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SAÚDE OU DOENÇA, A ESCOLHA É SUA
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Acredite, é surpreendente: saúde não se compra na farmácia!
Isso mesmo! Descubra neste livro as causas espirituais das
doenças, a influência do passado nas enfermidades, a origem
psicossomática das moléstias e ainda os pequenos descuidos
que geram grandes problemas de saúde – explicações e
sugestões práticas para prevenir o sofrimento e garantir uma
vida verdadeiramente saudável! E mais: conheça os efeitos
negativos dos desejos e frustrações, da busca da felicidade
em outras pessoas, das fixações mentais, da alimentação
compulsiva, da vida sedentária, das crises existenciais e de
outros fatores causadores de doenças e perturbações.
Experiente médico da família, sempre sugerindo soluções,
Américo Canhoto aponta na direção da saúde do corpo e da
alma. Leitura fácil, derruba mitos e preconceitos, um guia
excelente para quem deseja viver mais e muito melhor. "Saúde
ou doença, a escolha é sua" (São Paulo: Petit Editora)
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Porquê os fumantes são folgados |
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PORQUÊ OS FUMANTES SÃO “FOLGADOS” –
TENDEM A DESRESPEITAR OS NÃO FUMANTES? - Os impulsos,
os automatismos nos levam a atitudes impensadas. Quando levamos
um copo, um cigarro ou uma guloseima á boca não raciocinamos,
simplesmente cumprimos um ritual primitivo para compensar
carências psicológicas ou afetivas.
Porquê o fumante se ofende, e até retalia, quando os outros
reclamam da fumaça e do cheiro do cigarro?
A culpa é da nossa incrível capacidade de adaptação. É possível
que alguns até culpem Deus por ter nos ofertado essa
possibilidade: somos capazes de habitar o planeta nas mais
diferentes e hostis situações para que possamos seguir em frente
na caminhada em direção ao progresso e á felicidade.
Quando por um distúrbio psicológico começamos a tentar
compensá-lo através do cigarro, no início, sofremos muito com o
gosto horrível, o cheiro nojento, a fumaça irritante; mas depois
logo nos adaptamos tão bem, que, não sentimos mais nem o gosto
nem o cheiro e até fazemos malabarismos com a fumaça que
assopramos na cara dos mais chatos (com uma certa dose de
mórbido prazer). Maldade? Claro que não! Apenas inconsciência.
Porém, se o fumante resolve numa atitude corajosa de reforma
íntima enfrentar e até largar essa compulsão; breve ele se torna
mais “intolerante” a tudo que envolve o cigarro do que aquele
que nunca fumou. Porquê? A resposta está de novo na capacidade
de adaptação. Na primeira fase por “deficiência moral” (e quem
não as tem de todo tipo?) ele se adaptou ao cigarro (cada um se
vira como pode e como quer) – ao resolver abandonar o vício,
depois de algum tempo seu organismo se readapta e a memória
celular registra tudo que envolve o cigarro como algo nocivo e
nojento – daí, a intolerância a tudo que envolve o cigarro é
mais forte do que a da pessoa que nunca fumou. Para que fumantes
e não fumantes convivam bem é preciso desenvolver o respeito.
Para quem fuma, aprender a respeitar o direito de quem não fuma
é um grande passo para começar a preencher o vazio
existencial, atitude que pode servir de passaporte para uma vida
mais saudável. Outro santo remédio é a busca de aprender a
servir ao próximo.
Embora os fumantes sintam-se discriminados, vale a pena alertar
as crianças e o jovens que muitos lugares badalados não aceitam
fumantes e a maior parte das empresas que buscam atingir
determinados padrões de qualidade não admitem funcionários que
fumem e algumas estão dando um prazo para que os fumantes
abandonem o vício.
Cigarro: melhor não começar do que ter que lutar para largar...
Muita Paz.

Américo Canhoto
Ler outro artigo relacionado:
Cigarro: remédio
ajuda a parar, de Jaqueline Falcão
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Américo Marques Canhoto
- Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito
de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de
1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto,
Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia
pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu
que esse médico era um espírito. |
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