www.jornaldosespíritos.com

 
SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora). 

VÍTIMAS da ganância

"Tudo por dinheiro" é o lema de muitos executivos

AMÉRICO CANHOTO

E aí meu amigo, nesse jogo do “Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”... (Jesus) tão mal interpretado por nós, quantas vezes já matou? Quantas já morreu? Em quantas outras foi o mandante do crime de tirar o pão da boca do outro? Ou já se sujeitou a pedir nas esquinas da vida algo para saciar seus interesses ontem-hoje-amanhã?
Deve ficar claro que este é um roteiro de novela que tenta ser interativa – escreva sua história de vida profissional, segundo sua visão espírita do momento para que sejam publicadas nesta existência ou para que fiquem registradas para despertar daqui a milênios na intuição dum novelista de um planeta situado numa galáxia bem distante. Mas deve ficar mais claro ainda que, os profissionais que mantém este veículo de interação são voluntários que nada lucram neste mundo economês e cujo tempo para avaliar e mandar ao ar, é tão ou mais escasso que o seu. Todos os outros capítulos aqui colocados, são alinhavos de roteiro tirados da introdução de um livro que não publicamos “A qualidade pessoal do trabalhador” – que sejam entendidos como tal: um pontapé inicial – e para começar o enredo na trama da novela, dou por aberto o processo: Nestes quase trinta anos de trabalho como médico de família que se dispõe a ouvir os motivos e as confidências sobre a vida das pessoas que contribuíram para gerar suas doenças e sofrimentos tornei-me testemunha perante o tribunal maior sem o desejar, confidente de muitos trabalhadores enterrados vivos na depressão ou mutilados pela angústia e a síndrome do pânico, vítimas de donos de empresas tão ignorantes quanto insensíveis e de chefias tão aproveitadoras e interesseiras quanto cruéis. Poucos são maus de verdade, sejam os trabalhadores que mentem para ausentar-se do trabalho enterrando pacientes distantes, fingindo doenças, roubando o tempo ou os recursos da empresa, ou os que comandam e se aproveitam das necessidades, ou da boa fé dos subordinados para explorá-los e depois atirá-los na sarjeta quando toda a sua vitalidade tiver sido sugada. Boa parte é gente aparentemente boa cujo único crime é colocar seus interesses e dos seus acima dos valores ético-morais. Tenho muitos pacientes dos dois lados do jogo, já me percebi atuando (a contra-gosto) como mediador. Todos temos nossas razões e nossos motivos, e como para quem está de fora é mais fácil avaliar, quase sempre sou obrigado a concluir que todos tem razão, mas que nenhum a tem plenamente.
Sem o intuito de julgar vamos fazer uma brincadeira a respeito das saídas pela tangente, pois neste mundo de desculpas e justificativas apenas enxergamos o que queremos ver e ouvimos o que nos interessa – várias são as desculpas para os pequenos assassinatos que ocorrem todos os dias nas relações de trabalhos dentro das empresas – gerando dor e desespero tanto no trabalhador quase-defunto quanto orfandade e viuvez temporária ou até definitiva.
Selecionei para começar este capítulo a história de um paciente meu que acompanhei desde os primeiros meses de vida. Um promissor jovem, educado nas melhores escolas – seus pais sempre primaram pela postura ético-moral. Até aí, tudo bem, mas, ao começar no seu primeiro e sofrido emprego rotulado antecipada e logicamente de "treineiro", aprendiz ou outras coisas em inglês. Seu potencial e currículo assustou a chefia que por acaso também era minha paciente (coisas da vida moderna). Breve ele passou a sofrer uma perseguição sem descanso para que pedisse demissão; desnecessário relatar o que um ser humano faz para preservar seus interesses: mentiras, calúnias, agressões e até mortes (às vezes). Resumindo: o jovem mesmo em angústia "segurou a barra", pois foi obrigado a assumir compromissos de pós-graduação e outros, mas foi despedido. Nem cabe aqui relatar o que seus familiares sofreram, mas apenas para ilustrar: um irmão foi obrigado a parar com os estudos, outro a adiar projetos, pois a família foi obrigada a socorrer o morto-vivo com caros tratamentos que até hoje... Mas como diz a molecada índigo: cada um com seus problemas. O outro lado vem sofrendo coisas que só Deus duvida. Será a lei de causa e efeito em ação cada vez mais rápida? Ou coisas muito velhas que estão saindo do baú?
Centenas de conclusões podem ser tiradas – nosso intuito é fazer isso juntos...
Por hora, paz.


Relação de artigos de Américo Canhoto...

Ver outros colunistas...                                             Ir para página principal...

Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


Jornal dos Espíritos - o seu jornal espírita na internet
 Copyright 2005 - Todos os direitos reservados.
 redacao@jornaldosespiritos.com
Microsoft Internet Explorer - 6.0 - Resolução: 800 x 600