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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora).
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INVESTIMENTO do Além |
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investimento com retorno de cem por um |
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AMÉRICO CANHOTO |
Sondando alguns desencarnados e mesmo lendo com cuidado as notícias
do além, dá para deduzir que as coisas do lado de lá, não são muito
diferentes das de cá, inclusive na necessidade de "grana" para viver
bem ou mal; já que sobreviver do outro lado da vida todos sobrevivem
de um jeito ou de outro, nem que seja assaltando os ainda encarnados
nas esquinas entre uma dimensão e outra da vida. Mas, no fundo as
ocorrências entre a terceira e a quarta dimensão se parecem. Em se
tratando de comida, por exemplo, passar fome e sede no além túmulo é
muito comum, mas morrer delas é impossível. Em alguns locais do
espaço sideral, bem agradáveis e evoluídos, as pessoas nutrem-se e
se deliciam com iguarias celestiais que, custam os olhos da cara na
moeda deles. Mesmo nas dimensões aqui por perto, nos albergues que
nos acolhem do lado de lá, embora coma-se de bandejão; mesmo assim,
a comida parece um manjar dos deuses para quem ficou um tempo
incontável sugando as emanações dos encarnados. Isso, não deve
causar espanto; pois a grande maioria dos espíritos desencarnados
errantes, chegam ao mundo astral com “uma mão na frente e outra
atrás” e, daí claro que são obrigados a se virar com os restos
vibratórios dos ainda encarnados, catados no lixão da evolução.
Dizem os pacientes dos hospitais do além que até a comida lá não nos
parece tão insonsa quanto as dos daqui.
As cidades do astral também lembram as nossas; há a parte
estruturada, bem urbanizada, e a periferia espalhada em volta que
também pode ser chamada de favela umbralina com seus problemas de
saneamento básico, tráfico de drogas (no qual a moeda são os
encarnados e seus vícios) e a inevitável violência onde quem pode
mais, literalmente, chora menos; em algumas regiões formam-se
verdadeiras cidades satélites ao redor das cidades do astral ou
colônias espirituais, algumas até bem projetadas com seus lindos
jardins, alamedas e avenidas por onde circulam “airbus” dotados de
incrível conforto e tecnologia e até podemos cruzar com algumas
pessoas que conseguiram a caríssima carteira de volitador autônomo e
que passam por nós como super-homens voadores dotados de
superpoderes.
Acham que isso cai do céu? Claro que não, não poderia. Então, como
pagar para desfrutar da tecnologia do além? Nos mundos mais
evoluídos não existe mágica; apenas tecnologia aplicada em favor de
todos, sem egoísmo e sem orgulho – mas isso, custa caro.
Parece que nas melhores colônias (um tipo de cidade do além) a moeda
corrente mais aceita e cambiável de um lugar para outro segundo a
taxa do dia, é o bônus hora, a que se refere o Espírito André Luiz
no livro “Nosso Lar” psicografado por Chico Xavier. Tal como aqui,
se desejarmos usufruir das maravilhas da tecnologia, temos que pagar
- e lá a modernidade chega bem antes, daí é mais cara. E o pagamento
de que forma pode ser feito? Como aqui, lá não andamos mais com
bônus – hora na carteira, nas malas ou em sacos; quando queremos
comprar ou usufruir de algo: passamos o cartão (apelidado por alguns
bem humorados do além de dedão áurico) que contém todas as
informações sobre nós, inclusive nosso saldo positivo ou negativo; o
cartão dedo-duro não pode ser clonado nem emprestado e a fatura pode
ser debitada na hora ou parcelada.
Quando reencarnamos com quem ficam nossos bônus hora?
Para quem deixou uns “troquinhos” antes de vir para o mundo físico é
aconselhável aplicar as economias que restaram do processo
reencarnatório para usar no futuro (reencarnar de favor gera
tendência para depressão; então, o melhor é trabalhar muito lá no
astral para poder bancar a própria). Diz um amigo desencarnado que,
na época em que ele ia voltar, estava na moda investir na
intercessão a cunhados, sogros e sogras, já que esse tipo de
investimento costumava render um pouco mais do que os outros; embora
o risco de perda fosse grande. Então é possível investir bônus hora
ou fica tudo na caderneta de poupança cósmica? Claro que é possível
investir em vários tipos de caridade, e cada uma delas dá um retorno
diferenciado, com maior ou menor risco de perda. Como decidir? Isso
é feito por associações, entidades, cooperativas, como por exemplo,
o banco de investimentos “Caridade em Ação”. Bolsa de investimentos
do mercado futuro do desarmamento mundial, associação dos médiuns
aposentados, etc.
O sistema financeiro de lá, tem falhas como aqui?
Não, os espertalhões e os caloteiros que se cuidem, pois as dívidas
podem ser renegociadas, parceladas, pagas à vista com desconto; e as
cadeias da dor ou as penitenciárias do sofrer não resgatam débitos,
apenas o trabalho forçado ou voluntário em prol de si mesmo, do
próximo e do planeta com todos os seus habitantes dos vários reinos
abatem o saldo devedor.
Podemos conseguir bônus hora também quando encarnados?
Claro, e essa foi uma das principais dicas do Mestre Jesus quando
nos mostrou a necessidade do perdão e da caridade – e não foram
poucos seus avisos que a grana de papel moeda ou saldo bancário em
reais, euros, dólar, ações de empresas, ouro não tem o mínimo valor
no astral; e também o poder político ou religioso do mundo físico
não podem ser trocados em bônus hora na alfândega na chegada do lado
de lá.
Podemos chegar no além com algum capital?
Sim, e essa deve ser uma das metas principais da existência física.
É possível deter bens no além sim. Inclusive quem leu o livro “Nosso
Lar” (Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira) lembra-se que
nele está relatado que algumas famílias usam a mesma casa e objetos
entre uma existência e outra. Mas, a grande maioria é constituída de
imprevidentes que chegam no astral na miséria, vivendo como
andarilhos ou mendigos. Pior acontece com os endividados e
caloteiros que logo são encontrados por seus credores.
Qual a razão de haver pobreza no mundo astral?
A preguiça é o problema básico – quem participa de trabalhos de
assistência aos desencarnados pode testemunhar que, muitas vezes
quando espíritos errantes são convidados a ir para um dos
albergues-escola (postos de atendimento e socorro no umbral) uma das
suas maiores preocupações, é a obrigatoriedade de ter que trabalhar
ou precisar seguir regras. No fundo ainda queremos usufruir do bom e
do melhor na espiritualidade sem esforço de tipo algum (aqui é a
mesma coisa).
Vamos parando por aqui para não cansá-los; quando tivermos permissão
para passar pela alfândega do além com lembranças das nossas
excursões noturnas pelo mundo espiritual (durante o sono) traremos
mais informações, uma muito interessante é sobre as imobiliárias do
além; sabia que é possível comprar uma casa e objetos do lado de lá
antes de desencarnar? Quando for permitido podemos também soltar a
lista de preços de artigos de primeira necessidade em bônus hora,
aguardem. A informação mais interessante e que me preocupou diz
respeito a como é vista do lado de lá as aposentadorias, recomendo a
quem tiver mais do que uma que se desfaça dela rapidinho.
E aí meu amigo? Como anda seu saldo de bônus hora? Está desempregado
no sentido dos ganhos espirituais? Se, está; preencha uma ficha e
candidate-se a uma tarefa na casa espírita, correndo. Na dúvida
inscreva-se na associação de médiuns desempregados, pois quem sabe
pode ganhar uma bolsa auxílio durante algum tempo – mas, cuidado
viver de esmolas por descuido, preguiça ou falta de competência é
desagradável demais em qualquer lugar do Universo – no além, os
coitadinhos costumam sofrer mais do que os outros...
Quer viver bem no além?
Torne-se rico em luz.
Trabalhe muito, mas muito mesmo em favor do próximo – aprenda a
servir com qualidade. Estude muito e sirva mais ainda.
Bons lucros.
Saudações.

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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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