 |
|
SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
-
Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora).
 |
|
|
O
APAGÃO da alma |
|
Vivemos um momento
de escassez de energia vital |
|
AMÉRICO CANHOTO |
Veja: quanta gente se arrastando para levar um simples dia após o
outro. Ouça: Não agüento mais! Chega! Socorro meu Deus! Como
explicar isso? Pense: quantas coisas novas que parecem não ter nada
a ver uma com a outra, mas misturadas com as antigas tem tudo a ver.
Por exemplo, como entender segundo uma visão de mundo materializado
que um simples olhar é capaz de fulminar um desejo, uma intenção
nossa; e até de alterar a estrutura da matéria. É complicado para
nossa mente atual que ainda vive colocando os fenômenos normais e
paranormais uns contra os outros, inutilmente. Como nos soam
sobrenaturais os avisos do tipo: cuidado com seus desejos e anseios
pois eles podem se transformar em realidade, daí vigia e ora disse
Jesus. Quão grande é o nosso atraso, pois até para entender a
mensagem do Mestre é preciso saber que há muitos tipos de energias:
celestes, calor, vento, frio, secura, umidade, terrestre, fonte,
nutritiva, de defesa, perversa (princípios da milenar medicina
chinesa). Vale também saber que não há geração de energia; apenas:
"transformação". Pensou bem? Então, daremos inicio a um bate papo
para tentar desmaterializar nosso raciocínio, nossa visão de mundo e
de realidade. Passaremos aos leitores que ficaram em dúvida quanto
ao conceito de alimentos vivos e mortos, a introdução de um antigo
escrito nosso “O apagão humano” que ainda aguarda interessados em
publicá-lo e o fazemos com a intenção de tentarmos juntos
compreender os fatos do nosso dia a dia e vivermos melhor.
Até ontem - o homem encontrou na magia a maneira mais próxima de se
relacionar e de se favorecer da realidade energética, embora,
métodos e rituais além de complicados são aborrecidos e dominativos;
daí a aceleração natural faz com que cresça sem parar o contato do
homem comum com as realidades a respeito da energia e sua influência
na vida, sem paradoxos místicos e ajudando a libertá-lo da ciência
oficial e seu desejo de lucro. Longe de nós, execrar as explicações
convencionais da ciência para a vida e a arte de viver; deixemos
isso para os sábios e os novos cientistas da bioenergia, pois nosso
assunto, é simples, quase simplório, embora atual e palpitante: O
apagão humano, que é traduzido no dia a dia, na nossa linguagem
como: não agüento mais! Chega! Desisto! Para nós que somos pessoas
simples que lutamos para sobreviver, frente às inúmeras dificuldades
do dia a dia, o que fazer frente a esses novos enigmas da vida? Qual
a diferença entre a energia atômica ou elétrica que acende a luz e
faz funcionar aparelhos. O que isso tem a ver com desejo, vontade,
disposição? Porque e como estamos apagando? Onde estão nossas
tomadas para nos plugarmos com a energia da vida e do planeta? Para
melhor compreender vamos misturar o dito e conhecido ao ainda
ignorado: a energia, que é o nosso alimento espiritual; o pão nosso
de cada dia não é feito de farinha mas de elétrons, prótons,
neutrons.
Qual a origem do apagão humano?
Todos se lembram da
escassez de energia que ameaçou travar a vida das pessoas e a
economia. O apagão da energia elétrica: nem lâmpada, nem TV, rádio,
forno de microondas, internet, chuveiro quente, diversão eletrônica;
quase que a morte para sofisticados e consumistas espíritos que
dependem da modernidade para que um dia voltem a ser..., simples
almas, interconectadas. Uma situação evolutiva de tecnologia capaz
de conduzir muitos descuidados à depressão, angústia ou pânico.
Seres mortos em vida... eletrônica; apenas por verem-se tolhidos de
usufruir da modernidade tecnológica, mesmo que por breves instantes.
“... Deixem os mortos (eletrônicos) enterrarem os seus mortos (em
corpo físico)...” (Jesus).
Apagão da eletricidade
Essa falta de planejamento dos responsáveis pela política da
“energia elétrica” foi “carinhosamente” chamada de “apagão” pela
mídia. Uma “elétrica brincadeira administrativa”, uma gozação que,
embora tenha engordado a conta bancária de muitos, deu choque no
bolso e custou caro a todo mundo, seja em termos de estresse de
racionamento ou o medo de um colapso: vou ficar no escuro!, estou de
volta à idade da pedra! não vou mais poder assistir televisão! Todo
mundo, cada um do seu jeito ficou muito bravo, com medo e revoltado;
da mesma forma pessoal, cada um reagiu a seu modo: a maioria xingou
até a mãe dos (ir)responsáveis pela política energética do “país”,
alguns até aventaram a possibilidade de que os políticos corruptos
tenham surrupiado as verbas destinadas ao setor elétrico, outros
até, puseram a culpa no coitado do São Pedro que não mandou a chuva
necessária; muitos puseram a culpa nisso ou naquilo segundo sua
visão de mundo; segundo a cultura nacional muitos “gatunaram a
conta”, de todas as formas lícitas (?) ou não. Na interativa vida
humana, quando uns erram todos pagam, se de braços cruzados: Onde a
coisa pegou mais forte na revolta social foi no “bolso furado” pelas
sobretaxas provisórias que sempre viram impostos ou taxas
definitivas (ah! esses vícios culturais brasileiros). Como sempre,
uns aprenderam a lição e tentaram economizar; mas outros os que se
acham mais espertos ou inteligentes imaginaram dar um jeitinho de
subverter as leis da realidade, buscando "pistolões", mentindo ou
até inventando meios de manter o consumo anterior; meios legais ou
não; isso, parece piada, mas não se preocupavam em economizar ou
racionar queriam mesmo é continuar gastando como antes, de
preferência sem pagar; passada a crise como sempre acontece na vida
do homem, uns aprendem as lições, e no caso, continuam economizando
e usando apenas a necessária, outros deixam para aprender de forma
mais sofrida, no futuro, como os pecadores convictos que reclamam
sempre até que a dor, o sofrer de qualquer tipo sinalize a eles de
forma absolutamente clara que: a energia humana não é abstrata nem
subjetiva. Tudo que ocorre em qualquer área do universo, do micro ao
macro, ocorre também, na intimidade do homem. Parodiando o apagão
nacional da energia elétrica: vivemos um momento de escassez de
energia vital; a dos seres vivos. Tal e qual as disponibilidades
naturais de transformação das potencialidades em energia elétrica;
os reservatórios de energia universal e vital continuam os mesmos e,
sempre à disposição de quem os queira usar; mas, nosso problema
continua sendo o livre arbítrio e, a recusa em pensar, antever,
planejar a forma mais inteligente de usá-los. Nós ainda vivemos em
descuido e, movidos por interesses de obter vantagens, sempre as
mais imediatas possível; isso, nos faz perder a conexão interna e
perdemos a sintonia com os reservatórios de energia vital. Olha ai o
reflexo da incompetência política do setor energético: a falta de
planejamento e de gerenciamento da nossa vida fez com que os gastos
de energia vital aumentassem em progressão geométrica e os cuidados
com os reservatórios e com a melhor forma de manejá-los foram
dispensados (tal e qual na política dos governantes com relação à
energia elétrica).
Não agüento mais! Perdi todas as minhas energias! A sensação de
esgotamento da energia vital é coletiva. Alguns estão realmente
apagando e, sendo obrigados a racionar, até na iminência de um
colapso (perda do corpo físico). Um sem número de pessoas está
“travando”, “patinando” sem sair do lugar. Não conseguem acabar o
que já está começado nem iniciar nada novo; e, sem que tenha havido
nenhuma extravagância nenhuma "noitada", nada fora do “normal”;
apenas continuam dentro do seu “estilo de vida” básico; tudo,
continua na velha rotina, e mesmo assim, há dias em que acordamos
com a sensação de uma "ressaca" daquelas. Parece que andamos na
"gandaia" a noite toda, ou melhor, estivemos várias noites seguidas
na "farra". "Ressaca" total. Física e moral: extenuados e com uma
sensação de culpa inexplicável. A sensação que predomina, é a de que
não daremos mais conta do recado e de que nada mais vale a pena. O
pior é não achar resposta para isso: correr feito doido. Tanta coisa
para quê? Sob o peso dessa sensação até chegamos a imaginar que a
qualquer momento vamos morrer (boa hora para questionar a tal de
morte). O que sentimos de verdade, de realidade ou vida, é que
chegamos ao limite de nossas forças, estamos no "fim da picada"...
(será que isso, é que significa vivo ou morto? Viver é levar a vida
do jeito que está: na correria, e, morrer é uma parada total?) Se
para você, isso, já começou: Não se assuste, meu amigo, essa
sensação não é um privilégio seu. Milhões de pessoas estão se
sentindo no "fim da picada"... E, o primeiro impulso que o sujeito
tem numa situação dessa, é o de achar que está precisando de
vitaminas, e pode ser até aquela receitada na televisão por aquele
sujeito famoso (como não são bobos, os da mídia, já antevendo o
resultado indicam no comercial o próximo passo: “a persistirem os
sintomas consulte um médico”).
Dentro dessa lógica de consumo, alguns usam o raciocínio simplório
do neurótico: é melhor comprar logo a mais cara, a mais potente, a
mais completa, aquela que vai liquidar com esse cansaço rapidinho,
rapidinho. Pode até dar certo na primeira tentativa, às vezes, nem
na primeira dá o resultado que o sujeito esperava. Daí, o próximo
passo é consultar um médico. O seguinte é fazer um monte de exames
para retornar em seguida, e comprar mais um monte de remédios.
Depois, para muitos, a decepção, que leva a várias possibilidades: a
mais comum é a depressão ou o sentir-se vítima do destino ou disto
ou daquilo e seguir tocando a vida aos trancos e barrancos até
quando for possível; a outra, é buscar novas alternativas para a
volta à vida criativa e construtiva. Há os que buscam tratamentos
alternativos, mas que de um jeito ou de outro também se mostram
provisórios. A última cartada: buscar participar de forma ativa da
cura da falta de energia e de motivação (coisa para poucos),
buscando reformular a personalidade, revisar valores e conceitos,
trabalhar na sua própria intimidade, reciclando a sua visão de
mundo Essa sempre dá certo, mas tem um custo muito alto para
alguns: reformar seu estilo de vida, sua intimidade e seus valores.
Estamos perdendo contato com a realidade da vida como seres humanos.
Isso, nos assusta e aflige, adoece e mata em vida. Coisa horrorosa:
um morto que continua vivo (nem o mais aloprado cineasta conseguiu
ainda colocar esse fato com clareza nas telas). Tentaremos buscar
respostas e soluções para a pergunta íntima, ou será um desabafo?:
Viver para quê? Não agüento mais! Cansei! Ninguém me entende. Estou
apagando. E, pior ainda, é que isso ainda por cima dói. É uma
sensação de esgotamento dolorosa.
Como as pessoas de hoje não gostam de longas dissertações sobre o
que fazer para mudar, embora adorem os livraços de mil páginas dos
porters da vida, vamos encerrar por aqui. Quem se interessar a
respeito, aguarde uma visão simples a respeito de que tudo é
energia, causas da falta de energia, anatomia cósmica do homem,
fisiologia bioenergética, estados de consciência, somatização (a
arte de adoecer), causas da falta de energia vital, o efeito
neurose..., consumo de alimentos mortos. Somos teoricamente onívoros
(os melhores espécimes são os chineses); seres que podem comer tudo
o que conseguirem mastigar. Apenas diz o bom senso que deve observar
bem o que é bom para seu corpo e o que não é. Coisa que a maior
parte das pessoas não faz. Não satisfeitos com a agressão que fazem
ao próprio corpo ainda tomam remédios para conseguir agredi-lo com
mais força e por mais tempo. Apenas uma parte da energia vital que
absorvemos vem dos alimentos. E, embora a maior parte das pessoas
adultas ainda permaneça na fase de desenvolvimento oral, curtindo a
sensação que o alimento proporciona e comendo muito além do
necessário elas não conseguem aproveitar a energia vital dos
alimentos. Os motivos são vários, dentre eles: boa parte dos
alimentos que comemos hoje dão prejuízo energético, pois devem ser
degradados para que sejam absorvidos. Mas, o principal motivo da
pobreza de energia vital é que quase tudo o que consumimos hoje de
alimentos já morreu. Não tem mais energia vital. Segundo
experiências feitas com base em foto Kirlian, após três dias tudo
que é retirado da natureza ou abatido fica com zero de carga de
energia vital, ela se dissipa. Deu para entender o prejuízo que nos
causa a geladeira? Alimentos não devem ser conservados. Para as
pessoas que moram nas cidades a maioria dos legumes, e das frutas já
morreram pois foram colhidos há vários dias. Apenas as verduras não
duram tanto tempo sem estragar. As carnes, aves, vísceras e peixes
só não apodreceram (o que são as bactérias da flora intestinal do
que urubuzinhos sem asas) devido ao congelamento ou refrigeração.
Os hábitos alimentares de boa parte da população traz um sério
prejuízo de durabilidade do corpo físico e uma enorme pobreza de
qualidade de vida, também devido ao grande consumo de alimentos
envenenados, tóxicos e industrializados. Além disso, o balanço
energético fica no prejuízo, pois gasta-se mais energia vital para
processar esses alimentos do que eles trazem.
Quer uma dica? Não quer desencarnar feito uma minhoca (uma lesma
representa melhor) se arrastando? Tem ao menos um vaso na sua casa?
– plante qualquer coisa. No terreno baldio ao lado plante uma árvore
frutífera... Ficou dúvida? Está bem e a carne? Ainda tem coragem de
matar o bicho? Crie ele em casa – mate e coma em três dias no
máximo...
Alguma dúvida por que cheiramos mal?

Relação
de artigos de Américo Canhoto...
Ver outros colunistas...
Ir
para página principal...
|
|
Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
Jornal
dos Espíritos - o seu jornal
espírita na internet
Copyright 2005 - Todos os direitos reservados.
redacao@jornaldosespiritos.com
Microsoft Internet Explorer - 6.0 - Resolução: 800 x 600 |
|