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Lançamento do
mês
DA
REDAÇÃO |
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Leia um trecho do livro "Pequenos descuidos,
grandes problemas", do médico de
família Américo Canhoto. Lançamento nacional
da Petit:
"Educar exige
preparo, reciclagem rápida e contínua. É
necessário que os pais se preparem para
receber os filhos com consciência para obter
sucesso em sua educação. Não se trata da
educação ideal, pois não há filhos ou pais
ideais. Existe apenas a realidade de cada
um. O método informal de ir levando a vida
para ver no que dá já provou sua ineficácia.
Hoje, para atingir um padrão de qualidade
melhor, é preciso que tenhamos metas a serem
alcançadas e que busquemos os recursos
necessários para atingi-las. Essa
providência é interessante em especial na
formação da criança da Nova Era, pois ela
não aceita imposições nem regras que não
sejam obedecidas por todos".
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"Desejamos que tenham
incorporado em sua visão de mundo que não educamos
de forma direta e definitiva, mas que participamos
do processo e podemos tornar a tarefa mais fácil e
eficiente. Claro que nesse processo pode ocorrer
desperdício de talentos, conhecimento e tempo, além
de enganos, erros e acertos. Isso é lógico e normal,
porém é preciso cuidado para não banalizar o
conformismo disfarçado de normalidade: “Hoje em dia
é assim mesmo”. A soma de pequenos descuidos sempre
conduz a grandes problemas. Que os alertas tenham
atingido seu objetivo sem provocar culpa nem
remorso. Quantos de nós podemos nos considerar pais
e mães de qualidade, pessoas que não cometem
descuidos ou faltas? Como nos sentimos? O saldo até
o presente momento foi positivo? Mesmo que não tenha
sido, isso não tem tanta importância assim; errar
faz parte da arte de aprender. Para ficarmos em paz,
basta que tentemos corrigir-nos a cada novo momento,
oportunidade e conhecimento. Não é difícil
transformar pequenos descuidos em grandes lições.
Para trilhar esse caminho em segurança e alegria,
não devemos nos comparar com as outras pessoas
usando os filhos como parâmetros. Aqueles que
empreendem esse pequeno descuido – considerar-se
bons ou maus pais apenas porque seus filhos são
bem-vistos ou malvistos – caem em armadilhas
preparadas por eles mesmos. Muitos se imaginam pouco
competentes porque seus filhos são considerados
problemáticos pela sociedade, quando, na verdade,
estão fazendo o melhor que podem para superar suas
tendências negativas e imperfeições. O bom mestre é
aquele que consegue motivar um aluno displicente e
recuperá-lo. Não educamos nossos filhos para os
olhos do mundo, mas para que sejam felizes e
realizados. Por menor que seja o progresso obtido,
será uma vitória do amor..."
(DA REDAÇÃO) 
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