O
aborto, em muitos casos, está na raiz de grande número das moléstias
de etiologia obscura que arrasam o corpo feminino.
ANDRÉ
LUIZ
Dia Mundial do CÂNCER
Maus
hábitos causam 80% da doença
Hoje é o Dia Mundial do
Câncer. Projeta-se que em 2030 a doença atinja mais de 11 milhões
de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A
estimativa é ruim, mas pode ser evitada, já que 80% dos casos estão
relacionados à combinação de maus hábitos, segundo o Instituto
Nacional do Câncer (INCA).
Amândio Soares, oncologista e diretor da Oncomed
de Belo Horizonte, alerta que diversos tipos de câncer são formados
por uma combinação de fatores de risco, como o álcool e o tabaco,
mas não podemos esquecer do sedentarismo e a má alimentação, além do
fator genético. Na maioria das vezes, não há indícios da doença no
estágio inicial, apenas quando a doença está avançada, por isso, a
necessidade da prevenção.
Segundo Fernando Chicoski, cancerologista do Hospital Nossa Senhora
das Graças, o principal causador da doença nas vias respiratórias é
o tabaco. A fumaça do cigarro prejudica o organismo, pois a
temperatura alta agride a mucosa brônquica. Ela contém cinco mil
substâncias, entre elas as cancerígenas, como os hidrocarbonetos
cíclicos. "O monóxido de carbono ao ser inalado diminui a oxigenação
do organismo e, consequentemente, do cérebro, coração e rins",
explicou Chicoski. Cuidai do corpo e do espírito para sermos
felizes, é o alerta dos Espíritos no 16º capítulo de "O Evangelho
Segundo o Espiritismo". (DA REDAÇÃO)
Mafalda, de Quino
O Brasil fugiu da escola
- “Meninos e meninas tendem a ser alegres e
curiosos, em qualquer parte do mundo. Mas,
quando as caras feias e brigas se repetem,
impedindo a felicidade do jogo de ensinar e
aprender, a inocência do riso satisfeito com
o mundo, algo está muito errado e
preocupante. Nosso futuro encontra-se em
situação de vulnerabilidade e risco. À
revelia da classe professoral, muitos dos
alunos teimam em não aprender e insistem em
carnavalizar a aula, outrora sagrada”,
ressalta o professor doutor Sérgio Kodato,
autor de "O Brasil fugiu da escola".
Com a intenção de sensibilizar o leitor e
engajá-lo no ideal que abraçou – a
atualização e o aprimoramento do ensino
público –, Kodato optou por uma abordagem
direta, elencando observações a partir do
que ocorre nas salas de aula, onde um número
excessivo de alunos recebe educação
deficiente, ministrada por professores mal
remunerados e, na maior parte das vezes,
desmotivados e despreparados para o
exercício da profissão. Certo das
potencialidades do ser humano – alheias à
sua condição étnica ou social –, Kodato
retrata, em "O Brasil fugiu da escola", a
ausência de diretrizes e práticas voltadas
para o seu despertar, ao mesmo tempo em que
aponta soluções para revitalizar a vida
escolar.
Sérgio Kodato
- Graduado em Psicologia, mestre em
Psicologia Escolar e do Desenvolvimento
Humano e doutor em Psicologia Escolar e do
Desenvolvimento Humano pela Universidade de
São Paulo (USP). Professor doutor no campus
da USP de Ribeirão Preto (SP), é docente.
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