expectativas não
realizadas: não tentemos nos livrar de nossas frustrações
através deles. Pois agindo assim; desejamos para eles o que
ignoramos ou não conseguimos experimentar. É evidente que esse
tipo de educação não pode dar certo. Ela passa a ser uma teoria,
uma fantasia, desmentida e antagonizada pela realidade de cada
um. Idealizamos para o futuro deles conquistas que ainda não
fazem parte da rotina da nossa realidade, pois fomos e somos
treinados a viver num mundo de ilusões, aparências e valores que
flutuam ao sabor do desejo e dos interesses do momento.
Significa que estamos mais ou menos perdidos. Em especial, no
contexto atual, onde predomina o descartável até nas relações
familiares que tem pouca profundidade. Limitam-se a uma
convivência superficial na qual as palavras não costumam
combinar com as atitudes. E, como não poderia deixar de ser, a
cada dia que passa aumenta o número de famílias que sentem
dificuldades em educar até as crianças normais quanto mais as
que apresentam o perfil das índigo. É bom que os pais se
preparem para receber os filhos com consciência para bem ajudar
na sua educação. Não se trata da educação ideal, pois não há
filhos, pais ou mães ideais. Existe apenas a realidade de cada
um. E, é em cima da nossa que devemos trabalhar para nos
adequarmos ao momento que estamos vivendo. O método informal de
ir levando a vida para ver no que dá, já provou sua ineficácia.
Hoje, para atingir um padrão de qualidade melhor, é preciso que
tenhamos metas a serem alcançadas, e que busquemos os recursos
necessários para atingi-las e que as renovemos de tempos em
tempos.
Essa providência é interessante em especial na formação da
criança índigo, pois ela não aceita imposições nem regras que
não sejam cumpridas por todos igualmente.
É importante aprender a arte de compartilhar; e não apenas a de
ditar regras ou impor desejos e conceitos.
Como médico de famílias pretendemos nesta série de artigos
compartilhar com os leitores interessados em educação novas
formas de abordagem sobre as crianças de hoje. Começando com “as
crianças índigo”.
Muita paz.
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Valdeniza Sire Savino
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Savino
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da Doutora Valdeniza Sire Savino
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infância, do doutor Américo Canhoto
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Canhoto
Quem
são as crianças índigo - Terceira parte, do doutor Américo
Canhoto
Quem são as
crianças índigo - Quarta parte, do doutor Américo Canhoto
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em SP...
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Orientação ao Índigo em Santo André...
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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