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A
ciência da
espiritualidade |
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Do
ceticismo da ciência ao espiritualismo |
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YMA VICK |
Esta é a saga de
um homem cético; um biólogo, professor e
pesquisador que descobriu no laboratório a magia
das células e a energia espiritual que age sobre
a matéria. Desvendou seus mistérios e concluiu,
para benefício da ciência, que o DNA não
controla totalmente nossas características nem
nossa vida, como pensávamos. E para benefício da
humanidade, confirmou que cada partícula de
matéria contém, em si, a essência e a energia do
Criador. Eis a hora de ciência e espiritualidade
voltarem a se unir.
CIÊNCIA E
ESPIRITUALIDADE - A emoção mais bela
e profunda que podemos sentir é a do
sobrenatural. Este é o poder da verdadeira
ciência (Albert Einstein).
...Uma regra filosófica e científica chamada "a
navalha de Occam". Segundo essa regra, quando
várias hipóteses são apresentadas para explicar
um fenômeno, a mais simples é a que deve ser
considerada primeiro. A nova ciência da membrana
mágica, em conjunto com os princípios da física
quântica, oferece a explicação científica mais
simples não apenas para a medicina alopática mas
também para a filosofia e prática da medicina
complementar e da cura espiritual. Além disso,
depois de tantos anos estudando e aplicando a
ciência que apresento neste livro, posso
assegurar que ela tem o poder de mudar vidas.
A ciência me levou a um eufórico momento de
descoberta bem parecido com a conversão
espiritual descrita pelos místicos. Lembra-se da
história bíblica de Saul, que foi derrubado de
seu cavalo por um raio? Bem, não fui atingido
por um raio dos céus caribenhos, mas entrei na
biblioteca correndo como um louco porque a
consciência do processo membrana foi "baixada"
(literalmente um download) em minha consciência
durante aquela madrugada e me mostrou que somos
todos seres imortais, espirituais e que
existimos independentemente de nosso corpo...

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A
biologia da CRENÇA |
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O elo
perdido entre a vida e a consciência |
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DA
REDAÇÃO |
"(...) a ciência me levou a um eufórico momento
de descoberta bem parecido com a conversão
espiritual descrita pelos místicos. Lembra-se da
história bíblica de Saul, que foi derrubado de
seu cavalo por um raio? Bem, não fui atingido
por um raio dos céus caribenhos. Mas entrei na
biblioteca correndo como um louco porque o
processo da membrana foi 'baixado' (literalmente
um download) em minha consciência durante aquela
madrugada e me mostrou que somos todos seres
imortais, espirituais e que existimos
independentemente de nossos corpos. Foi como se
ouvisse uma voz dentro de mim dizendo que eu
vivia de acordo com preceitos equivocados de que
os genes controlam a biologia e que a vida
termina quando o corpo morre. Tinha passado anos
estudando os mecanismos de controle molecular
dentro do corpo físico e naquele momento percebi
que os 'interruptores' que controlam a vida são
ligados e desligados por sinais do ambiente...
do universo."
(...)
"Os transplantes de células e de órgãos oferecem
um modelo não apenas da imortalidade como também
da reencarnação. Considere a possibilidade de
que no futuro um embrião venha a apresentar as
mesmas características e receptores de
identidade que possuo hoje. Será, então, um
embrião de 'mim mesmo'. Minha identidade estará
de volta, porém em um corpo diferente.
Discriminações raciais e de sexos passam a ser
algo ridículo e até mesmo imoral quando
percebemos que nossos receptores podem ser
reproduzidos no futuro tanto em um corpo branco
como em um negro, asiático, masculino ou
feminino. Como o ambiente representa 'tudo o que
existe' (Deus) e nossas antenas receptoras
captam apenas parte do sinal universal, cada um
de nós representa uma pequena parte dele... uma
pequena parte de Deus."
(...)
"Você e eu somos 'residentes da Terra' e
recebemos informações de uma grande central de
controle técnico-espiritual. As experiências que
adquirimos durante a vida são enviadas a essa
central, nosso espírito. Portanto, a maneira
como você vive influencia diretamente as
características de seu 'eu'. Essa interação
corresponde ao conceito de carma. Quando
compreendemos isto passamos a prestar mais
atenção à maneira que vivemos neste planeta,
pois as conseqüências de nossos atos se
prolongam além da existência de nosso corpo.
Tudo o que fazemos tem conseqüências que podem
nos afetar hoje ou mesmo uma versão futura de
nosso ser. O conhecimento sobre as células
somente confirma o que os grandes sábios
espirituais vêm nos ensinando há séculos. Cada
um de nós é um espírito encarnado na matéria."
(...)
Os teóricos que defendem a tese de que os genes
comandam nosso destino parecem ignorar as
experiências sobre as células anucleadas
realizadas há mais de 100 anos. Mas não podem
ignorar as novas pesquisas, que também mostram
que eles estão enganados. Enquanto o projeto
Genoma Humano figurava em todas as manchetes, um
grupo de cientistas iniciava um novo e
revolucionário campo da biologia chamado
Epigenética. A ciência da Epigenética, que
significa literalmente "controle sobre a
genética", modificou completamente os conceitos
científicos sobre a vida (Pray, 2004; Silverman,
2004). Na última década as pesquisas
epigenéticas estabeleceram que os padrões de DNA
passados por meio dos genes não são definitivos,
isto é, os genes não comandam nosso destino!
Influências ambientais como nutrição, estresse e
emoções podem influenciar os genes ainda que não
causem modificações em sua estrutura. Os
epigeneticistas já descobriram que essas
modificações podem ser passadas para as gerações
futuras da mesma maneira que o padrão de DNA é
passado pela dupla espiral (Reik e Walter, 2001;
Surani, 2001).
Não há dúvida de que as descobertas epigenéticas
deixaram para trás as descobertas genéticas.
Desde a década de 40, os biólogos vêm isolando o
DNA do núcleo das células para estudar os
mecanismos genéticos. Nesse processo de abrir a
membrana do núcleo retirado e remover os
cromossomos, compostos metade de DNA e metade de
proteínas reguladoras, em sua ânsia de estudar o
DNA, jogavam fora as proteínas. Na verdade
estavam jogando fora o bebê junto com a
placenta. Hoje este bebê está sendo resgatado
com o estudo das proteínas dos cromossomos, que
desempenham um papel tão crucial na
hereditariedade quanto o DNA.
O DNA forma o centro do cromossomo e as
proteínas formam um revestimento ao seu redor.
Enquanto os genes estão cobertos, porém, sua
informação não pode ser "lida". Imagine que seu
braço é o DNA responsável pela característica de
olhos azuis e que ele é recoberto por uma camada
de proteínas reguladoras que o protegem como a
manga de uma camisa, impedindo que suas
informações sejam acessadas.
(...)
A história do controle epigenético é a história
de como os sinais ambientais controlam a
atividade dos genes. Agora fica claro que o
quadro de primazia do DNA tem falhas. O esquema
revisado do fluxo de informações hoje pode ser
chamado de "primazia do ambiente". Este novo e
mais sofisticado fluxo de informações da
biologia começa com um sinal do ambiente que age
sobre as proteínas reguladoras, depois sobre o
DNA, o ARN e finalmente sobre o resultado final,
a proteína.
A ciência da Epigenética também deixa claro que
há dois mecanismos pelos quais os organismos
transmitem suas informações hereditárias. Ambos
permitem aos cientistas estudar tanto as
contribuições da natureza (genes) quanto as do
aprendizado (mecanismos epigenéticos) sobre o
comportamento humano. Se focarmos nossa atenção
apenas nos padrões, como os cientistas vêm
fazendo há décadas, jamais iremos entender a
influência do ambiente (Dennis, 2003;
Chakravarti e Little, 2003).
Vamos usar uma analogia para tornar mais clara
essa relação entre a epigenética e os mecanismos
genéticos. Você se lembra da época em que a
programação da televisão acabava à meia-noite?
Quando os canais saíam do ar, um "padrão de
teste" era exibido na tela. A imagem era
semelhante à de um alvo de dardos, como na
figura seguinte.
Imagine que o padrão da tela é o padrão
codificado por um determinado gene, como o de
olhos castanhos, por exemplo. Os botões e os
controles da TV permitem que você modifique a
aparência horizontal e vertical da tela, ligue
ou desligue o aparelho e altere características
como cor, tonalidade, contraste e brilho. Ao
fazer essas modificações você pode alterar a
aparência da tela, mas não modificar o padrão
original da imagem. Este é o papel das proteínas
reguladoras. Estudos de síntese de proteínas
revelam que os "controles" epigenéticos podem
criar mais de duas mil variações de proteínas a
partir de um mesmo padrão genético (Bray, 2003;
Schmuker, et al. 2000).
Nesta analogia epigenética, o padrão de teste na
tela representa o padrão da estrutura da
proteína codificado por um gene. Os controles da
TV permitem que se altere a aparência do padrão
(B e C), mas não o padrão original da
transmissão (no caso, do gene). O controle da
epigenética modifica a leitura do gene sem
modificar o código de DNA.
(...)
A VOZ INTERIOR
- Enquanto esperava o avião, lembrei que
teria cinco horas de viagem pela frente e nem
sequer uma revista para ler. Como faltavam
apenas alguns minutos para o embarque, corri até
a livraria do aeroporto. Então, em meio ao
desespero de ter que escolher um livro, correndo
o risco de perder o avião, um exemplar de "O
código cósmico: física quântica como linguagem
da natureza", do físico Heinz R. Pagels (Pagels,
1982), pulou em minhas mãos. Li rapidamente a
contracapa e vi que se tratava de um livro de
física quântica para leigos. Claro, o
condicionamento e a fobia da época de colégio me
fizeram colocá-lo imediatamente de volta à
estante.
Peguei um clássico da literatura e fui direto ao
caixa. Mas, enquanto o rapaz passava o livro
pelo leitor ótico, vi outro exemplar do "O
código cósmico" na prateleira atrás dele. Então,
enquanto abria a carteira e olhava o relógio
para ver quantos minutos ainda tinha, consegui
superar minha velha aversão à física quântica e
pedi a ele para pegar o exemplar ali atrás
também.
Já no avião, recuperando-me da dose extra de
adrenalina da corrida até a livraria, peguei uma
revista de palavras cruzadas, resolvi algumas e
só depois abri o livro de Pagels. Não consegui
mais parar de ler. Mesmo tendo de voltar algumas
páginas de vez em quando para reler várias vezes
e entender a teoria, passei o vôo todo - as três
horas de espera pela conexão em Miami e as cinco
horas do segundo vôo - até minha ilha
paradisíaca mergulhado no material!
Antes de embarcar em Chicago, não fazia a menor
idéia do que era Física Quântica e nem de sua
importância para a Biologia. Quando o avião
chegou ao Caribe, eu estava em estado de choque
intelectual. Finalmente entendia a relação entre
as duas áreas da ciência e percebia o grande
erro dos biólogos ao subestimar as leis da
física. Seguindo ultrapassados modelos
newtonianos, deixamos de ampliar nossos
horizontes e não percebemos que a física
quântica é a base de todas as ciências. Presos
ao mundo físico de Newton ignoramos o mundo
quântico e invisível de Einstein, no qual a
matéria é constituída de energia e não há limite
absoluto. Em nível atômico, nem se pode afirmar
com certeza que a matéria existe; há apenas uma
tendência de que isso possa acontecer. Todos os
meus conceitos e certezas sobre a Biologia e a
Física tinham ido por terra!
Hoje, quando penso em tudo isso, não entendo
como eu e todos os biólogos nunca paramos para
pensar que a física newtoniana, tão elegante e
segura para nosso raciocínio hiper-racional, não
explica sequer os mecanismos do corpo humano em
detalhes, quanto mais os do universo! A ciência
avança a cada dia, mas ainda conhece muito pouco
sobre os organismos. Apesar de todas as
descobertas, a mecânica dos sinais químicos,
incluindo os hormônios, as citocinas (hormônios
que controlam o sistema imune), os fatores de
crescimento e supressores de tumores, ainda não
explica os fenômenos paranormais. Curas
espontâneas, fenômenos psíquicos, demonstrações
de força e resistência além do normal,
habilidade de caminhar sobre carvão em brasa sem
se queimar, agulhas de acupuntura que diminuem a
dor manipulando a energia chi do corpo e muitos
outros fenômenos desafiam a biologia newtoniana.
Claro, eu mesmo jamais pensei em tudo isso
enquanto estudava e lecionava nas faculdades.
Meus colegas e eu ensinávamos os alunos a
ignorar métodos como acupuntura, quiropraxia,
massagem terapêutica, orações etc. Na verdade
fazíamos até pior. Chamávamos esses
profissionais de charlatões porque estávamos
cegamente vinculados à física newtoniana, mas
estas modalidades de cura baseiam-se na crença
de que os campos de energia influenciam e
controlam nossa fisiologia e nossa saúde.
A ILUSÃO DA MATÉRIA
- Somente quando comecei a aceitar os princípios
da física quântica percebi que, ao ignorar tão
altivamente esses conceitos que envolvem a
questão da energia, nós biólogos agimos
exatamente como um diretor do Departamento de
Física da Universidade de Harvard que Gary Zukav
menciona em seu livro A dança dos mestres Wu Li:
uma visão geral da nova física. Ele disse a seus
alunos em 1893 que não havia mais necessidade de
existir doutores em física (Zukav, 1979).
Segundo ele, a ciência já havia estabelecido que
o universo é uma "máquina de matéria"
constituída de átomos físicos individuais que
obedecem às leis da mecânica newtoniana. Agora
só cabia aos físicos refinar seus métodos de
medição.
Mas, três anos depois, o conceito de que o átomo
era a menor partícula no universo caiu por terra
com a descoberta de que ele é constituído de
elementos ainda menores, os chamados partículas
subatômicas. Com essa outra descoberta ainda
mais contundente: a de que os átomos emitem
"energias estranhas", como raios X e
radioatividade. Na virada do século 20, uma nova
geração de físicos se propôs a mostrar a relação
entre energia e estrutura da matéria. Dez anos
mais tarde, deixaram de lado os conceitos
newtonianos do universo material porque
perceberam que o universo não é composto de
matéria suspensa no espaço vazio, e sim de
energia.
A física quântica descobriu que os átomos
físicos são constituídos de vórtices de energia
que giram e vibram constantemente. Cada átomo é
um centro que gira e irradia energia. E cada um
deles tem uma assinatura (movimento) e
constituição (moléculas) próprios. Por isso
emitem coletivamente padrões de energia que
podem ser identificados. Todo material no
universo, incluindo você e eu, irradiamos uma
assinatura energética única.
Se fosse possível observar a composição de um
átomo por meio de um microscópio, o que
veríamos? Imagine um vórtice de energia girando
e se movendo na areia do deserto. Agora remova a
areia. O que sobra é apenas um tornado
invisível. Um átomo nada mais é que um conjunto
desses vórtices microscópicos. Se observado de
longe, parece uma esfera embaçada. À medida que
aproximamos o foco, a imagem se torna cada vez
mais indefinida até desaparecer totalmente. Na
prática, o átomo é invisível. Quando se observa
sua estrutura, o que se vê é apenas vácuo. Não
há matéria física. Surpreso?
Lembra-se daqueles modelos de átomos que
estudávamos na escola, com bolinhas de gude e
rolimãs representando o sistema solar? Vamos
compará-los com a estrutura "física" do átomo
descoberta pela física quântica. Não, não se
trata de um erro de impressão. Os átomos são
feitos de energia invisível e não de matéria
palpável!
Em nosso mundo, a substância (matéria) surge do
nada. Parece estranho, não? Afinal, você está
segurando um livro bem sólido nas mãos. Mas se
colocá-lo sobre a lente de um microscópio
atômico verá que não está segurando coisa
alguma. Se pensarmos bem, os alunos de biologia
não estão errados ao achar que o universo
quântico é estranho. Vejamos como funciona esta
questão de "existe, não existe" da física
quântica. A matéria pode ser definida tanto como
um conjunto de partículas sólidas quanto como um
campo (onda) de força não-material. Quando os
cientistas estudam as propriedades físicas dos
átomos, como massa e peso, referem-se a eles
como matéria física. No entanto, quando os
mesmos átomos são descritos em termos de
potencial de voltagem e extensões de onda são
chamados de propriedades da energia (ondas) (Hackermüller,
et al. 2003; Chapman, et al. 1995; Pool, 1995).
O fato de que energia e matéria são a mesma
coisa é o que Einstein concluiu ao dizer que
E=mc2. Ou seja: Energia (E) = matéria (m, massa)
multiplicada pela velocidade da luz (c) ao
quadrado. Einstein revelou que não vivemos em um
universo de objetos físicos separados por espaço
vazio. O universo é um ser completo, dinâmico e
indivisível no qual energia e matéria são tão
intimamente ligadas que não se pode
considerá-las elementos independentes.
NÃO SÃO EFEITOS
COLATERAIS... SÃO EFEITOS! - A
descoberta de que mecanismos tão diferentes
controlam a estrutura e o comportamento da
matéria poderia ajudar a biomedicina a conhecer
melhor a saúde e as doenças. No entanto,
médicos, biólogos e alunos continuam a ser
treinados a ver o corpo simplesmente como uma
máquina física que opera dentro dos princípios
newtonianos. Na ânsia de descobrir os mecanismos
que "controlam" o corpo, os pesquisadores
focaram sua atenção em uma série de sinais
físicos classificados em famílias químicas,
incluindo alguns hormônios como a citocina, os
fatores de crescimento, os elementos que podem
eliminar tumores, transmitir mensagens ao corpo
e íons. Como, porém, ainda seguem a linha
newtoniana, acabaram ignorando a importância da
energia quando se trata de saúde e das doenças.
Além disso, a maioria dos biólogos é
reducionista, ou seja, acredita que os
mecanismos de nosso corpo físico podem ser
melhor compreendidos extraindo células e
estudando seus elementos químicos. Acreditam que
as reações biológicas responsáveis pela vida são
geradas como a linha de produção de Henry Ford:
um elemento químico causa uma reação, que por
sua vez causa outra em outro elemento, e assim
por diante. (...)
O modelo reducionista sugere que, se há um
problema no sistema, como uma doença ou
disfunção, a fonte do problema pode ser
atribuída ao mau funcionamento de um dos pontos
da linha de montagem química. "Repor" então a
peça defeituosa por meio de medicamentos, por
exemplo, teoricamente faz com que a saúde do
paciente se recupere. Esse conceito estimula a
pesquisa da indústria farmacêutica em busca de
drogas mágicas e genes perfeitos.
No entanto, a perspectiva quântica revela que o
universo é uma integração de campos de energia
integrados e interdependentes. Os cientistas
biomédicos acabam ficando confusos, pois não
conseguem entender a complexidade da
intercomunicação entre as partes físicas e os
campos de energia que compõem a matéria. A
percepção reducionista de fluxo linear de
informações é uma característica do universo
newtoniano.
Mas o fluxo de informações do universo quântico
é holístico. A estrutura das células está
envolta em uma complexa rede de comunicação
simultânea e abrangente. Uma função biológica
pode surgir de um pequeno problema de
comunicação em qualquer ponto da rede de
informações. Equilibrar ou ajustar a química
desse complicado sistema interativo exige
compreensão de seu funcionamento, e não uma
simples tentativa de ajuste por intermédio de
medicamentos. Mudar a concentração de C, por
exemplo, não irá influenciar apenas D. Dentro da
rede holística, uma variação na concentração de
C pode influenciar profundamente o comportamento
e as funções de A, B, E e também D.
(...)

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