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Fibromialgia: dor crônica

Inflamação crônica das fibras musculares

AMÉRICO CANHOTO

Agradeço a atenção e especial. Obrigada por me avisar sobre a matéria http://www.jornaldosespiritos.com/2008/amc(4).htm. Parei e pensei no assunto, sou terapeuta floral e sugeri o assunto para melhor compreender o processo e poder ajudar o máximo possível dentro de que posso. Corrija-me se não compreendi corretamente. A pessoa que desenvolve essa doença procura massagem no ego, no qual ela não fez por merecer, então nasce em familiares que os menosprezam, desenvolvendo a baixa estima e a falta de merecimentos. Tornado-se um indivíduo carente e pedindo atenção o tempo todo mesmo que de forma inconsciente. Só a presença de amigos é o suficiente para nutri-lo por alguns momentos. Existe a fibriomialgia causada pelo estresse ou a pessoa se ocupa de mil projetos para poder ser o centro das atenções, e a aquela que vem desde de jovem que mal consegue trabalhar no único trabalho que tem. Acompanhado de  depressão e outros sintomas. É essa a diferença entre as fibriomialgias. Na verdade todos querem seus egos massageados arrancando de uma forma ou de outra. Como é (para a maior parte dos que vivem ainda centrados no físico)? Agradeço a atenção desprendida. Grande abraço amigo, Selma Flávio.

Recebemos com carinho a dúvida de uma leitora terapeuta floral preocupada em ajudar seus pacientes que sofrem de fibromialgia. Suas dúvidas são naturais. Pois é claro que de um jeito ou de outro, procuramos além de receitas prontas, o entendimento de causas e efeitos para buscar soluções para nós ou para os outros. E, para quem está chegando agora no assunto e ainda não sabe, embora logo vá descobrir, quando começar a sofrer deste inevitável mal da modernidade - o termo fibromialgia, significa inflamação crônica das fibras musculares quase sempre associada a uma tendinite – para ser mais didático: sabe aquela dor no corpo que sentimos quando pegamos aquela gripe? É isso aí, é o mesmo tipo de dor o tempo todo em regiões localizadas a princípio nos carregadores do mundo: nas costas, mas que logo se espalha pelo corpo todo.
Esta é uma doença tão antiga quanto nós – porém durante milhares de anos passou mais ou menos despercebida e, já foi como tantas outras rotulada de “frescurite” ou doença de quem não tem o que fazer, senão tentar controlar os outros. A evolução do problema da dor crônica acompanha a aceleração do final dos tempos. Há poucos anos toda família tinha sua “Maria das dores”, aquela pessoa que a vida toda - e mais acentuadamente após entrar na idade dos “enta” - reclamava sem cessar do dóidói em todo lugar. Porque será que a famosa “das dores” deu lugar aos reclamões de "ai, não agüento mais”, de todas as idades e sexos e em todos os lugares? Será o moderno estilo de viver em busca do sucesso, em que arrumamos mais compromissos do que somos capazes? A culpa é das noites mal dormidas? Da falta de reforma íntima, doença que acomete a todos nós? Parece que sim. Remédios de qualquer tipo podem resolver o problema? Espíritos benfazejos podem quebrar o galho? Regredir o sujeito até bem antes do útero materno pode resolver o problema? Claro que não. Então, o que dizer a essas pessoas que nos procuram para que resolvamos seus problemas de graça ou cobrando pelo serviço? Estamos à disposição de pessoas que tenham estudado em grupo o que colocamos no livro “Saúde ou doença: a escolha é sua” (São Paulo: Petit Editora). Apostamos que, algumas poucas que o tiverem estudado e não apenas lido, talvez nem precisem mais de médico ou terapeuta.
Esperamos que as pessoas tenham ficado com mais dúvidas depois de lerem o artigo do que antes – Jornal não tem como função ensinar nem educar, mas informar – caso estimule ou obrigue a pensar, então estará ajudando na educação e na formação.
Donas Marias das Dores de qualquer idade - e na modernidade de qualquer tipo de sexo ou de opção sexual: tenham cada vez mais saudáveis dúvidas...
Amém.


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Américo Canhoto responderá as dúvidas dos leitores do Jornal dos Espíritos encaminhadas por e-mail para redacao@jornaldosespiritos.com com nome completo e cidade (não serão divulgados os dados pessoais). Casado, pai de quatro filhos. Nasceu em Castelo de Mação, distrito de Santarém, em Portugal. Médico da família, clinica desde o ano de 1978. Hoje, atende em São Bernardo do Campo e São José do Rio Preto, Estado de São Paulo. Conheceu o Espiritismo em 1988. Recebia pacientes indicados pelo doutor Eduardo Monteiro. Depois descobriu que esse médico era um espírito. É autor de: “Quem ama cuida” (São Paulo: Petit Editora), “Saúde ou doença: a escolha é sua” (São Paulo: Petit Editora); “Chegando à casa espírita“ (São Paulo: Petit Editora); “Educar para um Mundo novo” (São José do Rio Preto: Editora Ativa) e “A reforma íntima começa no berço” (Santo André: Editora EBM), colunista do Jornal dos Espíritos – www.jornaldosespiritos.com e do Diário da Região de São José do Rio Preto.


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