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O porque da NUDEZ
gratuita
Nudez - entre o exibicionismo e a defesa de uma causa
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Spencer Tunick, fotógrafo
internacional, registrou cena de nudez coletiva no gelo |
Será que é necessário, em algumas
situações, a pessoa ficar nu, ou quase sem roupa seja para
reivindicar algo ou não? Em outras situações, o nu é importante
e muitas vezes necessários, sem contar com o que ele pode também
em diversas situações render algum dinheiro.
A nudez ou o nu é a condição ou o estado pessoal em que, parcial
ou total, encontra-se uma pessoa sem cobertura de roupas. É
usada muitas vezes para designar o uso de menos roupa do que o
esperado por uma convenção cultural, particularmente no que se
refere à exposição das partes íntimas, torso ou membros. Há
também o chamado nu artístico, que consiste na reprodução de uma
pessoa sem vestimentas.
Como perspectiva histórica, na Grécia antiga a nudez era bem
aceita pois soldados espartanos combatiam nus. Nos Jogos
Olímpicos, atletas competiam nus e os juízes estavam geralmente
despidos como forma de verificar de que não haviam mulheres
presentes nestas cerimônias. No Império Romano, a nudez era
habitual nos banhos públicos.
Hoje em dia e principalmente no Brasil, a nudez parece que virou
algo obrigatório em determinadas situações. A começar pela
televisão, desde novelas, passando pelos reality shows e até
mesmo comerciais, se vê uma pessoa (geralmente mulher) com
pouca roupa ou quase nenhuma. Mas por que agir assim? Por ganhar
audiência ou pura apelação mesmo? Será que uma mulher não tem
mais nada a oferecer do que um corpo nu ou quase nu?
É importante lembrar que estar nu ou quase, pode ser uma forma
de desenvolver dois desvios sexuais: exibicionismo e o
voyeirismo (também chamados de fantasias sexuais). O primeiro se
define como desvio sexual manifestado pelo desejo incontrolável
de obter satisfação sexual no fato puro e simples de exibir os
órgãos genitais a outros. E o segundo é uma prática que consiste
num indivíduo obter prazer sexual através da observação de
outras pessoas em atos sexuais, nuas ou com qualquer vestuário
que seja apelativo para o indivíduo em questão, o voyeur.
Por mais que sejamos donos dos nossos próprios corpos, existe
uma questão importante de ser ressaltada que é o respeito.
Respeito pelo nosso corpo, que apesar de ser bonito – e como diz
o ditado: “o que é bonito, é pra se mostrar" – tem ligação com
vergonha e muitas vezes pudor. Sem falar que deve haver também o
respeito para com as outras pessoas que não são obrigadas a
assistir e presenciar certas coisas. É necessário ter senso
crítico e saber se posicionar nos lugares sempre respeitando a
todos. (ANA LUIZA FERRAZ)

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ANA
LUIZA FERRAZ - Psicóloga clínica, formada pela
UniFMU – Faculdades Metropolitanas Unidas, CRP 06/68640.
Presta atendimento psicoterápico a crianças, adolescentes,
adultos, casais e famílias. Assim como orientação de pais,
dinâmica de grupo e avaliação psicológica a pacientes com
obesidade mórbida que realizarão cirurgia de redução do
estômago, ou qualquer outro tipo de cirurgia plástica.
Contato profissional Ana Luiza Psicologia e Consultoria:
elaboração, coordenação e aplicação de dinâmicas de grupos,
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assuntos - analuiza1977@hotmail.com, celular (11)
9835-0772. |
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