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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora).
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EPIDEMIA de diabetes |
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De acordo com a
Organização Mundial de Saúde (OMS) o mundo caminha para uma
“epidemia de diabetes” |
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AMÉRICO CANHOTO |
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o mundo caminha
para uma “epidemia de diabetes” e se não forem tomadas providências,
estima-se que o número de pessoas com diabetes deva ultrapassar 330
milhões em 2025; a maior parte deles em países em desenvolvimento em
razão dos seguintes fatores: aumento da população, aumento da
longevidade, dietas inadequadas, obesidade, estilo de vida
sedentário e incidência crescente do diabetes mellitus tipo 2 em
crianças e adolescentes.
Infelizmente os avisos dos cientistas profissionais costumam vir
acompanhados da ilusão da perspectiva da cura através de novas
drogas alimentando falsas esperanças nos que estão se candidatando
às doenças sobre as quais tentam nos alertar; quando a notícia é
divulgada, eles colocam 90% do foco do alerta na notícia sobre
pesquisas a respeito de remédios; e menos de 10% na cura efetiva: a
prevenção. Como cientista amador, penso que a doença que se cura
mais facilmente é aquela que não adquirimos – talvez porque isso
seja simples demais, óbvio ao extremo, poucas pessoas valorizam a
prevenção; talvez porque está tão "na cara" que qualquer um é capaz
de deduzir, daí não dá status para ninguém nem pode ser
comercializado.
Na verdade o problema da “epidemia de diabetes” é muito mais grave
do que o anunciado. Aliás, os cientistas profissionais a cada dia
chutam pior; suas previsões se mostram cada vez mais descalibradas,
não passam nem perto da trave – para ilustrar: as conseqüências do
efeito estufa, que afirmaram começaria a ocorrer daqui a uns trinta
anos já estão aí para quem quiser sofrer-lhes os efeitos. Já que o
negócio é chutar faço uma aposta com eles, digo que em 2025 haverá
poucos diabéticos, bem menos do que hoje; mas não porque alguma
droga mágica será descoberta, muito menos as pessoas irão se
conscientizar; nada disso, simplesmente porque já estarão mortas,
inevitavelmente, especialmente as crianças e os jovens que breve
estarão sofrendo desse mal de forma “epidêmica”. Só para sabermos
como o tipo de prevenção oficial é quase inútil, tomemos o exemplo
dos malefícios do fumo, mesmo mostrando nos rótulos do cigarro gente
"estropiada", amputada, a forma como é feita, não adianta muito,
pois o número de fumantes não diminuiu, proporcionalmente até
aumentou em algumas faixas etárias. Porque isso ocorreu? A resposta
é simples, não houve um trabalho educativo planejado e muito menos
honesto nas intenções, talvez porque tenhamos alergia à educação de
fato, aquela que cobra responsabilidade sobre a vida e o corpo.
Embora nos outros países não seja muito diferente, aqui no Brasil há
milhares de diabéticos que desconhecem ser portadores da doença,
alguns vão descobrir por acaso, outros na UTI, incontáveis apenas no
atestado de óbito, além disso, as estatísticas oficiais são para lá
de "furadas" e nem de longe espelham a realidade, pois as doenças
não são notificadas de forma correta, pois por culpa dos educadores
do passado e do presente somos o País da “gariba”, do “feito nas
coxas”, da má qualidade pessoal e profissional (até promotores da
justiça assassinos podem continuar promovendo justiça), até sentimos
orgulho dos que vencem (enriquecem sem estudo nenhum); portanto,
melhor nos precavermos e ignorarmos as estatísticas e as previsões
oficiais e cuidarmos de nós mesmos e tentarmos acordar os que nos
são caros. Com relação a esse problema, interessa-nos em especial as
crianças; e o que mais nos preocupa é que a maioria está cercada de
adultos irresponsáveis com relação à vida, crédulos, preguiçosos e
viciados em carboidratos; Daí o que podem passar às crianças que os
terão como modelo...? Inevitavelmente essas crianças já estão
condenadas à obesidade e diabetes com todas as conseqüências, que
não são adequada nem “cruamente” mostradas; nossas “frescurites
emocionais e religiosas” maquiam e transformam bruxas terríveis em
“fadinhas”; certamente a maior parte das pessoas não faz idéia dos
perigos que representam essa política e traiçoeira doença, seja na
perda da qualidade de vida, na morte pedaço a pedaço como um
substituto moderno da lepra; que também está voltando com tudo.
Quem está no banco dos réus somos todos nós; então que fique claro:
nossa posição não é retrograda somos a favor dos estudos contínuos e
sistemáticos em laboratório e fora dele; o que sempre desde o banco
da faculdade nos incomodou é o uso que as pessoas fazem dos
conhecimentos advindos dos estudos. Nossos queridos cientistas, como
todos nós, estão de certa forma, tão focados em seus interesses, que
esquecem de um fator: a aceleração, que controversa ou não; qualquer
um de nós pode confirmar nas ocorrências do dia a dia; apenas
pegamos carona na notícia para reforçar um alerta que estamos dando
à anos a nossos pacientes: O que se espera para amanhã já está
ocorrendo neste exato momento. As crianças de hoje estão pulando
doenças de adultos e indo direto para as dos idosos. Usando o
diabetes como exemplo; esse, o tipo 2, decorre do esgotamento do
coitado do pâncreas devido aos maus hábitos que levam o órgão ao
trabalho desnecessário; costumava surgir depois dos “enta”; até aí
tudo bem, pois o doente ia ao médico e recebia as recomendações de
praxe de dietas e tome este remédio para o resto da vida; mas quanto
era esse resto de vida? – mais cinco, dez, vinte anos? – antes das
amputações: sexualidade, visão, dedos, pés, pernas, morte... E, o
que diremos para uma criança de dez anos diabética até que ela
comece a ser amputada. Aliás, logo que a doença é descoberta ela
começa a ser castrada na sua “qualidade de vida” antes de começarem
as amputações de todos os tipos mais drásticas.
Para encurtar a conversa, o que nos leva a concluir que as crianças
de hoje estão condenadas a sofrerem de diabetes, e à morte precoce?
– Simples, na vida em família, quase todos estão viciados em
carboidratos (açúcar e farináceos, principalmente) e com a ansiedade
em alta, a busca por esse tipo de droga ansiolítica vai aumentar em
progressão geométrica – Apenas como reforço hilário, é para morrer
de rir: o vô e a vó tentam subornar afetivamente a criança com
guloseimas, quase sempre, açucaradas, tentando tornar sua vida mais
doce e feliz, segundo os conceitos que lhes foram passados e que
adoraram cultivar: a vida já é tão amarga e difícil, um docinho
sempre vai bem - com uma importante ajuda dessas “doces criaturas”
seus descendentes estão sendo criados em regime de confinamento e de
engorda a caminho do matadouro. Melhor parar por aqui, pois esse
assunto dá pano para muitas mangas...
Estamos protegidos pelas providências governamentais; quem acredita
nelas? Ajuda dos cientistas? Não me faça rir de assunto tão sério.
Bem vindos, à Era do diabetes e outras malhas da peneira, que vai
separar o joio do trigo..., mais rápido do que os cientistas
imaginam.
Prestem atenção nas conversas nas ante-salas das clínicas e
consultórios nas competições para ver quem sofre mais. Quantos
diabéticos já há na sua família? Só isso? – na minha já somos o
dobro... Breve quem ainda viver, verá...
Juízo moçada. 
Relação
de artigos de Américo Canhoto...
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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