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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora). 

Dilema da carne

Quem não come carne fica com anemia?

AMÉRICO CANHOTO

Comer ou não comer carne para muita gente ainda é um dilema evolutivo incrível. Quem não come carne fica com anemia? Pode sim, desde que não faça uso de muita folha verde escura. Ah! Mas eu detesto verduras – não gosto de legumes, como algumas frutas; então meu amigo seja feita a sua vontade...
Mas, conhece aquela piada do assassino contumaz que sempre se justifica com a história da legítima defesa da vida ou da honra? Matar para não morrer (de fome?). Melhor ainda; sabe a história dos brutos também amam? Não? Então vamos lá: Feche os olhos e imagine aquela família linda e bem sucedida (por acaso até são espíritas) pai, mãe e um casal de filhinhos lindos, bem vestidinhos, na moda, passando seu primeiro fim de semana num hotel fazenda – dia lindo, ensolarado, pássaros cantando, paisagem bucólica, todos irradiando felicidade – mãe, mãe o que é aquilo? Que bonitinho! Ah, filhinha é um bezerrinho. Que lindinho que fofura; posso brincar com ele? Olha mãe que gracinha ele está beijando a minha mão – aí que delícia - posso ficar com ele? Posso levar prá casa? Não minha filha – a mãezinha dele a dona vaquinha vai ficar triste – tadinho, ele precisa dela para não morrer. Mas ela, a doce mãezinha, tem uma crise obsessiva e, sem querer, baixa nela o espírito da sua própria consciência que numa voz cavernosa diz a verdade para a sua amada filhinha: “Não bobinha, esse vai ser o seu almoço daqui a alguns dias, você quer o bifinho desse animalzinho lindinho bem ou mal passado? Na sopa ou moído? Quer comê-lo gordinho ou magrinho? Quer que ele seja morto a tiros ou com uma marretada na cabeça? Qual dói menos? - Não sei?
Mas, mãe eu não gosto do meu irmãozinho! – tá bão filho; come só as batatinhas! Humor negro à parte (nem tão negro nem diferente do que fazemos com nossos irmãos de jornada evolutiva). O fato é que usamos de mil justificativas e desculpas para continuarmos comendo o cadáver dos nossos companheiros de evolução na Terra, e que só não apodreceu ainda apenas pela ajuda das embalagens a vácuo e da geladeira (um dos piores inventos que o homem já fez – depois da TV, logo mais explico) – vai apodrecer no nosso intestino (haja caatinga). Nas nossas justificativas para não evoluir adoramos fazer papel de oligóides e começamos com as perguntas: E carne branca pode? E peixe pode? E avestruz, pode (a carne é mais vermelha do que a do boi)? – dia destes assistindo a uma palestra onde se podia fazer perguntas ao mentor, surgiu essa questão e uma pessoa com a maior boa fé do mundo perguntou: e peixe pode? A entidade respondeu da seguinte forma: “ao chegar em casa quando for deitar-se fique dez minutos com a cara enfiada no travesseiro e logo saberá o que o peixe sente quando é tirado da água para morrer” - se quiser carregar isso na sua consciência, esteja à vontade”...
Deixando de lado o aspecto da evolução moral (espiritual) quanto ao consumo de cadáveres; é claro que podemos comer tudo que possa ser mastigado (em alguns lugares do planeta como na China eles comem tudo que se mexa). Nosso aparelho digestivo é bem diferente do dos carnívoros, nosso livre arbítrio também, mas como somos seres retardatários nos colocamos como superiores a eles na escala evolutiva e portanto temos o direito de os colocarmos no prato para que nos sirvam de pasto; mas na hora de justificarmos essa necessidade nos igualamos a eles na escala zoológica: lei da selva: necessidade de matar para comer para sobreviver (usamos o livre arbítrio apenas onde e quando nos interessa como justificativa)...
Convidamos a nossa querida amiga doutora Monica Medeiros a participar deste assunto, ela tem explicações muito mais interessantes do que este mala que vos escreve. Já ouvi dos amigos extraterrestres que somos seres mal cheirosos, fedidos (um dos motivos é o consumo de cadáveres); então  convido os leitores a uma reflexão: como eliminar os maus odores? Leiam no artigo: "Que cheiro é esse?"-   http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col43.52.htm
Bom apetite.


Relação de artigos de Américo Canhoto...

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Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


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