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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora).
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Admirável mundo NOVO |
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Sociedade japonesa
sofre pressão do progresso |
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AMÉRICO CANHOTO |
E aí colega? Vais
convidar teu chefe Coreano acostumado a comer cachorro ao molho
pardo na sua terra, para ir na tua casa comer pratos vegetarianos e,
conhecer tua família; com teu amigão peludo lambendo os pés dele ou
babando durante aquele jantar mais íntimo tentando impressionar –
sem servir seu cão como prato principal?
A aceleração da interação proporcionada pela velocidade com que
surgem novos conhecimentos e tecnologias, e pela rapidez com que são
propagadas pela mídia, tornam-se fatores catalisadores de
transformação, pois misturadas a velhos hábitos e antigos valores,
acabam constituindo-se em crises de amadurecimento nas relações de
trabalho capazes de propiciar e acelerar a maturidade, tanto
individual quanto coletiva e social, em todos os cantos do planeta.
Mas é preciso cuidado, pois, esses, são fatores determinantes de
quem vai continuar encarnado de aqui por diante – pois nos
permitimos a cada dia mais nos tornarmos devedores de impostos. Vão
separar os vivos, atuantes e participativos dos mortos-vivos -
depressivos, estressados, dos em pânico, todos correndo nem sabe do
quê, ou para onde).
No livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” definimos conceitos de
maturidade voltados para saúde-doença-cura, mas que também se
ajustam aos períodos de crises de emprego/desemprego - pois os
pensamentos de medo fazem adoecer e podem até matar, já que a
angústia e a tensão levam todo o corpo a entrar num processo de
abatimento, abrindo a “guarda” para as doenças físicas e
psico-emocionais. Por analogia: a empresa também é um corpo, onde
cada trabalhador é uma célula, e a saúde econômica e funcional da
empresa dependerá da qualidade do pensar-sentir-agir dos que detêm o
comando.
Neste contexto a concorrência torna-se acirrada e a geração de
lucros assume valor máximo. Daí é preciso reciclar o efetivo – mas
como fazê-lo? Como despedir aquela pessoa com quem convivemos e que
nunca nos quis mal? Ótimo assunto para bate papos futuros sob a
ótica espírita.
Devo sacrificar-me em benefício do próximo?
Como?
De que forma?
Para que?
Relações sociais e a economia
As recentes crises econômicas, agora irreversivelmente mais
globalizadas nos mostram a irracionalidade dos mecanismos que geram
a atual sociedade, estruturada e montada na mais absoluta
impessoalidade das relações humanas e no imediatismo absoluto do
usa-e-joga-fora. Quantas pessoas já usamos e atiramos fora? As
relações sociais, foram deslocadas e atreladas à economia de modo
abrupto e centralizador, produzindo um ponto de ruptura
sócio-cultural, tanto individual quanto coletivo totalmente fora de
controle. Criaram um novo padrão de vida que violentou a visão de
mundo de cada indivíduo e do próprio meio sócio-cultural, gerando de
maneira rápida, para os antigos padrões, um sem número de
indivíduos: deslocados, estressados, agressivos, psicóticos,
maníacos, obsessivos, depressivos, em pânico e com incrível
potencial para o suicídio de todos os tipos...
Essa abrupta transformação é bem representada pela ruptura cultural
da sociedade japonesa da atualidade que perdeu, de súbito, seu ponto
de equilíbrio, sua identidade e, cujo sistema empresarial já foi ou
ainda é apontado por muitos “experts” como modelo a ser seguido,
tanto que a maioria das sociedades mais pobres invejam e almejam
tornarem-se uma nova sociedade japonesa. Num breve futuro, qualquer
um de nós, sem bola de cristal, e sem ser futurólogo, apenas
acompanhando os acontecimentos sociais em curso na sociedade
japonesa decorrentes do tipo de vida por eles escolhido, é lógico,
poderá adivinhar, ler nas entrelinhas, que esses acontecimentos em
andamento levarão muitos destes terceiro-mundistas a
questionarem-se: se há algum benefício num rompimento tão drástico
da visão de mundo de um povo, circunstancial, forçado e imposto por
valores externos, e, se vale realmente a pena conviver com as
inevitáveis crises de depressão individuais e coletivas, e inclusive
com suicídios infantis conscientes (na maioria crianças índigo)
motivados pela cobrança exagerada e precoce de resultados segundo
antigas expectativas. Rupturas ocasionadas pela abrupta perda de
identidade de valores, como os expressos pelo sentimento de culpa
gerado até pela morte de bichinhos virtuais... Observar, essas
crianças e jovens usando drogas anticonvulsivantes para poderem
jogar determinados games ou para assistir a desenhos animados
agressivos, desencadeadores de pânico, "imbecis" e com roteiro
"estúpido", levará muitos indivíduos a pensar melhor, e a se
reposicionar quanto aos valores a serem mantidos ou modificados...
É um sinal de alarme para as sociedades emergentes no cenário
econômico mundial, esse ponto de ruptura entre a antiga e ortodoxa
sociedade japonesa e a aderência abrupta ao sistema de capitalismo
selvagem que provocou uma tremenda crise de identidade pessoal e
coletiva que começa agora a mostrar seus efeitos. A sociedade
japonesa, é um mero exemplo, mas é contagiosa, quem tiver olhos de
ver, verá ainda encarnado. 
Relação
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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