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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora).
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Remédios:
perigo |
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Remédio
manipulado com muitos componentes foge do controle |
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NEM TUDO QUE PARECE É - Evolução espiritual, ascensão, salvação...,
o nome que lhe dermos é o que menos importa nesta nossa jornada
cósmica em direção à felicidade e à perfeição relativa – também a
podemos chamar de adquirir maturidade espiritual usando os vários
tipos de mecanismos à nossa disposição. Progredir usando o livre
arbítrio é um desafio que torna-se intransponível quando nos
recusamos a usar as ferramentas necessárias e adequadas – dentre
elas – o raciocínio crítico. Feito crianças adoramos ser
magnetizados e conduzidos; mesmo que o preço a pagar seja alto
demais – às vezes até a própria existência ou a qualidade dela.
Jesus cansou de nos alertar de muitas formas para desenvolvermos o
senso ou espírito crítico: vigia e ora – seja manso como as pombas
mas prudente como as serpentes disse ele. Tudo que observamos e
principalmente todas as informações recebidas devem passar pelo
crivo da razão, pela peneira da inteligência sob pena de longa e
penosa correção das escolhas inadequadas. Conhecedor de nossas
tendências infantis e da nossa alergia à responsabilidade, ele nos
alertou para não julgarmos os outros, mas a nós mesmos – nossas
escolhas, pensamentos, sentimentos, valores e atitudes – isso, é
desenvolver o espírito crítico – que é coisa íntima. Como a maioria
dos encarnados e desencarnados no planeta, cada um de nós ainda
deixa muito a desejar, vale a pena nos vigiarmos muito, pois como
diz o ditado popular: cautela e caldo de galinha não fazem mal a
ninguém. De fato, quase nada ou muito pouco é o que parece ser à
primeira vista – e - nossa brincadeira crítica de hoje refere-se a
um fato corriqueiro que como outros tantos parece bom, mas...
Remédios manipulados
Prós:
- Parecem a solução para o ajuste de posologia dos medicamentos
capaz de atender melhor as necessidades de cada paciente.
- Favorecem as associações farmacológicas num mesmo veículo
(cápsulas).
- Propiciam um saudável mercado de trabalho para absorver os
profissionais dos cursos de farmácia.
- Geram empregos e impostos.
- Podem baratear o custo dos tratamentos.
- Diminui o poder de influência de grandes conglomerados
multinacionais que agem sobre grupos e populações de forma mais
comercial do que de interação humana.
Contras:
- Ausência de informações a respeito do(s) medicamento(s) e de
possíveis efeitos colaterais já conhecidos – além da possibilidade
de interações com produtos químicos usados nos alimentos, além de
chás, infusões. Ler – melhor – estudar a bula não é um simples
direito do consumidor – mas sim um inalienável dever – azar de quem
não o fizer – a cada célere dia que passa o fugitivo do uso da razão
está com um pé no outro lado – e porque não? Nesta época de
transmigração espiritual – numa outra morada da Casa do Pai. O
incansável Jesus bem que tentou nos acordar: Quem tiver olhos de ver
que veja, quem tiver ouvidos de ouvir que ouça disse ele. Como todos
os leitores já cansei de ouvir: Nem leio a bula, pois se o fizer não
tomarei o remédio! - Ora, deixar de usar o espírito crítico num
assunto de encarnação e desencarnação como são o uso dos recursos de
cura ou de morte – é uma acintosa afronta à lei de evolução e de
progresso – é atirar na lata de lixo todas as dicas e os avisos de
Jesus deixados no Evangelho; até porque tudo que é capaz de curar
também tem a capacidade de matar.
- Interações medicamentosas. Nada nem ninguém na atualidade é capaz
de avaliar as interações entre tantas drogas e produtos químicos a
que nosso corpo físico está exposto no dia a dia. Cuidado: um
complexo com mais de dois medicamentos já foge do controle de
grandes laboratórios quanto mais... Já fomos Anvisados disso muitas
vezes e de muitas formas: quem Anvisa amigo é.
- A troca de favores muito mais direta na forma de porcentagem como
agrado ao receitador depositada na sua conta bancária no final do
mês (de dez a vinte por cento) – grandes conglomerados fazem isso
com mais discrição; embora em cifras mais altas com amostras,
brindes, viagens, congressos e outros mimos.
- Muito mais aspectos poderiam ser abordados neste simples e comum
problema humano da atualidade – mas a perda do espírito crítico é o
que realmente nos interessa neste bate papo. Como ela ocorre? Basta
analisar um dos aspectos: o número de caixinhas á sua frente – caso
cada fármaco estivesse numa embalagem; ao se defrontar com cinco,
seis, dez caixinhas de remédio na frente dos olhos é quase
impossível que o paciente não parasse para pensar e chegar á simples
conclusão: algo está errado. Nossa intenção com este alerta é: nem
tudo que parece bom ou mau é. Lembra da dica de Jesus: Bem
aventurados os aflitos. E aí colega? - Vai continuar deixando de ler
a bula – as recomendações do fabricante – os termos de garantia – as
letrinhas dos rodapés dos contratos? Pior ainda – o destino da
passagem só de ida da Terra para não sei onde? – Então, feliz
aterrissagem.

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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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