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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora). 

Que cheiro é esse?

Cheire-se e descubra onde estão seus problemas

AMÉRICO CANHOTO

“Essa história cheira mal...”
Será que apenas o nariz capta e sente e o cérebro interpreta odores? O que cheira bem e o que cheira mal? Para o nariz e os sentidos de quem? Pensamentos e sentimentos exalam odores? É possível sentir o cheiro de desencarnados mesmo que não sejamos médiuns ostensivos e imaginar sua qualidade evolutiva? Dizem nossos amigos do espaço desencarnados ou ets que sim. Nossa brincadeira de hoje, é sobre perfumes e outros disfarces odoríferos: xampus, sabonetes, desodorantes, desinfetantes, etc. Vale a pena ou não usá-los? Será que perfume é como remédio que apenas remedia mas não cura? Ou como as lindas e melosas palavras que escondem nossas verdadeiras intenções? Será por isso que chamamos alguns remédios de perfumarias? Ou às palavras sem conteúdo e exemplo de hipocrisia? Será que o Chefe pegou pesado quando nos disse que somos túmulos caiados de branco por fora e cheios de podridão por dentro? E aí meu? Que fria... A milenar tendência de camuflarmos tudo, nos leva à busca de sofisticados sistemas de esconder quem somos, desde nosso cheiro até os desejos e aspirações. Não será hora de acabarmos com isso? Não valerá a pena encarar de frente quem somos e o odor que exalamos usando-o para acelerar a reforma íntima e a conseqüente ascensão espiritual? Que desculpas teremos do lado de lá na quarta dimensão para o que deixamos de fazer, pois se até o nosso cheiro pode tornar-se importante ferramenta de reforma íntima? Dica da hora: cada parte de nosso corpo reflete onde estão os problemas psíquicos, afetivos e emocionais. É fácil associar as mudanças para odores mais ou menos agradáveis com as situações que estão sendo vividas e como estamos reagindo a elas, basta boa vontade e treino. Há odores com predomínio do físico como a dieta, os cuidados com a higiene pessoal e ambiental. Há outros que dependem totalmente da evolução ético-moral (há pessoas com mania de limpeza que exalam um odor tão desagradável que nem perfumes caríssimos desenvolvidos pela turma do outro lado conseguem esconder). Claro que todos se misturam os cheiros físicos e os odores mentais, emocionais e afetivos e a soma de tudo isso constrói o nosso  cheiro pessoal. Sabia que muitos obsessores se aproximam de nós pelo cheiro espiritual que exalamos? Será que na espiritualidade há perfumes para enganar a nós mesmos e aos outros? Tem um índigo chato aqui do meu lado perguntando se a marca preferida de Jesus não seria algo do tipo Boucheron ou 212 e o do Lúcifer e sua turma algo como Tabu e outros bichos – pode deixar, já estou puxando as orelhas dele. Nossa brincadeira de hoje sobre reforma íntima sem culpas e sem martírio é cheire-se; permita que os outros sintam seu cheiro (aos poucos claro, pois não é legal para nossa auto-estima ficarmos de lado, isolados ou com medo de nos aproximarmos dos outros nem andar com um adesivo para colarmos na porta do banheiro: interditado, por meia hora). Meu amigo índigo está dando outra de suas pitacas, diz ele que a história é real – sei lá. Certo dia num trabalho de desobsessão uma pessoa incorporou e a entidade não queria ir embora, daí o dirigente fez a terapia do sopro, bafejou e o espírito "caiu fora", "vazou" no ato – ao sair do transe o assistido perguntou se estava num chiqueiro – segundo as teorias do meu amigo índigo: tem bafo que nem obsessor ferrenho agüenta... Receitas para exalar a vida inteira um cheirinho de bebe (espírito ainda adormecido, embora alguns já renasçam "fedidos" mesmo sem estarem "xixizados" nem "cocozados"): Dieta – não comer nada que apodreça (adeus carne, ovos, leite e derivados, peixe), torne-se vegetariano (meu amigo índigo dá a dica: alguns alimentos perfumam as fezes, a urina, o suor). Deixe de ser avarento, preguiçoso e egoísta; então: evacue ao menos três vezes ao dia. Beba muita água. Pratique atividades físicas (o sedentarismo aumenta a catinga). Higiene corporal: use apenas água pura, nada mais... Reforma íntima: não minta, não engane, estude-se e melhore (o "chato" do meu amigo índigo diz que livro espírita e bíblia debaixo do braço não funciona como desodorante – "tá" dito)... Como isso é assunto "prá" mais de mês; nosso recado final é não confie em gente que se perfuma demais. Pessoas naturalmente cheirosas são gostosas; já as muito perfumadas são perigosas... (sou obrigado a dar o recado do meu amigo índigo – ainda sou refém dele – outra hora eu explico - diz o dito cujo: “Cada um sente o cheiro que lhe interessa e do que mais deseja”...). Antes de ir embora, ele deu outra dica: vá devagar, não se exponha de súbito, caso contrário vai virar ermitão; não fale tudo que pensa e sente sem refletir (perfume real) – não deixe ainda de usar desodorante e perfume de uma vez; pois, agüentar a catinga dos outros: ninguém merece. Seja caridoso com o próximo...
Hummm... Que cheiro é esse? Quer um pregador emprestado?


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Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


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