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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA

SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA - Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia! Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos que geram grandes problemas de saúde – explicações e sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de outros fatores causadores de doenças e perturbações. Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções, Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora). 

Escola sem DEUS

Estão proibidas as manifestações religiosas e orações nas escolas da cidade de São Bernardo do Campo (SP)

AMÉRICO CANHOTO

Dia destes, fiquei mais triste do que o habitual quando penso na qualidade das pessoas hoje encarnadas. Tempos atrás o Mestre Espiritual da equipe de Reiki da venerável Casa do Consolador nos disse em palestra, que somos a nata dos espíritos em evolução no planeta, pois mais de vinte e cinco bilhões esperavam essa oportunidade, mas não tiveram condições de reencarnar; ora observando nosso comportamento pessoal e coletivo, a tendência é que tendamos ao pânico e à depressão ao avaliarmos nossa postura no dia a dia (a quem muito for concedido mais ainda será cobrado já avisou o Mestre Jesus). Mas, vamos ao assunto: em consulta nesta semana recebi uma notícia de uma professora minha paciente que se desestruturou e adoeceu, e o motivo, tratando-se dela, me deixou, não apenas preocupado; mas muito alarmado quanto ao que nos aguarda nos próximos dias, não mais do que meses, quanto mais anos ou séculos, a respeito do gatilho que acionou sua somatização; realmente devemos nos preocupar; pois ela foi atingida por um desastre educacional que, felizmente, não poderá ser negado pelos responsáveis; pois está registrado em ata; está documentado nas reuniões de mestres convocadas em cada uma das escolas. A pauta era especial: “Está proibida, toda e qualquer manifestação de agradecimento e de orações, seja pelas crianças ou sob supervisão dos professores; tanto faz que seja antes das aulas, lanche e refeições”. Quem descumprir as determinações será devidamente punido”. As explicações dos mandantes draconianos: A escola deve ser absolutamente laica, e ponto final”. Aos leitores mais lights (preguiçosos no amai-vos e instruí-vos): “laica” não é apenas nome de cachorra como rebateu uma criança índigo que acuou a mestra sobre as razões de não mais poder agradecer a Deus pelo alimento que recebe; disse ela (a criança índigo): "Mas, tia; “Laica” é o nome da minha cã e ela é muito amorosa, minha melhor amiga, quem mais me entende, toda vez que eu a alimento ela me lambe até que eu a afaste; como posso dizer a ela que não pode mais me lamber nem balançar o rabinho, pois eu me tornei uma adepta da religião “Laica” porque você mandou". Conceitos subjetivos são as armadilhas preferidas dos seres draconianos que teimam em achar que vão continuar nos dominando. Ora, se na rede publica de educação de São Bernardo do Campo (SP) um antes importante pólo que exportava práticas, idéias e valores para outros rincões, a respeito de educação de base do ensino fundamental, essa turma se instalou como poder ou como covardes e medrosos que esperam apenas se aposentar com vencimentos acima da “média nacional”. O quadro se mostra desesperadamente perverso: se hoje, a secretaria de educação resolveu por bem proibir as orações e qualquer agradecimento; isso é um péssimo sinal. Pois, o vírus da ingratidão vai se espalhar como uma praga; para essa turma  de covardes e oportunistas, que o Além lhes destine uma “bolsa sofrimento”, que Deus se apiede de suas almas num planeta bem distante – amém.

De onde partiu a ordem?
Quais as razões para que pessoas que antes se apresentassem como inteligentes e cordatas se coloquem de forma descarada e impudica, segundo informações, que não posso revelar, pois sob ação do código de ética médica? Qual a razão? Quais os interesses? De quem? Isso dá assunto para muitos livros.
Mas, apenas para brincar de raciocinar, como “crianças índigo aqui da Terra”, analisemos a doença que esses cientistas da evolução cósmica inferior tentam nos usar como cobaias.
A ingratidão é uma doença da alma que só acomete candidatos a ser humano. Apenas podemos avaliar os efeitos. Um benefício recebido é uma sensação que todos já viveram, vivem e durante um bom tempo irão ainda sentir. A ingratidão é muito parecida com a doença que não é nem boa nem ruim, apenas ainda necessária, pois é um tipo de estímulo à mudança no padrão de pensar, sentir e agir tanto de quem dá quanto de quem recebe ("Saúde ou doença: a escolha é sua").
A ingratidão resulta da falta de educação humana tanto do “beneficiado” quanto do “benfeitor”. Parece mais um paradoxo, mas a responsabilidade maior na atitude de ingratidão na relação humana é do chamado “benfeitor” e não daquele que aparentemente foi beneficiado. A origem do problema está na pobreza de discernir da maioria. Dentre outras coisas, reclama-se dos ingratos sem atentar para as próprias atitudes de ingratidão diárias. Toda vez que percebermos ter sido ingratos ou acusarmos alguém de ingratidão, essa tomada de consciência pode tornar-se uma ferramenta excepcional de humanização. É o exato momento de identificarmos onde e quando atrapalhamos o aprendizado do outro fazendo tarefas que eram dele. A cura da ingratidão e a imunização contra recaídas é simples e fácil de ser praticada. Esse é o nosso assunto: a falta de qualidade humana é base de todas as doenças da alma.

Incapacidade de viver a própria vida:
As pessoas mais afetadas pela atitude de não reconhecimento do outro frente à ajuda que pensam ter feito são os que procuram ser bajulados e que desejam com ansiedade as palmas para que se sintam amados. Viver para os outros sem pensar em si é um tipo de alienação que tira do sujeito a consciência de si mesmo. Costumam ser incompetentes e mentirosas quanto às suas verdadeiras intenções e se escondem atrás da máscara de vítimas ofendidas quando suas intenções são desmascaradas. Não se enxergam e gostam de se fantasiar de pessoas desprendidas. Alienadas e paranóicas não conseguem ver que pessoas realmente desprendidas são muito raras. O desprendimento exige uma capacidade de discernir que a maioria não possui. O desprendido tem absoluta consciência de quem somos, quem é e o que veio fazer na vida. Por esse motivo nunca demonstra nem acusa a sensação de ingratidão, pois tudo que faz em prol do outro, o faz, de forma automática, sentindo alegria e prazer apenas no ato em si. No espaço de tempo presente sem esperar nenhum desdobramento futuro.

Agradar as pessoas como meta:
Quem se preocupa em agradar aos outros, como meta de vida, atrapalha terrivelmente a sua vida e a dos outros. É como colocar o carro na frente dos bois. Agradar ou viver em função do outro deve ser apenas conseqüência de nossa forma habitual de viver; jamais objetivo.
Mas, muitos outros fatores são determinantes para criar este descalabro evolutivo, pois ainda não somos conscientes da maior parte de nossas atitudes diárias. O ingrato não percebe que está sendo. A maior parte das vezes o que pensa ser benfeitor está cometendo um roubo de oportunidades do outro se desenvolver como ser humano e dominar determinadas situações.

O que fazer?
Colecionar bate papos e interagir pode ser de grande valia.     Mas, é muito mais fácil sentir a ingratidão dos outros do que perceber quando estamos sendo ingratos com algo ou alguém.
Perceber em tempo hábil (enquanto estamos próximos e convivendo com as pessoas) quando estamos sendo ingratos é simples e fácil para as pessoas de boa vontade, basta usar o método preconizado pelo Mestre Jesus: questionar sempre que interagimos com alguém, se, estamos fazendo aos outros, tudo o que gostaríamos que nos fosse feito...
Por enquanto: paz.


Relação de artigos de Américo Canhoto...

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Américo Marques Canhoto - Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito.


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