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França,
1763. Filho único do conde Arnaldo D'Jou, Felipe retorna à
pátria depois de sofrer amarga derrota nos campos de batalha
da Inglaterra. A caminho dos domínios do pai, não sabe que
vai ao encontro do seu passado... Embriagado pela beleza e
encanto de Celine, transtornado de desejo, Felipe deixa-se
dominar pela paixão. A linda jovem, filha de um cigano
foragido,nega-se a se entregar ao guerreiro que não aceita a
recusa. O ódio de Felipe contamina o ambiente da estalagem
onde se encontram, abrindo suas portas para espíritos
violentos e vingadores... Agora, tudo pode acontecer:
Felipe, Celine, Gabriel, André, Luís e Antônio se
reencontram para entender que nunca é tarde para perdoar.
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"Meditação, um caminho para a felicidade" (São Paulo: Petit
Editora), de Humberto Pazian.
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As conseqüências do
ABORTO |
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O ato de impedirmos
o nascimento de um ser é um erro |
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“Porque toda casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas
as coisas é Deus.” Paulo (Hebreus, 3:4.)
No caminho evolutivo que o espírito empreende, várias vidas são
necessárias para que os princípios da justiça se firmem em nossas
mentes.
Experiências múltiplas nos fazem entender que a justiça é para
todos, independentemente da cor, sexo, posição social ou qualquer
outra barreira que impusermos à humanidade.
Se de um lado sentimo-nos confortados por saber que toda injustiça
ou ato ofensivo que seja praticado contra nós será compensado, por
outro lado preocupa-nos por entendermos que se formos nós os
causadores de injustiças e transgressões também teremos um retorno
dessas ações.
Durante muitos séculos, acreditamos no temível conceito de “pecado”
e sua corrigenda purgatorial, entendendo que o mal ou os erros aqui
praticados resultariam num castigo infindável no mundo dos espíritos
e que, uma vida isenta de erros proporcionaria por sua vez, uma
também eterna vida de gozo, monótona e sem nenhuma finalidade.
Nem uma nem outra, é o que os espíritos nos ensinaram. Com o
esclarecimento que a Doutrina Espírita nos trás, aprendemos que na
própria existência terrena - atual ou futura- é que teremos a
compensação de nossos atos.
Criamos nossos destinos, somos com Deus, co-criadores de nossos
caminhos tendo sempre - o que nunca devemos esquecer - a
oportunidade de refazermos nosso trajeto, reajustando nossos passos.
O ato de impedirmos o nascimento de um ser, desacreditando na
Sabedoria das leis Divinas, é considerado pelo Espiritismo como um
erro, uma decisão mal tomada e, como tal, necessária uma corrigenda.
Mas é importante ressaltar que, embora somos contra o aborto e a
favor da vida, também somos a favor do perdão e contra o julgamento
cruel que muitos fazem àqueles que infelizmente, tenham praticado
tal ato.
Se pensa em praticar o aborto, aconselhamos: não o faça, acredite no
Amparo Divino que sempre nos acolhe nos momentos de dificuldade mas,
se já o praticou, não se desespere pois esse mesmo “Poder” irá
auxiliá-lo a compensar o erro através de inúmeras oportunidades que
a vida lhe apresentar.
Em ambas as situações, lembremos-nos sempre, da condição de “filhos
amados do Altíssimo”, tão bem conduzidos que somos pelas mãos
amorosas do querido mestre Jesus.
Confiando nele, prossigamos. 
Leia outros artigos de Humberto Pazian:
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HUMBERTO PAZIAN
-
Dirigente da Fraternidade Francisco de Assis, apresentador e
produtor do programa de TV Vivência Espírita, estudioso da
acupuntura, à qual se dedica na condição de terapeuta. É editor do
jornal Harmonia e escritor. |
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